Dinheiro prometido não chega a Riachuelo

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Publicada em 29/07/2019 às 23:21:00

 

Passaram 13 dias após o Governo Federal ter reconhecido a situação de emergência vivenciada pela cidade sergipana de Riachuelo, prometido o repasse de R$ 600 mil reais, mas até a noite de ontem o valor prometido ainda não havia sido transferido para os cofres públicos do município. Essa verba foi carimbada em forma de ajuda humanitária à população atingida pelas fortes chuvas e enchentes registradas no início deste mês. A situação de emergência foi decretada pela prefeita Cândida Leite (MDB) na quinta-feira (11). A medida extrema se fez possível após as ações da natureza terem provocado a extravasão da barragem Jacarecica II para o Rio Jacarecica. 578 famílias ficaram desabrigadas.
Paralelo ao atraso do depósito, chama a atenção dos gestores públicos municipais e estaduais o fato de o decreto ter sido assinado pelo secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas, o qual chegou a visitar Sergipe e as áreas mais afetadas pelas enchentes visando constatar de perto a situação de calamidade, mas até o momento o repasse segue travado administrativamente. Enquanto as promessas federais não são cumpridas, as famílias que permanecem desabrigadas continuam necessitando de doações. Entre os itens da lista de necessidades primordiais estão: ovos, carnes, calabresa, leite, temperos, legumes / verduras, farinha, farinha de cuscuz, manteiga, cremogema, vinagre e óleo.
De acordo com a Assessoria de Comunicação do município, além destes alimentos, alguns utensílios, a exemplo de produtos de limpeza para casa, higiene pessoal, copos descartáveis, peças íntimas, colchão e lençol também compõem a lista de produtos indicados e necessários para doações. Donativos esses que desde o último dia 11 estão sendo recolhidos em diversos municípios sergipanos. Essa coleta de produtos ocorre por meio de unidades sindicais, órgãos públicos, associações de moradores, igrejas e times de futebol. Na manhã de ontem a prefeita Cândida Leite informou que o município, apesar das dificuldades financeiras, tem trabalhado junto com o Governo de Sergipe para solucionar paulatinamente os problemas causados pelo temporal.
De acordo com a Prefeitura de Riachuelo, ao longo dos últimos dez dias sem chuvas fortes e contínuas, todas as famílias desalojadas já foram retiradas dos abrigos e estão em suas residências. Apesar dessa transferência, a cidade enaltece a importância da verba prometida para reestruturar o município. (MAJ)

Passaram 13 dias após o Governo Federal ter reconhecido a situação de emergência vivenciada pela cidade sergipana de Riachuelo, prometido o repasse de R$ 600 mil reais, mas até a noite de ontem o valor prometido ainda não havia sido transferido para os cofres públicos do município. Essa verba foi carimbada em forma de ajuda humanitária à população atingida pelas fortes chuvas e enchentes registradas no início deste mês. A situação de emergência foi decretada pela prefeita Cândida Leite (MDB) na quinta-feira (11). A medida extrema se fez possível após as ações da natureza terem provocado a extravasão da barragem Jacarecica II para o Rio Jacarecica. 578 famílias ficaram desabrigadas.
Paralelo ao atraso do depósito, chama a atenção dos gestores públicos municipais e estaduais o fato de o decreto ter sido assinado pelo secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas, o qual chegou a visitar Sergipe e as áreas mais afetadas pelas enchentes visando constatar de perto a situação de calamidade, mas até o momento o repasse segue travado administrativamente. Enquanto as promessas federais não são cumpridas, as famílias que permanecem desabrigadas continuam necessitando de doações. Entre os itens da lista de necessidades primordiais estão: ovos, carnes, calabresa, leite, temperos, legumes / verduras, farinha, farinha de cuscuz, manteiga, cremogema, vinagre e óleo.
De acordo com a Assessoria de Comunicação do município, além destes alimentos, alguns utensílios, a exemplo de produtos de limpeza para casa, higiene pessoal, copos descartáveis, peças íntimas, colchão e lençol também compõem a lista de produtos indicados e necessários para doações. Donativos esses que desde o último dia 11 estão sendo recolhidos em diversos municípios sergipanos. Essa coleta de produtos ocorre por meio de unidades sindicais, órgãos públicos, associações de moradores, igrejas e times de futebol. Na manhã de ontem a prefeita Cândida Leite informou que o município, apesar das dificuldades financeiras, tem trabalhado junto com o Governo de Sergipe para solucionar paulatinamente os problemas causados pelo temporal.
De acordo com a Prefeitura de Riachuelo, ao longo dos últimos dez dias sem chuvas fortes e contínuas, todas as famílias desalojadas já foram retiradas dos abrigos e estão em suas residências. Apesar dessa transferência, a cidade enaltece a importância da verba prometida para reestruturar o município. (MAJ)