Centrais farão novo protesto no TCE

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Centrais sindicais, associações de moradores e comunidades religiosas voltam a se aglomerar amanhã em frente à sede do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE), em Aracaju, para realizar mais um ato público contrário ao processo que estuda o retorno do conselheiro afastado Flávio Conceição. No ano de 2007 o então membro do colegiado da Corte de Contas se tornou protagonista de um escândalo ais envolveu ainda ex-conselheiros. Na época, conversas telefônicas comprometedoras envolviam uma suposta doação 'compensatória' de "doce de leite".
Em decorrência da crise envolvendo o Tribunal de Contas, em maio de 2009, diante da cadeira vaga e da perspectiva de se revitalizar a imagem da Corte, o advogado Clóvis Barbosa de Melo assumiu o posto o qual permanece até hoje.  A alegação do então conselheiro afastado em 2008 é que os autos o incluindo na Operação Navalha foram arquivados no último mês de maio pelo poder judiciário, e, sendo assim, ele possui o direito de retornar às atividades. Caso os conselheiros aprovem a medida, Clóvis Barbosa terá que dar espaço para o 'ex-proprietário' da cadeira. Possibilidade real, mas que tem sido amplamente contestada pela sociedade, inclusive, gestores públicos e políticos.
Atual presidente da Central Única dos Trabalhadores, em Sergipe (CUT/SE), Rubem Marques, o Professor Dudu, informou que a mobilização terá novo rodízio de pizza e distribuição de doce de leite. Uma forma à mais de defender a continuidade do trabalho desenvolvido por Clóvis.
"O movimento sindical e principalmente os sindicatos de servidores municipais não têm nenhum interesse em ver o Tribunal de Contas desmoralizado, sendo chamado de 'Tribunal de Faz de Conta'. No passado, os prefeitos não pagavam o salário dos servidores, e contratavam banda de R$ 300 mil, de R$ 200 mil, enquanto o servidor passava fome. Fim de ano, não pagava 13º, não pagava salário, mas contratava bandas para fazer festa. Foi a partir da presidência de Clóvis Barbosa que pautamos mais uma vez a necessidade de intervenção do Tribunal", declarou o sindicalista que completou recordando:
 "Naquele momento, o TCE estava de recesso, então o conselheiro Clóvis, de forma monocrática, acatou o pedido da CUT. De imediato, o prefeito que não estava com o salário do servidor em dia ficou proibido de fazer festa com o dinheiro público. Enquanto o processo estiver em tramitação nós nos manteremos atentos e defendendo os nossos ideais como pessoas contribuintes e defensoras de um órgão público limpo, sem manchas de irregularidades apresentadas em um passado nada distante."
Adiamento - Na semana passada o assunto seria analisado e deliberado pelos conselheiros, porém, em virtude da ausência do presidente do TCE/SE, Ulices Andrade, a sessão acabou sendo suspensa pelo relator do processo e vice-presidente da Corte, Carlos Alberto Sobral de Sousa. Oficialmente, sem se pronunciar com detalhes sobre essa causa, o Tribunal informou que, havendo quórum, o pedido de Flávio será julgado amanhã, dia 25, em sessão plenária. A mobilização dos servidores novamente deve ocorrer a partir das 7h.

Centrais sindicais, associações de moradores e comunidades religiosas voltam a se aglomerar amanhã em frente à sede do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE), em Aracaju, para realizar mais um ato público contrário ao processo que estuda o retorno do conselheiro afastado Flávio Conceição. No ano de 2007 o então membro do colegiado da Corte de Contas se tornou protagonista de um escândalo ais envolveu ainda ex-conselheiros. Na época, conversas telefônicas comprometedoras envolviam uma suposta doação 'compensatória' de "doce de leite".
Em decorrência da crise envolvendo o Tribunal de Contas, em maio de 2009, diante da cadeira vaga e da perspectiva de se revitalizar a imagem da Corte, o advogado Clóvis Barbosa de Melo assumiu o posto o qual permanece até hoje.  A alegação do então conselheiro afastado em 2008 é que os autos o incluindo na Operação Navalha foram arquivados no último mês de maio pelo poder judiciário, e, sendo assim, ele possui o direito de retornar às atividades. Caso os conselheiros aprovem a medida, Clóvis Barbosa terá que dar espaço para o 'ex-proprietário' da cadeira. Possibilidade real, mas que tem sido amplamente contestada pela sociedade, inclusive, gestores públicos e políticos.
Atual presidente da Central Única dos Trabalhadores, em Sergipe (CUT/SE), Rubem Marques, o Professor Dudu, informou que a mobilização terá novo rodízio de pizza e distribuição de doce de leite. Uma forma à mais de defender a continuidade do trabalho desenvolvido por Clóvis.
"O movimento sindical e principalmente os sindicatos de servidores municipais não têm nenhum interesse em ver o Tribunal de Contas desmoralizado, sendo chamado de 'Tribunal de Faz de Conta'. No passado, os prefeitos não pagavam o salário dos servidores, e contratavam banda de R$ 300 mil, de R$ 200 mil, enquanto o servidor passava fome. Fim de ano, não pagava 13º, não pagava salário, mas contratava bandas para fazer festa. Foi a partir da presidência de Clóvis Barbosa que pautamos mais uma vez a necessidade de intervenção do Tribunal", declarou o sindicalista que completou recordando:
 "Naquele momento, o TCE estava de recesso, então o conselheiro Clóvis, de forma monocrática, acatou o pedido da CUT. De imediato, o prefeito que não estava com o salário do servidor em dia ficou proibido de fazer festa com o dinheiro público. Enquanto o processo estiver em tramitação nós nos manteremos atentos e defendendo os nossos ideais como pessoas contribuintes e defensoras de um órgão público limpo, sem manchas de irregularidades apresentadas em um passado nada distante."

Adiamento -
Na semana passada o assunto seria analisado e deliberado pelos conselheiros, porém, em virtude da ausência do presidente do TCE/SE, Ulices Andrade, a sessão acabou sendo suspensa pelo relator do processo e vice-presidente da Corte, Carlos Alberto Sobral de Sousa. Oficialmente, sem se pronunciar com detalhes sobre essa causa, o Tribunal informou que, havendo quórum, o pedido de Flávio será julgado amanhã, dia 25, em sessão plenária. A mobilização dos servidores novamente deve ocorrer a partir das 7h.

 


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