A verdadeira natureza de Carlos Pinna

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Publicada em 24/07/2019 às 23:54:00

 

Virou hábito de autoridades, uma vez confrontadas pelos profissionais de comunicação, negar os fatos sem nenhuma cerimônia, acusando de bate pronto a divulgação de Fake News. O expediente é adotado à larga, onde quer que os malfeitos sejam denunciados. Desde os Estados Unidos de Donald Trump, até o Brasil de Jair Bolsonaro. O incômodo evidente de homens tão poderosos, no entanto, apenas depõe em favor do papel imprescindível do Jornalismo.
O conselheiro Carlos Pinna, do Tribunal de Contas do Estado, figura hoje na vergonhosa galeria dos homens públicos pouco afeitos à vigilância da imprensa. Ao ter uma condenação noticiada por este Jornal do Dia - um fato de fácil confirmação, mediante consulta no site do Superior Tribunal de Justiça (STJ) -, resolveu partir para o ataque, desqualificando este diário e o profissional responsável pela apuração. Agindo assim, Carlos Pinna proferiu justo juízo sobre si mesmo. A reação do conselheiro o iguala a um reles caudilho. 
Para apurar os fatos com a maior responsabilidade, incitar a reflexão e promover o debate de ideias é que se presta o único Jornalismo digno do nome. Doa a quem doer. A enorme influência política do conselheiro, homem de grande prestígio na sociedade sergipana, não intimida os profissionais deste diário. A decisão do STJ sobre Carlos Pinna é um fato merecedor de toda a publicidade, tendo em vista o interesse público.
O episódio é exemplar da importância vital do Jornalismo nas sociedades democráticas. Não fosse o Jornal do Dia, Carlos Pinna poderia se apresentar em qualquer ambiente como um homem de mãos limpas, livre de máculas, sem culpa no cartório. Mais do que a condenação aqui divulgada, a sua resposta à matéria atesta, sem nenhum verniz de boas maneiras, a verdadeira natureza do conselheiro.
Vamos à Justiça!

Virou hábito de autoridades, uma vez confrontadas pelos profissionais de comunicação, negar os fatos sem nenhuma cerimônia, acusando de bate pronto a divulgação de Fake News. O expediente é adotado à larga, onde quer que os malfeitos sejam denunciados. Desde os Estados Unidos de Donald Trump, até o Brasil de Jair Bolsonaro. O incômodo evidente de homens tão poderosos, no entanto, apenas depõe em favor do papel imprescindível do Jornalismo.
O conselheiro Carlos Pinna, do Tribunal de Contas do Estado, figura hoje na vergonhosa galeria dos homens públicos pouco afeitos à vigilância da imprensa. Ao ter uma condenação noticiada por este Jornal do Dia - um fato de fácil confirmação, mediante consulta no site do Superior Tribunal de Justiça (STJ) -, resolveu partir para o ataque, desqualificando este diário e o profissional responsável pela apuração. Agindo assim, Carlos Pinna proferiu justo juízo sobre si mesmo. A reação do conselheiro o iguala a um reles caudilho. 
Para apurar os fatos com a maior responsabilidade, incitar a reflexão e promover o debate de ideias é que se presta o único Jornalismo digno do nome. Doa a quem doer. A enorme influência política do conselheiro, homem de grande prestígio na sociedade sergipana, não intimida os profissionais deste diário. A decisão do STJ sobre Carlos Pinna é um fato merecedor de toda a publicidade, tendo em vista o interesse público.
O episódio é exemplar da importância vital do Jornalismo nas sociedades democráticas. Não fosse o Jornal do Dia, Carlos Pinna poderia se apresentar em qualquer ambiente como um homem de mãos limpas, livre de máculas, sem culpa no cartório. Mais do que a condenação aqui divulgada, a sua resposta à matéria atesta, sem nenhum verniz de boas maneiras, a verdadeira natureza do conselheiro.
Vamos à Justiça!