Nordeste unido

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Publicada em 29/07/2019 às 22:50:00

 

A união faz a força. Pensando as
sim, os governadores nordestinos 
se uniram em um grande consórcio regional, com o fim de dinamizar a economia local e enfrentar a crise. O planejamento abarca um período inicial de 12 meses. A intenção é economizar recursos e investir em bloco, arregaçar as mangas, sem esperar por ajuda de cima.
Os governadores nordestinos fazem muito bem. No plano Federal, diversas matérias em debate unificam os interessas da região. Pacto federativo, Fundeb, Plano Mansueto, Lei Kandir, além da cessão onerosa do pré-sal têm o potencial de encher as burras dos governos estaduais da região. Até lá, no entanto, a situação é de dificuldade generalizada.
Com dificuldade de honrar a folha de pagamento e compromissos assumidos com fornecedores do estado, o governador de Sergipe vislumbra, finalmente, uma luz no fim do túnel. A julgar pelo entusiasmo de Belivaldo Chagas, trata-se aqui de um verdadeiro marco na gestão dos estados nordestinos.
"O Consórcio Nordeste viabilizará uma série de ações para dinamizar as gestões estaduais. Vamos gerar economia nas compras públicas, trocar boas práticas de gestão, facilitar convênios, buscar investimentos internacionais nos estados e aumentar a integração nas principais áreas governamentais".
O Consórcio Nordeste é presidido pelo governador Rui Costa, da Bahia, personagem de um bate boca virtual provocado pelo presidente Jair Bolsonaro, sob o pretexto de inaugurar o aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista, há poucos dias. Apesar disso, ninguém ali fez menção à má vontade declarada do governo de turno, em Brasília, com a região. De todo modo, os governadores nordestinos acertam em arregaçar as mangas, todos juntos. A crise econômica persistente é apenas mais um dos problemas a serem enfrentados pelos "paraíbas".

A união faz a força. Pensando as sim, os governadores nordestinos  se uniram em um grande consórcio regional, com o fim de dinamizar a economia local e enfrentar a crise. O planejamento abarca um período inicial de 12 meses. A intenção é economizar recursos e investir em bloco, arregaçar as mangas, sem esperar por ajuda de cima.
Os governadores nordestinos fazem muito bem. No plano Federal, diversas matérias em debate unificam os interessas da região. Pacto federativo, Fundeb, Plano Mansueto, Lei Kandir, além da cessão onerosa do pré-sal têm o potencial de encher as burras dos governos estaduais da região. Até lá, no entanto, a situação é de dificuldade generalizada.
Com dificuldade de honrar a folha de pagamento e compromissos assumidos com fornecedores do estado, o governador de Sergipe vislumbra, finalmente, uma luz no fim do túnel. A julgar pelo entusiasmo de Belivaldo Chagas, trata-se aqui de um verdadeiro marco na gestão dos estados nordestinos.
"O Consórcio Nordeste viabilizará uma série de ações para dinamizar as gestões estaduais. Vamos gerar economia nas compras públicas, trocar boas práticas de gestão, facilitar convênios, buscar investimentos internacionais nos estados e aumentar a integração nas principais áreas governamentais".
O Consórcio Nordeste é presidido pelo governador Rui Costa, da Bahia, personagem de um bate boca virtual provocado pelo presidente Jair Bolsonaro, sob o pretexto de inaugurar o aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista, há poucos dias. Apesar disso, ninguém ali fez menção à má vontade declarada do governo de turno, em Brasília, com a região. De todo modo, os governadores nordestinos acertam em arregaçar as mangas, todos juntos. A crise econômica persistente é apenas mais um dos problemas a serem enfrentados pelos "paraíbas".