Uso de drone possibilita à Prefeitura maior eficácia nas ações de combate ao Aedes na capital

Geral


  • PREFEITURA DE ARACAJU COMEÇOU A UTILIZAR DRONES PARA AJUDAR AS EQUIPES DE CAMPO NA VISTORIA DAS LOCALIDADES VISITADAS

  • Drone está sendo usado para identificar possíveis criadouros do Aedes aegypti em Aracaju

 

A Prefeitura de Aracaju segue com equipes intersetoriais mobilizadas para a execução do Plano de Intensificação das Ações de Combate ao Aedes aegypti, apresentado pelo prefeito Edvaldo Nogueira em 28 de junho deste ano. Cumprindo as diretrizes deste Plano, secretarias e órgãos municipais já realizaram, conjuntamente, neste mês, mutirões de combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika, nos bairros Japãozinho, Olaria e Santa Maria, sempre aos sábados. Para garantir mais eficiência a esse trabalho, um drone da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema) tem sido utilizado nesses mutirões para ajudar as equipes de campo na vistoria das localidades visitadas.
Com uma câmera, o drone faz sobrevoos a 30 metros de altura para localizar, em residências ou terrenos, possíveis focos e criadouros do Aedes aegypti. Após a identificação, as equipes são informadas sobre o ponto exato da área suspeita. Os agentes comunitários se encaminham, então, para o local indicado, otimizando o trabalho, que se torna mais eficaz com a utilização desse recurso.
"Assim que temos a informação de que há um local com suspeita de foco do mosquito, vamos até à Unidade Básica de Saúde avisar a equipe de apoio, que entra em contato com a equipe mais próxima do local reconhecido pelo drone. É um trabalho de observação e de identificação. É como se o drone fosse os olhos das equipes que estivessem vendo a área pelo alto", afirma o assessor de informações geográficas da Sema, Roberto Pacheco.
"Lugares inacessíveis e obscuros para uma atividade normal de fiscalização, se tornam acessíveis e claros a partir da entrada do drone. Com isso, conseguimos identificar caixas d'água descobertas, vasos sanitários desalojados e expostos, entulhos de ordem diversa que possibilitam o acúmulo de água e, consequentemente, se tornam focos de proliferação do Aedes aegypti", explica o coordenador de controle ambiental da Sema, Etelvino Neto.
O Plano de Intensificação das Ações de Combate ao Aedes aegypti objetiva prevenir e controlar processos epidêmicos e evitar a ocorrência de mortes e complicações derivadas de doenças transmitidas pelo mosquito.

A Prefeitura de Aracaju segue com equipes intersetoriais mobilizadas para a execução do Plano de Intensificação das Ações de Combate ao Aedes aegypti, apresentado pelo prefeito Edvaldo Nogueira em 28 de junho deste ano. Cumprindo as diretrizes deste Plano, secretarias e órgãos municipais já realizaram, conjuntamente, neste mês, mutirões de combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika, nos bairros Japãozinho, Olaria e Santa Maria, sempre aos sábados. Para garantir mais eficiência a esse trabalho, um drone da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema) tem sido utilizado nesses mutirões para ajudar as equipes de campo na vistoria das localidades visitadas.
Com uma câmera, o drone faz sobrevoos a 30 metros de altura para localizar, em residências ou terrenos, possíveis focos e criadouros do Aedes aegypti. Após a identificação, as equipes são informadas sobre o ponto exato da área suspeita. Os agentes comunitários se encaminham, então, para o local indicado, otimizando o trabalho, que se torna mais eficaz com a utilização desse recurso.
"Assim que temos a informação de que há um local com suspeita de foco do mosquito, vamos até à Unidade Básica de Saúde avisar a equipe de apoio, que entra em contato com a equipe mais próxima do local reconhecido pelo drone. É um trabalho de observação e de identificação. É como se o drone fosse os olhos das equipes que estivessem vendo a área pelo alto", afirma o assessor de informações geográficas da Sema, Roberto Pacheco.
"Lugares inacessíveis e obscuros para uma atividade normal de fiscalização, se tornam acessíveis e claros a partir da entrada do drone. Com isso, conseguimos identificar caixas d'água descobertas, vasos sanitários desalojados e expostos, entulhos de ordem diversa que possibilitam o acúmulo de água e, consequentemente, se tornam focos de proliferação do Aedes aegypti", explica o coordenador de controle ambiental da Sema, Etelvino Neto.
O Plano de Intensificação das Ações de Combate ao Aedes aegypti objetiva prevenir e controlar processos epidêmicos e evitar a ocorrência de mortes e complicações derivadas de doenças transmitidas pelo mosquito.

 


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