As portas abertas da UFS

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Publicada em 20/07/2019 às 14:10:00

 

A curto prazo, a Universidade Fe-
deral de Sergipe está fora de pe-
rigo. O Jornal do Dia se refere, claro, ao risco imediato de fechar as portas, em função do contingenciamento de verbas promovido pelo Ministério da Educação. Segundo a Pró reitoria de Planejamento, o custeio dos próximos meses está garantido.
Se não há motivo para alarme, tampouco falta razão para a comunidade acadêmica em Sergipe permanecer em pé de guerra com o governo federal. Caso o contingenciamento de 30% das despesas discricionárias seja mantido pelo MEC, há risco de interrupção ou revisão de contratos de servidores terceirizados (vigilância, limpeza, apoio administrativo, motoristas etc), além de restrições ao pagamento de insumos como água, energia e telefonia. 
A UFS, como de resto todas as universidades federais do País, já conheceu dias melhores. Basta lembrar que o primeiro dos dois ministros da educação responsáveis pela pasta em seis meses de gestão Bolsonaro fez questão de falsear os dados sobre a produção acadêmica da instituição, com o fim de justificar eventual corte. A tesourada no orçamento veio depois, obra e graça do sucessor. A promessa realizada após a forte reação de professores e estudantes, Brasil afora, é de liberar os recursos represados ao longo do segundo semestre.
Em nota pública, a gestão superior da UFS reafirma o compromisso inarredável com a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão, "razão pela qual confia plenamente na liberação integral do orçamento antes do encerramento do exercício de 2019". 
Que assim seja. Fechar as portas da UFS seria o mesmo de trancar o futuro.

A curto prazo, a Universidade Fe- deral de Sergipe está fora de pe- rigo. O Jornal do Dia se refere, claro, ao risco imediato de fechar as portas, em função do contingenciamento de verbas promovido pelo Ministério da Educação. Segundo a Pró reitoria de Planejamento, o custeio dos próximos meses está garantido.
Se não há motivo para alarme, tampouco falta razão para a comunidade acadêmica em Sergipe permanecer em pé de guerra com o governo federal. Caso o contingenciamento de 30% das despesas discricionárias seja mantido pelo MEC, há risco de interrupção ou revisão de contratos de servidores terceirizados (vigilância, limpeza, apoio administrativo, motoristas etc), além de restrições ao pagamento de insumos como água, energia e telefonia. 
A UFS, como de resto todas as universidades federais do País, já conheceu dias melhores. Basta lembrar que o primeiro dos dois ministros da educação responsáveis pela pasta em seis meses de gestão Bolsonaro fez questão de falsear os dados sobre a produção acadêmica da instituição, com o fim de justificar eventual corte. A tesourada no orçamento veio depois, obra e graça do sucessor. A promessa realizada após a forte reação de professores e estudantes, Brasil afora, é de liberar os recursos represados ao longo do segundo semestre.
Em nota pública, a gestão superior da UFS reafirma o compromisso inarredável com a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão, "razão pela qual confia plenamente na liberação integral do orçamento antes do encerramento do exercício de 2019". 
Que assim seja. Fechar as portas da UFS seria o mesmo de trancar o futuro.