Mais uma vítima

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Publicada em 23/07/2019 às 22:58:00

 

O combate à dengue exige dedi-
cação continuada. De nada adi-
anta comemorar a redução de casos em um ano, para descuidar do Aedes Aegypti, no ano seguinte. É por subestimar a devastação provocada pelo mosquito que o Governo de Sergipe está agora obrigado a correr em busca do tempo perdido.
Esta semana, a Vigilância Epidemiológica confirmou a oitava morte provocada por dengue no estado. A vítima é uma mulher de 32 anos, moradora do Bairro Industrial, morta em junho. Sem providências, os inocentes continuarão morrendo. 
Infelizmente, a reação das autoridades é insatisfatória. O terceiro Levantamento Rápido do Índice de Infestação (LIRAa), divulgado em maio, apontou que 21 dos 75 municípios sergipanos estavam sob alto risco de infestação por Aedes aegypti. No levantamento anterior, apenas 12 municípios sofriam tal ameaça.
Combater a dengue não é como inventar a roda. O feijão com arroz produz resultados efetivos. Não há mistério. É preciso arregaçar as mangas e encarar o trabalho. Agentes de combate a endemias precisam bater de porta em porta. Mutirões nos campos, coleta de entulhos, a limpeza de terrenos baldios precisam ser realizados, sem descanso. O fato é que a negligência das autoridades redunda em vidas perdidas a troco de nada.
Dengue mata. Em Sergipe, onde o combate ao mosquito Aedes Aegypti é dos mais precários, somente este ano, o mal já derrubou oito. Infelizmente, as autoridades respondem às fatalidades sempre do mesmo modo, apelando à retórica, no susto. Se a postura dos entes públicos não mudar, o mosquito vai seguir matando.

O combate à dengue exige dedi- cação continuada. De nada adi- anta comemorar a redução de casos em um ano, para descuidar do Aedes Aegypti, no ano seguinte. É por subestimar a devastação provocada pelo mosquito que o Governo de Sergipe está agora obrigado a correr em busca do tempo perdido.
Esta semana, a Vigilância Epidemiológica confirmou a oitava morte provocada por dengue no estado. A vítima é uma mulher de 32 anos, moradora do Bairro Industrial, morta em junho. Sem providências, os inocentes continuarão morrendo. 
Infelizmente, a reação das autoridades é insatisfatória. O terceiro Levantamento Rápido do Índice de Infestação (LIRAa), divulgado em maio, apontou que 21 dos 75 municípios sergipanos estavam sob alto risco de infestação por Aedes aegypti. No levantamento anterior, apenas 12 municípios sofriam tal ameaça.
Combater a dengue não é como inventar a roda. O feijão com arroz produz resultados efetivos. Não há mistério. É preciso arregaçar as mangas e encarar o trabalho. Agentes de combate a endemias precisam bater de porta em porta. Mutirões nos campos, coleta de entulhos, a limpeza de terrenos baldios precisam ser realizados, sem descanso. O fato é que a negligência das autoridades redunda em vidas perdidas a troco de nada.
Dengue mata. Em Sergipe, onde o combate ao mosquito Aedes Aegypti é dos mais precários, somente este ano, o mal já derrubou oito. Infelizmente, as autoridades respondem às fatalidades sempre do mesmo modo, apelando à retórica, no susto. Se a postura dos entes públicos não mudar, o mosquito vai seguir matando.