Políticas de enfrentamento ao assédio no meio acadêmico são discutidas em reunião na UFS

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Reunião para discutir políticas de enfrentamento ao assédio no meio acadêmico aconteceu no auditório da Reitoria
Reunião para discutir políticas de enfrentamento ao assédio no meio acadêmico aconteceu no auditório da Reitoria

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Publicada em 19/07/2019 às 22:48:00

 

A Universidade Federal de Sergipe, juntamente com o Ministério Público Federal (MPF/SE) e a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da OAB/SE, realizou esta semana, no auditório da Reitoria, uma reunião onde foram apresentadas medidas em andamento para implantação de políticas de enfrentamento ao assédio no meio acadêmico.
A ação foi procedida com o apoio do coletivo Mulheres Livres, que vem encaminhando desde o início de 2018, junto ao MPF/SE e à OAB/SE, um projeto de conscientização sobre o assunto. Já foram realizadas quatro audiências públicas com o intuito de discutir o tema, uma delas no campus de São Cristóvão da UFS.
Martha Figueiredo, procuradora Regional dos Direitos do Cidadão do MPF/SE, apresentou, na reunião, as propostas para que seja criado um programa de enfrentamento a esse tipo de violência.
Também foi explicado como e por que essa parceria surgiu. "Inicialmente, nós do MPF/SE, fomos procurados pelo coletivo Mulheres Livres, que tem advogadas em sua formação, e fazem um trabalho de apoio a casos de assédio no meio acadêmico. Esse coletivo percebeu dificuldades em sua atuação e no contato com as instituições de ensino. A partir disso, passamos a atuar em conjunto", disse a procuradora.
A vice-reitora Iara Campelo explicou a relevância da reunião. "Já fizemos uma audiência e isso configura esse momento de extrema importância. Junto ao Ministério Público, a gestão está abarcando toda a questão, tomando outra posição. E eu acho que, com isso, os próprios assediadores começam a ver que a universidade está tomando providências".
Nessa perspectiva, ainda segundo a vice-reitora: "A temática ficará incorporada institucionalmente no Plano Integrado, construído de forma interdisciplinar na e pela dialogicidade. Como dizia Paulo Freire, 'o caminhar se faz caminhando' e nossa caminhada na UFS cuidará da prevenção e enfrentamento da violência de gênero no meio acadêmico, em especial o assédio sexual, no entrelaçamento de 3 movimentos: formação, apoio e acolhimento e orientação e divulgação".

A Universidade Federal de Sergipe, juntamente com o Ministério Público Federal (MPF/SE) e a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da OAB/SE, realizou esta semana, no auditório da Reitoria, uma reunião onde foram apresentadas medidas em andamento para implantação de políticas de enfrentamento ao assédio no meio acadêmico.
A ação foi procedida com o apoio do coletivo Mulheres Livres, que vem encaminhando desde o início de 2018, junto ao MPF/SE e à OAB/SE, um projeto de conscientização sobre o assunto. Já foram realizadas quatro audiências públicas com o intuito de discutir o tema, uma delas no campus de São Cristóvão da UFS.
Martha Figueiredo, procuradora Regional dos Direitos do Cidadão do MPF/SE, apresentou, na reunião, as propostas para que seja criado um programa de enfrentamento a esse tipo de violência.
Também foi explicado como e por que essa parceria surgiu. "Inicialmente, nós do MPF/SE, fomos procurados pelo coletivo Mulheres Livres, que tem advogadas em sua formação, e fazem um trabalho de apoio a casos de assédio no meio acadêmico. Esse coletivo percebeu dificuldades em sua atuação e no contato com as instituições de ensino. A partir disso, passamos a atuar em conjunto", disse a procuradora.
A vice-reitora Iara Campelo explicou a relevância da reunião. "Já fizemos uma audiência e isso configura esse momento de extrema importância. Junto ao Ministério Público, a gestão está abarcando toda a questão, tomando outra posição. E eu acho que, com isso, os próprios assediadores começam a ver que a universidade está tomando providências".
Nessa perspectiva, ainda segundo a vice-reitora: "A temática ficará incorporada institucionalmente no Plano Integrado, construído de forma interdisciplinar na e pela dialogicidade. Como dizia Paulo Freire, 'o caminhar se faz caminhando' e nossa caminhada na UFS cuidará da prevenção e enfrentamento da violência de gênero no meio acadêmico, em especial o assédio sexual, no entrelaçamento de 3 movimentos: formação, apoio e acolhimento e orientação e divulgação".