Alunos de escola do Eduardo Gomes sobrem arrastão

Geral


  • AÇÃO FOI EM ESCOLA ESTADUAL NO EDUARDO GOMES

 

Milton Alves Júnior
Agentes policiais da 1ª 
Companhia Indepen-
dente de Polícia Militar (1ª CIPM) seguem buscando o paradeiro de dois jovens acusados de ter invadido a Escola Estadual Glorita Portugal, no Conjunto Eduardo Gomes, município de São Cristóvão, e roubar pertences dos estudantes. O fato foi registrado na tarde da última terça-feira, 23, e, conforme informações apresentadas pela diretoria da unidade escolar, os suspeitos são ex-alunos da instituição. Minutos após a abordagem criminosa equipes da Polícia Militar realizaram rondas na perspectiva de encontrar os jovens acusados, mas não obtiveram êxito. As diligências também ocorreram durante todo o dia de ontem.
Diante do susto que atingiu estudantes, professores e demais funcionários, o Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), optou por suspender as atividades durante toda a semana, tendo como perspectiva reiniciar as aulas apenas no próximo dia três de agosto. Ao JORNAL DO DIA, moradores da região que possuem filhos matriculados na escola, mas optaram por não revelar os respectivos nomes nesta reportagem, disseram que esse tipo de ação criminosa já era esperado pela comunidade estudantil. A indignação fica por conta da ausência de rondas ostensivas nos entornos das escolas.
Um desses pais, crítico para com a conjuntura que envolve o sistema de monitoramento e segurança dos adolescentes e servidores públicos, chama a atenção para os recorrentes casos envolvendo ações protagonizavas por ex-estudantes. Segundo ele, a falta de vigilantes patrimoniais, em conjunto com a vulnerabilidade das portarias escolares, contribui para que esse tipo de ocorrência não se trate de situações isoladas. Nos últimos três anos a própria Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), já registrou casos semelhantes em todos os municípios pertencentes a região metropolitana de Aracaju.
"Não tem para onde correr, a estrutura escolar pública parece casa de papel ou açúcar onde os criminosos encontram inúmeras possibilidades de entrar, aterrorizar e levar os celulares dos ex-colegas de escola, como ocorreu agora em São Cristóvão. Sempre a gente ouve a mesma ladainha, mas dois ou três dias depois o assunto cai no esquecimento. Se essas escolas tivessem vigilantes ou carros da polícia circulando com frequência, essas coisas não iriam mais ocorrer em nosso estado", avaliou. O pedido das secretarias é que, caso algum popular possua informações a respeito do local utilizado como esconderijo pelos suspeitos, denuncie.
Esse compartilhamento de informações deve ocorrer de forma anônima, ou não, através do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), 190. De acordo com o Coronel Fábio Machado, responsável pela comunicação social da PM/SE, o setor de inteligência da Polícia Civil foi acionado para colaborar com as investigações. "Sabemos que a ação da dupla foi bastante rápida, porém suficiente para subtrair os aparelhos celulares de algumas vítimas. Esperamos que a população possa colaborar mais uma vez com o nosso trabalho e nos ajudar a encontra e prender os acusados", declarou Machado.

Milton Alves Júnior

Agentes policiais da 1ª  Companhia Indepen- dente de Polícia Militar (1ª CIPM) seguem buscando o paradeiro de dois jovens acusados de ter invadido a Escola Estadual Glorita Portugal, no Conjunto Eduardo Gomes, município de São Cristóvão, e roubar pertences dos estudantes. O fato foi registrado na tarde da última terça-feira, 23, e, conforme informações apresentadas pela diretoria da unidade escolar, os suspeitos são ex-alunos da instituição. Minutos após a abordagem criminosa equipes da Polícia Militar realizaram rondas na perspectiva de encontrar os jovens acusados, mas não obtiveram êxito. As diligências também ocorreram durante todo o dia de ontem.
Diante do susto que atingiu estudantes, professores e demais funcionários, o Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), optou por suspender as atividades durante toda a semana, tendo como perspectiva reiniciar as aulas apenas no próximo dia três de agosto. Ao JORNAL DO DIA, moradores da região que possuem filhos matriculados na escola, mas optaram por não revelar os respectivos nomes nesta reportagem, disseram que esse tipo de ação criminosa já era esperado pela comunidade estudantil. A indignação fica por conta da ausência de rondas ostensivas nos entornos das escolas.
Um desses pais, crítico para com a conjuntura que envolve o sistema de monitoramento e segurança dos adolescentes e servidores públicos, chama a atenção para os recorrentes casos envolvendo ações protagonizavas por ex-estudantes. Segundo ele, a falta de vigilantes patrimoniais, em conjunto com a vulnerabilidade das portarias escolares, contribui para que esse tipo de ocorrência não se trate de situações isoladas. Nos últimos três anos a própria Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), já registrou casos semelhantes em todos os municípios pertencentes a região metropolitana de Aracaju.
"Não tem para onde correr, a estrutura escolar pública parece casa de papel ou açúcar onde os criminosos encontram inúmeras possibilidades de entrar, aterrorizar e levar os celulares dos ex-colegas de escola, como ocorreu agora em São Cristóvão. Sempre a gente ouve a mesma ladainha, mas dois ou três dias depois o assunto cai no esquecimento. Se essas escolas tivessem vigilantes ou carros da polícia circulando com frequência, essas coisas não iriam mais ocorrer em nosso estado", avaliou. O pedido das secretarias é que, caso algum popular possua informações a respeito do local utilizado como esconderijo pelos suspeitos, denuncie.
Esse compartilhamento de informações deve ocorrer de forma anônima, ou não, através do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), 190. De acordo com o Coronel Fábio Machado, responsável pela comunicação social da PM/SE, o setor de inteligência da Polícia Civil foi acionado para colaborar com as investigações. "Sabemos que a ação da dupla foi bastante rápida, porém suficiente para subtrair os aparelhos celulares de algumas vítimas. Esperamos que a população possa colaborar mais uma vez com o nosso trabalho e nos ajudar a encontra e prender os acusados", declarou Machado.

 


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