Uso de drone possibilita à Prefeitura maior eficácia nas ações de combate ao Aedes na capital

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PREFEITURA DE ARACAJU COMEÇOU A UTILIZAR DRONES PARA AJUDAR AS EQUIPES DE CAMPO NA VISTORIA DAS LOCALIDADES VISITADAS
PREFEITURA DE ARACAJU COMEÇOU A UTILIZAR DRONES PARA AJUDAR AS EQUIPES DE CAMPO NA VISTORIA DAS LOCALIDADES VISITADAS

Drone está sendo usado para identificar possíveis criadouros do Aedes aegypti em Aracaju
Drone está sendo usado para identificar possíveis criadouros do Aedes aegypti em Aracaju

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Publicada em 25/07/2019 às 00:23:00

 

A Prefeitura de Aracaju segue com equipes intersetoriais mobilizadas para a execução do Plano de Intensificação das Ações de Combate ao Aedes aegypti, apresentado pelo prefeito Edvaldo Nogueira em 28 de junho deste ano. Cumprindo as diretrizes deste Plano, secretarias e órgãos municipais já realizaram, conjuntamente, neste mês, mutirões de combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika, nos bairros Japãozinho, Olaria e Santa Maria, sempre aos sábados. Para garantir mais eficiência a esse trabalho, um drone da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema) tem sido utilizado nesses mutirões para ajudar as equipes de campo na vistoria das localidades visitadas.
Com uma câmera, o drone faz sobrevoos a 30 metros de altura para localizar, em residências ou terrenos, possíveis focos e criadouros do Aedes aegypti. Após a identificação, as equipes são informadas sobre o ponto exato da área suspeita. Os agentes comunitários se encaminham, então, para o local indicado, otimizando o trabalho, que se torna mais eficaz com a utilização desse recurso.
"Assim que temos a informação de que há um local com suspeita de foco do mosquito, vamos até à Unidade Básica de Saúde avisar a equipe de apoio, que entra em contato com a equipe mais próxima do local reconhecido pelo drone. É um trabalho de observação e de identificação. É como se o drone fosse os olhos das equipes que estivessem vendo a área pelo alto", afirma o assessor de informações geográficas da Sema, Roberto Pacheco.
"Lugares inacessíveis e obscuros para uma atividade normal de fiscalização, se tornam acessíveis e claros a partir da entrada do drone. Com isso, conseguimos identificar caixas d'água descobertas, vasos sanitários desalojados e expostos, entulhos de ordem diversa que possibilitam o acúmulo de água e, consequentemente, se tornam focos de proliferação do Aedes aegypti", explica o coordenador de controle ambiental da Sema, Etelvino Neto.
O Plano de Intensificação das Ações de Combate ao Aedes aegypti objetiva prevenir e controlar processos epidêmicos e evitar a ocorrência de mortes e complicações derivadas de doenças transmitidas pelo mosquito.

A Prefeitura de Aracaju segue com equipes intersetoriais mobilizadas para a execução do Plano de Intensificação das Ações de Combate ao Aedes aegypti, apresentado pelo prefeito Edvaldo Nogueira em 28 de junho deste ano. Cumprindo as diretrizes deste Plano, secretarias e órgãos municipais já realizaram, conjuntamente, neste mês, mutirões de combate ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika, nos bairros Japãozinho, Olaria e Santa Maria, sempre aos sábados. Para garantir mais eficiência a esse trabalho, um drone da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema) tem sido utilizado nesses mutirões para ajudar as equipes de campo na vistoria das localidades visitadas.
Com uma câmera, o drone faz sobrevoos a 30 metros de altura para localizar, em residências ou terrenos, possíveis focos e criadouros do Aedes aegypti. Após a identificação, as equipes são informadas sobre o ponto exato da área suspeita. Os agentes comunitários se encaminham, então, para o local indicado, otimizando o trabalho, que se torna mais eficaz com a utilização desse recurso.
"Assim que temos a informação de que há um local com suspeita de foco do mosquito, vamos até à Unidade Básica de Saúde avisar a equipe de apoio, que entra em contato com a equipe mais próxima do local reconhecido pelo drone. É um trabalho de observação e de identificação. É como se o drone fosse os olhos das equipes que estivessem vendo a área pelo alto", afirma o assessor de informações geográficas da Sema, Roberto Pacheco.
"Lugares inacessíveis e obscuros para uma atividade normal de fiscalização, se tornam acessíveis e claros a partir da entrada do drone. Com isso, conseguimos identificar caixas d'água descobertas, vasos sanitários desalojados e expostos, entulhos de ordem diversa que possibilitam o acúmulo de água e, consequentemente, se tornam focos de proliferação do Aedes aegypti", explica o coordenador de controle ambiental da Sema, Etelvino Neto.
O Plano de Intensificação das Ações de Combate ao Aedes aegypti objetiva prevenir e controlar processos epidêmicos e evitar a ocorrência de mortes e complicações derivadas de doenças transmitidas pelo mosquito.