O violão contemporâneo de Daniel Murray é destaque no SescTV

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Publicada em 23/07/2019 às 23:08:00

 

Considerado um dos principais expoentes de sua geração, o violonista, arranjador e compositor carioca Daniel Murray mescla ritmos brasileiros à música nova e contemporânea, além de composições autorais, em episódio inédito da série Movimento Violão. Gravado em fevereiro de 2019, no Sesc Bom Retiro, o show homenageia artistas como Ginga, Marcus Tardelli, Paulo Bellinati e Egberto Gismonti. Com direção geral de Paulo Martelli e direção para TV de Flávio Rodrigues, o terceiro episódio inédito de Movimento Violão poderá ser assistido na íntegra próxima segunda-feira, no site do SescTV (sesctv.org.br). 
 Nascido no Rio de Janeiro, em 1981, Daniel Murray começou a estudar música aos seis anos de idade e aos 13 passou a se dedicar ao violão. Durante sua formação, teve aulas com grandes nomes como Floriano Rosalino, Celso Brescia, Edelton Gloeden e Paulo Porto Alegre, mestres que o ensinaram a transitar com seu instrumento entre a música erudita e popular. Daniel coleciona prêmios desde os 15 anos de idade, quando ganhou um concurso internacional de violão, na França, apresentando obras de Villa-Lobos. Hoje, com 25 anos de carreira, o violonista se apresenta tanto como solista quanto em grupos de câmara no Brasil e no exterior e já atuou ao lado de grandes nomes da música brasileira, como Joaquim de Abreu, Paulo Bellinati e Toninho Carrasqueira.
A vocação para a música levou o artista não apenas à execução, mas à pesquisa, que agrega a seu trabalho de intérprete e compositor, como observa a Coordenadora do Conselho de Cursos de Bacharelado e de Licenciatura em Música do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP) Yara Caznok. "Ele é para mim o modelo do artista contemporâneo, engajado e visceralmente vinculado a criação da música nova", afirma. Yara explica que em seus exercícios de composição, durante os estudos para o mestrado, Daniel desenvolveu o que denominou de "técnicas estendidas", que consiste em criar situações técnicas inusitadas e formas diferentes de tocar o violão usando ritmos brasileiros. Segundo Yara, o violonista circula por várias áreas, o que um artista contemporâneo que aderiu à música nova precisa fazer.
 Entretanto, Daniel diz que sempre se viu mais como intérprete. "Tenho um prazer enorme em tocar a música dos outros", conta. Essa satisfação o levou a fazer uma homenagem à obra de Egberto Gismonti, desenvolvendo um repertório de arranjos para composições, com a intenção de transpor o piano do Egberto para o violão, como acontece com a música Frevo, que Daniel executa no episódio.

Considerado um dos principais expoentes de sua geração, o violonista, arranjador e compositor carioca Daniel Murray mescla ritmos brasileiros à música nova e contemporânea, além de composições autorais, em episódio inédito da série Movimento Violão. Gravado em fevereiro de 2019, no Sesc Bom Retiro, o show homenageia artistas como Ginga, Marcus Tardelli, Paulo Bellinati e Egberto Gismonti. Com direção geral de Paulo Martelli e direção para TV de Flávio Rodrigues, o terceiro episódio inédito de Movimento Violão poderá ser assistido na íntegra próxima segunda-feira, no site do SescTV (sesctv.org.br). 
 Nascido no Rio de Janeiro, em 1981, Daniel Murray começou a estudar música aos seis anos de idade e aos 13 passou a se dedicar ao violão. Durante sua formação, teve aulas com grandes nomes como Floriano Rosalino, Celso Brescia, Edelton Gloeden e Paulo Porto Alegre, mestres que o ensinaram a transitar com seu instrumento entre a música erudita e popular. Daniel coleciona prêmios desde os 15 anos de idade, quando ganhou um concurso internacional de violão, na França, apresentando obras de Villa-Lobos. Hoje, com 25 anos de carreira, o violonista se apresenta tanto como solista quanto em grupos de câmara no Brasil e no exterior e já atuou ao lado de grandes nomes da música brasileira, como Joaquim de Abreu, Paulo Bellinati e Toninho Carrasqueira.
A vocação para a música levou o artista não apenas à execução, mas à pesquisa, que agrega a seu trabalho de intérprete e compositor, como observa a Coordenadora do Conselho de Cursos de Bacharelado e de Licenciatura em Música do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP) Yara Caznok. "Ele é para mim o modelo do artista contemporâneo, engajado e visceralmente vinculado a criação da música nova", afirma. Yara explica que em seus exercícios de composição, durante os estudos para o mestrado, Daniel desenvolveu o que denominou de "técnicas estendidas", que consiste em criar situações técnicas inusitadas e formas diferentes de tocar o violão usando ritmos brasileiros. Segundo Yara, o violonista circula por várias áreas, o que um artista contemporâneo que aderiu à música nova precisa fazer.
 Entretanto, Daniel diz que sempre se viu mais como intérprete. "Tenho um prazer enorme em tocar a música dos outros", conta. Essa satisfação o levou a fazer uma homenagem à obra de Egberto Gismonti, desenvolvendo um repertório de arranjos para composições, com a intenção de transpor o piano do Egberto para o violão, como acontece com a música Frevo, que Daniel executa no episódio.