Caso Ana Paula: promotora quer ouvir filho da vítima

Cidades

 

A promotora Cláudia Daniela Franco, da 8ª Vara Criminal de Aracaju, falou ontem sobre a denúncia criminal apresentada por ela contra Vítor Aragão da Silva, acusado pela morte da esposa, a vendedora Ana Paula Jesus dos Santos, que foi morta a golpes de marreta enquanto dormia, no dia 11 de maio. O crime aconteceu na casa do casal, no conjunto Dom Pedro I (zona oeste). O viúvo da vítima foi denunciado por falsa comunicação de crime e quatro qualificações de homicídio: morte praticada com meio cruel, sem chance de defesa para a vítima, por motivo torpe e relacionado à condição feminina. O motivo seria o possível fim do casamento.
Em entrevista coletiva, Cláudia admitiu a possibilidade de pedir à Justiça que autorize a tomada de depoimento do filho do casal, um menino de oito anos, que estava na casa no momento do crime e há a possibilidade de que ele tenha visto como tudo aconteceu. O garoto está sob acompanhamento de psicólogos e, caso ele possa prestar depoimento, isso deve acontecer mediante cuidados especiais "Embora a criança esteja no rol da denúncia, ainda não é decidido pelo Ministério Público se a oitiva irá se concretizar", esclareceu ela. 

A promotora Cláudia Daniela Franco, da 8ª Vara Criminal de Aracaju, falou ontem sobre a denúncia criminal apresentada por ela contra Vítor Aragão da Silva, acusado pela morte da esposa, a vendedora Ana Paula Jesus dos Santos, que foi morta a golpes de marreta enquanto dormia, no dia 11 de maio. O crime aconteceu na casa do casal, no conjunto Dom Pedro I (zona oeste). O viúvo da vítima foi denunciado por falsa comunicação de crime e quatro qualificações de homicídio: morte praticada com meio cruel, sem chance de defesa para a vítima, por motivo torpe e relacionado à condição feminina. O motivo seria o possível fim do casamento.
Em entrevista coletiva, Cláudia admitiu a possibilidade de pedir à Justiça que autorize a tomada de depoimento do filho do casal, um menino de oito anos, que estava na casa no momento do crime e há a possibilidade de que ele tenha visto como tudo aconteceu. O garoto está sob acompanhamento de psicólogos e, caso ele possa prestar depoimento, isso deve acontecer mediante cuidados especiais "Embora a criança esteja no rol da denúncia, ainda não é decidido pelo Ministério Público se a oitiva irá se concretizar", esclareceu ela. 

 


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