O País em pedaços

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Publicada em 18/07/2019 às 22:43:00

 

Desemprego, estagnação econô
mica, educação a pão e água. 
Alheio aos principais problemas do País, o presidente resolveu comemorar. A esdrúxula cerimônia promovida ontem pelo Palácio do Planalto, festejando os 200 dias da gestão Bolsonaro, não tinha nenhuma razão de ser. Todos os dados auferidos recentemente, demonstrando a real situação do País, desaconselham as festas. O momento exige disposição para o trabalho.
O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, recuou 0,8% no trimestre encerrado em maio deste ano, na comparação com o trimestre encerrado em fevereiro. O dado é do Monitor do PIB, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
O desemprego, por sua vez, não arrefece. A cada nova aferição, o índice oscila um pouco, para cima ou para baixo. Mas não a ponto de representar alguma esperança de futuro melhor, girando sempre em torno de 13 milhões de desempregados.
Para os profissionais da educação, a impressão é de derrota, do ensino fundamental até o terceiro grau. Não há luz no fim do túnel. A única medida anunciada com o fim de realizar os investimentos necessários foi pensada de maneira autoritária, sem nenhuma espécie de diálogo com a comunidade acadêmica, tratada como inimiga pelo presidente e os seus auxiliares.
Enquanto o presidente faz festa, como se governasse sob um céu de brigadeiro, os problemas prosperam. Como ficou aqui provado, com riqueza de dados, o Brasil é hoje um País em pedaços. Não há o que comemorar.

Desemprego, estagnação econô mica, educação a pão e água.  Alheio aos principais problemas do País, o presidente resolveu comemorar. A esdrúxula cerimônia promovida ontem pelo Palácio do Planalto, festejando os 200 dias da gestão Bolsonaro, não tinha nenhuma razão de ser. Todos os dados auferidos recentemente, demonstrando a real situação do País, desaconselham as festas. O momento exige disposição para o trabalho.
O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, recuou 0,8% no trimestre encerrado em maio deste ano, na comparação com o trimestre encerrado em fevereiro. O dado é do Monitor do PIB, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
O desemprego, por sua vez, não arrefece. A cada nova aferição, o índice oscila um pouco, para cima ou para baixo. Mas não a ponto de representar alguma esperança de futuro melhor, girando sempre em torno de 13 milhões de desempregados.
Para os profissionais da educação, a impressão é de derrota, do ensino fundamental até o terceiro grau. Não há luz no fim do túnel. A única medida anunciada com o fim de realizar os investimentos necessários foi pensada de maneira autoritária, sem nenhuma espécie de diálogo com a comunidade acadêmica, tratada como inimiga pelo presidente e os seus auxiliares.
Enquanto o presidente faz festa, como se governasse sob um céu de brigadeiro, os problemas prosperam. Como ficou aqui provado, com riqueza de dados, o Brasil é hoje um País em pedaços. Não há o que comemorar.