Polícia Federal apreende drogas e anabolizantes

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Publicada em 18/07/2019 às 23:06:00

 

A Polícia Federal deflagrou ontem uma operação para cumprir dois mandados de busca e apreensão em Aracaju, relacionados a uma investigação contra a venda ilegal de anabolizantes e drogas sintéticas. De acordo com um comunicado divulgado pelo órgão, a chamada 'Operação Narke' teve o objetivo de obter elementos de prova contra uma "organização criminosa responsável pela prática de crimes de contrabando, corrupção e falsificação de medicamentos e tráfico de drogas". Os mandados de busca foram expedidos pelo juízo da 3ª Vara Federal de Sergipe.
Uma das buscas aconteceu em um condomínio na Avenida Acrísio Cruz, no bairro 13 de Julho (zona sul). O outro endereço não foi confirmado. Nos dois locais, houve a apreensão de pequenas quantidades de drogas e anabolizantes. A assessoria do órgão optou por não divulgar os nomes das drogas encontradas, em razão de que algumas delas são encontradas na rede de farmácias e têm a sua venda autorizada, mas combinação entre as substâncias é que produz o efeito alucinógeno. Uma pessoa foi conduzida para prestar depoimento na sede da PF, no Siqueira Campos (zona oeste), e foi liberada em seguida. 
As investigações começaram em outubro de 2018, quando um rapaz de 32 anos foi preso por agentes federais no Distrito Industrial (zona sul), ao ser flagrado com 100 ampolas de anabolizantes que seriam despachados pelo correio. De acordo com a PF, confirmou-se que um dos investigados atuava na distribuição de anabolizantes no estado de Sergipe e outro era responsável pela distribuição de drogas sintéticas em festas de música eletrônica. Há ainda a estimativa de que o grupo tenha movimentado valores superiores a R$ 200 mil somente no ano de 2018.
O comunicado da PF conclui informando que as investigações do caso serão aprofundadas com a análise do material apreendido durante as buscas. Os envolvidos responderão pelos crimes de contrabando e falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, tráfico de drogas e organização criminosa. O nome 'Narke', usado para batizar a operação, é uma palavra grega que quer dizer 'torpor' ou 'entorpecimento', e serve de base etimológica para a palavra 'narcótico', que é sinônimo de droga. 

A Polícia Federal deflagrou ontem uma operação para cumprir dois mandados de busca e apreensão em Aracaju, relacionados a uma investigação contra a venda ilegal de anabolizantes e drogas sintéticas. De acordo com um comunicado divulgado pelo órgão, a chamada 'Operação Narke' teve o objetivo de obter elementos de prova contra uma "organização criminosa responsável pela prática de crimes de contrabando, corrupção e falsificação de medicamentos e tráfico de drogas". Os mandados de busca foram expedidos pelo juízo da 3ª Vara Federal de Sergipe.
Uma das buscas aconteceu em um condomínio na Avenida Acrísio Cruz, no bairro 13 de Julho (zona sul). O outro endereço não foi confirmado. Nos dois locais, houve a apreensão de pequenas quantidades de drogas e anabolizantes. A assessoria do órgão optou por não divulgar os nomes das drogas encontradas, em razão de que algumas delas são encontradas na rede de farmácias e têm a sua venda autorizada, mas combinação entre as substâncias é que produz o efeito alucinógeno. Uma pessoa foi conduzida para prestar depoimento na sede da PF, no Siqueira Campos (zona oeste), e foi liberada em seguida. 
As investigações começaram em outubro de 2018, quando um rapaz de 32 anos foi preso por agentes federais no Distrito Industrial (zona sul), ao ser flagrado com 100 ampolas de anabolizantes que seriam despachados pelo correio. De acordo com a PF, confirmou-se que um dos investigados atuava na distribuição de anabolizantes no estado de Sergipe e outro era responsável pela distribuição de drogas sintéticas em festas de música eletrônica. Há ainda a estimativa de que o grupo tenha movimentado valores superiores a R$ 200 mil somente no ano de 2018.
O comunicado da PF conclui informando que as investigações do caso serão aprofundadas com a análise do material apreendido durante as buscas. Os envolvidos responderão pelos crimes de contrabando e falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, tráfico de drogas e organização criminosa. O nome 'Narke', usado para batizar a operação, é uma palavra grega que quer dizer 'torpor' ou 'entorpecimento', e serve de base etimológica para a palavra 'narcótico', que é sinônimo de droga.