Políticas de enfrentamento ao assédio no meio acadêmico são discutidas em reunião na UFS

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  • Reunião para discutir políticas de enfrentamento ao assédio no meio acadêmico aconteceu no auditório da Reitoria

 

A Universidade Federal de Sergipe, juntamente com o Ministério Público Federal (MPF/SE) e a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da OAB/SE, realizou esta semana, no auditório da Reitoria, uma reunião onde foram apresentadas medidas em andamento para implantação de políticas de enfrentamento ao assédio no meio acadêmico.
A ação foi procedida com o apoio do coletivo Mulheres Livres, que vem encaminhando desde o início de 2018, junto ao MPF/SE e à OAB/SE, um projeto de conscientização sobre o assunto. Já foram realizadas quatro audiências públicas com o intuito de discutir o tema, uma delas no campus de São Cristóvão da UFS.
Martha Figueiredo, procuradora Regional dos Direitos do Cidadão do MPF/SE, apresentou, na reunião, as propostas para que seja criado um programa de enfrentamento a esse tipo de violência.
Também foi explicado como e por que essa parceria surgiu. "Inicialmente, nós do MPF/SE, fomos procurados pelo coletivo Mulheres Livres, que tem advogadas em sua formação, e fazem um trabalho de apoio a casos de assédio no meio acadêmico. Esse coletivo percebeu dificuldades em sua atuação e no contato com as instituições de ensino. A partir disso, passamos a atuar em conjunto", disse a procuradora.
A vice-reitora Iara Campelo explicou a relevância da reunião. "Já fizemos uma audiência e isso configura esse momento de extrema importância. Junto ao Ministério Público, a gestão está abarcando toda a questão, tomando outra posição. E eu acho que, com isso, os próprios assediadores começam a ver que a universidade está tomando providências".
Nessa perspectiva, ainda segundo a vice-reitora: "A temática ficará incorporada institucionalmente no Plano Integrado, construído de forma interdisciplinar na e pela dialogicidade. Como dizia Paulo Freire, 'o caminhar se faz caminhando' e nossa caminhada na UFS cuidará da prevenção e enfrentamento da violência de gênero no meio acadêmico, em especial o assédio sexual, no entrelaçamento de 3 movimentos: formação, apoio e acolhimento e orientação e divulgação".

A Universidade Federal de Sergipe, juntamente com o Ministério Público Federal (MPF/SE) e a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da OAB/SE, realizou esta semana, no auditório da Reitoria, uma reunião onde foram apresentadas medidas em andamento para implantação de políticas de enfrentamento ao assédio no meio acadêmico.
A ação foi procedida com o apoio do coletivo Mulheres Livres, que vem encaminhando desde o início de 2018, junto ao MPF/SE e à OAB/SE, um projeto de conscientização sobre o assunto. Já foram realizadas quatro audiências públicas com o intuito de discutir o tema, uma delas no campus de São Cristóvão da UFS.
Martha Figueiredo, procuradora Regional dos Direitos do Cidadão do MPF/SE, apresentou, na reunião, as propostas para que seja criado um programa de enfrentamento a esse tipo de violência.
Também foi explicado como e por que essa parceria surgiu. "Inicialmente, nós do MPF/SE, fomos procurados pelo coletivo Mulheres Livres, que tem advogadas em sua formação, e fazem um trabalho de apoio a casos de assédio no meio acadêmico. Esse coletivo percebeu dificuldades em sua atuação e no contato com as instituições de ensino. A partir disso, passamos a atuar em conjunto", disse a procuradora.
A vice-reitora Iara Campelo explicou a relevância da reunião. "Já fizemos uma audiência e isso configura esse momento de extrema importância. Junto ao Ministério Público, a gestão está abarcando toda a questão, tomando outra posição. E eu acho que, com isso, os próprios assediadores começam a ver que a universidade está tomando providências".
Nessa perspectiva, ainda segundo a vice-reitora: "A temática ficará incorporada institucionalmente no Plano Integrado, construído de forma interdisciplinar na e pela dialogicidade. Como dizia Paulo Freire, 'o caminhar se faz caminhando' e nossa caminhada na UFS cuidará da prevenção e enfrentamento da violência de gênero no meio acadêmico, em especial o assédio sexual, no entrelaçamento de 3 movimentos: formação, apoio e acolhimento e orientação e divulgação".

 


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