Morte do procurador: julgamento é remarcado

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Publicada em 25/07/2019 às 00:15:00

 

A Justiça remarcou a data do julgamento dos três acusados pelo caso do procurador estadual aposentado Antônio de Melo Araújo, que morreu atropelado no dia 6 de abril de 2014. A sessão aconteceria ontem no Fórum Gumercindo Bessa, no Capucho (zona oeste), mas foi adiada para os dias 28 e 29 de agosto. O juiz da 5ª Vara Criminal, Alício de Oliveira Rocha, alegou que houve falha da secretaria da Vara no cumprimento dos atos necessários para a realização do júri. 
O magistrado deu ainda um prazo de 24 horas para que a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informasse sobre a localização do veículo usado no atropelamento. A SSP informou que o carro, um VW Polo de cor prata, está apreendido no galpão de custódia da Polícia Civil, onde ficam os veículos que estão à disposição da justiça, e que esta informação já foi passada para à secretaria da 5ª Vara Criminal. O sorteio dos jurados chegou a ser realizado ontem, mas acabou cancelado e igualmente remarcado. 
A então companheira do procurador, Anoilza Santos Gama Melo de Araújo, foi presa em 25 de agosto de 2014 e denunciada pelo Ministério Público por homicídio qualificado. Ela foi apontada no inquérito como mandante e articuladora do crime. Dois homens também foram denunciados no processo: Manoel Nogueira Neto e o filho dele, Gabriel Ernesto Nogueira de Oliveira. Segundo as investigações da polícia, o nome de Manoel aparece em contas de energia que foram achadas no Polo. Os dois também são acusados por homicídio e seriam julgados no mesmo dia, mas os processos deles foram desmembrados. A defesa dos réus nega as acusações. 
Antônio de Melo foi atropelado enquanto fazia uma caminhada na avenida Melício Machado, na Aruana (zona de expansão). O inquérito policial do caso, feito à época pela Delegacia Especial de Delitos de Trânsito (DEDT), concluiu que o atropelamento foi criminoso, sendo que o carro foi usado como arma. A perícia do Instituto de Criminalística apontou que o Polo invadiu a contramão da avenida, acertou o procurador pelas costas e o arrastou por cerca de 25 metros. Em seguida, o veículo deu um cavalo-de-pau e fugiu pelo sentido contrário ao que vinha. A polícia apurou também que o veículo era licenciado no Rio de Janeiro e tinha restrição de roubo, mas usava uma placa clonada de Alagoas. (Gabriel Damásio) 

A Justiça remarcou a data do julgamento dos três acusados pelo caso do procurador estadual aposentado Antônio de Melo Araújo, que morreu atropelado no dia 6 de abril de 2014. A sessão aconteceria ontem no Fórum Gumercindo Bessa, no Capucho (zona oeste), mas foi adiada para os dias 28 e 29 de agosto. O juiz da 5ª Vara Criminal, Alício de Oliveira Rocha, alegou que houve falha da secretaria da Vara no cumprimento dos atos necessários para a realização do júri. 
O magistrado deu ainda um prazo de 24 horas para que a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informasse sobre a localização do veículo usado no atropelamento. A SSP informou que o carro, um VW Polo de cor prata, está apreendido no galpão de custódia da Polícia Civil, onde ficam os veículos que estão à disposição da justiça, e que esta informação já foi passada para à secretaria da 5ª Vara Criminal. O sorteio dos jurados chegou a ser realizado ontem, mas acabou cancelado e igualmente remarcado. 
A então companheira do procurador, Anoilza Santos Gama Melo de Araújo, foi presa em 25 de agosto de 2014 e denunciada pelo Ministério Público por homicídio qualificado. Ela foi apontada no inquérito como mandante e articuladora do crime. Dois homens também foram denunciados no processo: Manoel Nogueira Neto e o filho dele, Gabriel Ernesto Nogueira de Oliveira. Segundo as investigações da polícia, o nome de Manoel aparece em contas de energia que foram achadas no Polo. Os dois também são acusados por homicídio e seriam julgados no mesmo dia, mas os processos deles foram desmembrados. A defesa dos réus nega as acusações. 
Antônio de Melo foi atropelado enquanto fazia uma caminhada na avenida Melício Machado, na Aruana (zona de expansão). O inquérito policial do caso, feito à época pela Delegacia Especial de Delitos de Trânsito (DEDT), concluiu que o atropelamento foi criminoso, sendo que o carro foi usado como arma. A perícia do Instituto de Criminalística apontou que o Polo invadiu a contramão da avenida, acertou o procurador pelas costas e o arrastou por cerca de 25 metros. Em seguida, o veículo deu um cavalo-de-pau e fugiu pelo sentido contrário ao que vinha. A polícia apurou também que o veículo era licenciado no Rio de Janeiro e tinha restrição de roubo, mas usava uma placa clonada de Alagoas. (Gabriel Damásio)