PRENDER MORO E DALLAGNOL, EIS A QUESTÃO

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Publicada em 07/08/2019 às 22:36:00

 

* Rômulo Rodrigues
A semana começou com uma bomba mui-
to mais letal do que as revelações do The 
Intercept; a notícia sobre o livro-reportagem "Os onze" escrito por Felipe Recondo e Luiz Weber que descreve os bastidores do STF, desde a AP-470 em 2005, até a instalação do Governo Bolsonaro e revela que houve ameaça de Golpe Militar caso Haddad vencesse a eleição.
Nada de novo, mais uma constatação de que a eleição foi fraudada para dar sequência à destruição de uma Nação, cujo erro, para o grande capital, era estar se tornando soberana, o que fez com que o mercado acionasse seus asseclas para porem fim à experiência democrática e a entregassem aos rentistas.
Foi o que já aconteceu e agora tratam só do rescaldo do incêndio criminoso e muito destruidor. Diante de tamanha traição à Pátria, por parte do consórcio político, jurídico, midiático e militar, pergunto: "O que fazer"?
A resposta tem que ser dada a partir de uma grande construção; o amálgama de todas as forças da Sociedade Civil Organizada, em um bloco unitário, firme e corajoso para marchar sobre o consórcio corrupto e antipatriótico que está subordinado ao Departamento de Estado dos EUA.
Esta deve ser a estratégia para garantir a preservação do Estado Democrático de Direito, como primeira ação sobre o STF. O passo seguinte será destituir Moro e Dallagnol de todos os seus poderes, processá-los, condená-los e prendê-los, pelo devido processo legal. Ou, absolve-los se forem inocentes.
Para conseguir será preciso aproveitar o momento de intensa contradição existente na Suprema Corte e lhe dar força popular para que assuma seu papel perante o Brasil e a História.
A Sociedade Civil Organizada, em uma Frente Ampla, terá força para garantir a liberdade de Lula; prisioneiro da Guerra Híbrida, há mais de um ano e, cada dia mais reconhecido como a única liderança capaz de pacificar o País. Por isso, a urgência de ampliar e mobilizar para ter "Lula livre".
Dallagnol é peça fundamental para que a população brasileira saiba que a Lava Jato deve ser desmoralizada e aniquilada.
A Lava Jato quebrou o Brasil e as Empresas de Engenharia Pesada, responsável por metade do Capital que movimentava o Mercado no Brasil e foi a peça principal para eleger Bolsonaro Presidente; era âncora para os projetos pessoais de Moro e Dallangnol, e agora tem revelado o lado mais cruel do golpe; quebraram as Empresas brasileiras para dar espaços para as americanas.
As orquestrações criminosas da dupla vão muito além de simples fofocas como quer o Ministro Barroso, Advogado do Sistema Globo no STF.
O terror da agiotagem internacional cristalizou-se na primeira década do século quando viram o Brasil, sob o comando de um Operário, a Venezuela com um Coronel nacionalista, a Argentina retomando o peronismo e a Bolívia comandada por um Índio, tendo em comum a defesa do continente e as soberanias de seus Países e o não alinhamento subalterno aos Estados Unidos; sendo estes os motivos suficientes para deflagrarem uma Guerra Híbrida de dominação total do Continente.
Foi assim que, sabendo que no Brasil o tema corrupção seria capaz de homogeinizar a  maioria da classe média, se aproveitaram da Operação Lava Jato e a transformaram na mais sofisticada organização criminosa que se tem notícias.
Consorciada da trama, a mídia escolheu dois atores bem engajados com os interesses dos EUA e fez deles heróis salvadores da pátria e deu caminhos para satisfazerem suas ambições enquanto prestavam o serviço sujo de quebrar um País que já falava grosso na agenda mundial.
Não se pode dizer que tenham contas secretas por lá, mas fontes de renda por aqui já estão sendo reveladas com denúncias de palestras muito bem pagas.
Como a cada dia e a cada hora surgem novas bombas; as mais recentes dão conta de uma palestra anunciada antes das divulgações do The Intercept, programada para 16 de Setembro, para apenas 250 pagantes, com vendas de ingressos na promoção a US$ 795, exibindo como chamariz uma foto do Moro portando uma faixa muito suspeita; parece que está dando xabú.
Gilmar Mendes até que enfim botou o dedo na ferida, ao dizer; a força tarefa chefiada por Dallagnol fazia "um jogo de compadres" e se tornou uma organização criminosa para investigar pessoas".
O Ministro vai mais além e diz que os R$ 2 bilhões cobrados pela fundação organizada por Dallagnol ia "fazer chover" e sustentar blogs de apoio - creio que comandados pelo Antagonista, cujo dono está preso por fraude nos EUA - para dar continuidade ao trabalho que resultou na eleição de Bolsonaro e dar toda proteção na cobertura a Moro para abafar seus crimes como Juiz e como Ministro da Justiça, cargo que recebeu como prêmio por ter fraudado a eleição. Vai mais fundo e diz: Força Tarefa entre Ministério e Juiz é crime.
Portanto, toda mobilização por Lula Livre deve incorporar o pedido das prisões de Moro e Dallgnol. É preciso dizer para a sociedade que a Lava Jato sempre foi uma quadrilha. Ponto Final.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

A semana começou com uma bomba mui- to mais letal do que as revelações do The  Intercept; a notícia sobre o livro-reportagem "Os onze" escrito por Felipe Recondo e Luiz Weber que descreve os bastidores do STF, desde a AP-470 em 2005, até a instalação do Governo Bolsonaro e revela que houve ameaça de Golpe Militar caso Haddad vencesse a eleição.
Nada de novo, mais uma constatação de que a eleição foi fraudada para dar sequência à destruição de uma Nação, cujo erro, para o grande capital, era estar se tornando soberana, o que fez com que o mercado acionasse seus asseclas para porem fim à experiência democrática e a entregassem aos rentistas.
Foi o que já aconteceu e agora tratam só do rescaldo do incêndio criminoso e muito destruidor. Diante de tamanha traição à Pátria, por parte do consórcio político, jurídico, midiático e militar, pergunto: "O que fazer"?
A resposta tem que ser dada a partir de uma grande construção; o amálgama de todas as forças da Sociedade Civil Organizada, em um bloco unitário, firme e corajoso para marchar sobre o consórcio corrupto e antipatriótico que está subordinado ao Departamento de Estado dos EUA.
Esta deve ser a estratégia para garantir a preservação do Estado Democrático de Direito, como primeira ação sobre o STF. O passo seguinte será destituir Moro e Dallagnol de todos os seus poderes, processá-los, condená-los e prendê-los, pelo devido processo legal. Ou, absolve-los se forem inocentes.
Para conseguir será preciso aproveitar o momento de intensa contradição existente na Suprema Corte e lhe dar força popular para que assuma seu papel perante o Brasil e a História.
A Sociedade Civil Organizada, em uma Frente Ampla, terá força para garantir a liberdade de Lula; prisioneiro da Guerra Híbrida, há mais de um ano e, cada dia mais reconhecido como a única liderança capaz de pacificar o País. Por isso, a urgência de ampliar e mobilizar para ter "Lula livre".
Dallagnol é peça fundamental para que a população brasileira saiba que a Lava Jato deve ser desmoralizada e aniquilada.
A Lava Jato quebrou o Brasil e as Empresas de Engenharia Pesada, responsável por metade do Capital que movimentava o Mercado no Brasil e foi a peça principal para eleger Bolsonaro Presidente; era âncora para os projetos pessoais de Moro e Dallangnol, e agora tem revelado o lado mais cruel do golpe; quebraram as Empresas brasileiras para dar espaços para as americanas.
As orquestrações criminosas da dupla vão muito além de simples fofocas como quer o Ministro Barroso, Advogado do Sistema Globo no STF.
O terror da agiotagem internacional cristalizou-se na primeira década do século quando viram o Brasil, sob o comando de um Operário, a Venezuela com um Coronel nacionalista, a Argentina retomando o peronismo e a Bolívia comandada por um Índio, tendo em comum a defesa do continente e as soberanias de seus Países e o não alinhamento subalterno aos Estados Unidos; sendo estes os motivos suficientes para deflagrarem uma Guerra Híbrida de dominação total do Continente.
Foi assim que, sabendo que no Brasil o tema corrupção seria capaz de homogeinizar a  maioria da classe média, se aproveitaram da Operação Lava Jato e a transformaram na mais sofisticada organização criminosa que se tem notícias.
Consorciada da trama, a mídia escolheu dois atores bem engajados com os interesses dos EUA e fez deles heróis salvadores da pátria e deu caminhos para satisfazerem suas ambições enquanto prestavam o serviço sujo de quebrar um País que já falava grosso na agenda mundial.
Não se pode dizer que tenham contas secretas por lá, mas fontes de renda por aqui já estão sendo reveladas com denúncias de palestras muito bem pagas.
Como a cada dia e a cada hora surgem novas bombas; as mais recentes dão conta de uma palestra anunciada antes das divulgações do The Intercept, programada para 16 de Setembro, para apenas 250 pagantes, com vendas de ingressos na promoção a US$ 795, exibindo como chamariz uma foto do Moro portando uma faixa muito suspeita; parece que está dando xabú.
Gilmar Mendes até que enfim botou o dedo na ferida, ao dizer; a força tarefa chefiada por Dallagnol fazia "um jogo de compadres" e se tornou uma organização criminosa para investigar pessoas".
O Ministro vai mais além e diz que os R$ 2 bilhões cobrados pela fundação organizada por Dallagnol ia "fazer chover" e sustentar blogs de apoio - creio que comandados pelo Antagonista, cujo dono está preso por fraude nos EUA - para dar continuidade ao trabalho que resultou na eleição de Bolsonaro e dar toda proteção na cobertura a Moro para abafar seus crimes como Juiz e como Ministro da Justiça, cargo que recebeu como prêmio por ter fraudado a eleição. Vai mais fundo e diz: Força Tarefa entre Ministério e Juiz é crime.
Portanto, toda mobilização por Lula Livre deve incorporar o pedido das prisões de Moro e Dallgnol. É preciso dizer para a sociedade que a Lava Jato sempre foi uma quadrilha. Ponto Final.

* Rômulo Rodrigues é militante político