Mãe de menino abusado em supermercado presta depoimento

Cidades

 

A Polícia Civil continua ouvindo os depoimentos de testemunhas no inquérito que investiga o suposto abuso sexual cometido por um advogado contra um menino de 12 anos, dentro do banheiro de um supermercado na Jabotiana, zona oeste da capital. Na manhã desta terça-feira, a mãe do garoto esteve na sede do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV). Ela estava acompanhada do seu atual companheiro e os dois foram ouvidos durante cerca de uma hora pela delegada Anneclay Figueiredo, responsável pela investigação. 
Na saída, a mãe conversou com os jornalistas e desabafou sobre o drama vivido pela família desde o abuso ocorrido na tarde do último sábado. Ela relata que o menino ainda está traumatizado com a situação, mas se recupera aos poucos e já voltou a frequentar a escola. Disse também que está tentando amenizar o trauma, impedindo o garoto de ter acesso a reportagens que falem sobre o episódio. No entanto, a situação tem se mostrado difícil. "Está sendo muito sofrido para ele e para nós. A minha vontade é de colocá-lo em uma bolha e protegê-lo de tudo", desabafou a jovem, que é de Canindé do São Francisco (Sertão).
A mulher também reclama que, até ser ouvida pela polícia, não recebeu qualquer assistência psicológica e nem foi procurada por representantes do supermercado ou mesmo da Ordem dos Advogados do Brasil. Ela questiona o tratamento que foi dado pela entidade ao advogado André de Jesus Santana, 35 anos, que foi preso em flagrante e está detido no Presídio Militar. "Aliás, quero fazer uma pergunta: quem é o adolescente? É o preso? Porque eu vi na televisão que acionaram uma comissão de sei-lá-o-quê pra acompanhar o caso. Até hoje não foi procurada por ninguém. Só os repórteres, que me descobriram não sei como e tiveram a preocupação de vir ver o que aconteceu conosco", criticou.
A presidente da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente da OAB, Acácia Lélis, disse ontem que esteve no DAGV para buscar informações sobre ao caso e se colocou à disposição da família do garoto. O advogado André Santana foi indiciado por estupro de vulnerável e já teve a prisão preventiva decretada. A polícia deve concluir o inquérito do caso até a semana que vem. 

A Polícia Civil continua ouvindo os depoimentos de testemunhas no inquérito que investiga o suposto abuso sexual cometido por um advogado contra um menino de 12 anos, dentro do banheiro de um supermercado na Jabotiana, zona oeste da capital. Na manhã desta terça-feira, a mãe do garoto esteve na sede do Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV). Ela estava acompanhada do seu atual companheiro e os dois foram ouvidos durante cerca de uma hora pela delegada Anneclay Figueiredo, responsável pela investigação. 
Na saída, a mãe conversou com os jornalistas e desabafou sobre o drama vivido pela família desde o abuso ocorrido na tarde do último sábado. Ela relata que o menino ainda está traumatizado com a situação, mas se recupera aos poucos e já voltou a frequentar a escola. Disse também que está tentando amenizar o trauma, impedindo o garoto de ter acesso a reportagens que falem sobre o episódio. No entanto, a situação tem se mostrado difícil. "Está sendo muito sofrido para ele e para nós. A minha vontade é de colocá-lo em uma bolha e protegê-lo de tudo", desabafou a jovem, que é de Canindé do São Francisco (Sertão).
A mulher também reclama que, até ser ouvida pela polícia, não recebeu qualquer assistência psicológica e nem foi procurada por representantes do supermercado ou mesmo da Ordem dos Advogados do Brasil. Ela questiona o tratamento que foi dado pela entidade ao advogado André de Jesus Santana, 35 anos, que foi preso em flagrante e está detido no Presídio Militar. "Aliás, quero fazer uma pergunta: quem é o adolescente? É o preso? Porque eu vi na televisão que acionaram uma comissão de sei-lá-o-quê pra acompanhar o caso. Até hoje não foi procurada por ninguém. Só os repórteres, que me descobriram não sei como e tiveram a preocupação de vir ver o que aconteceu conosco", criticou.
A presidente da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente da OAB, Acácia Lélis, disse ontem que esteve no DAGV para buscar informações sobre ao caso e se colocou à disposição da família do garoto. O advogado André Santana foi indiciado por estupro de vulnerável e já teve a prisão preventiva decretada. A polícia deve concluir o inquérito do caso até a semana que vem. 

 


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