Peça teatral arrecada meia tonelada de alimentos

Geral


  • Pose para a foto apÓs a apresentação

 

Na noite dessa terça-feira (6), a Somese em parceria com os estudantes de medicina da turma 106 da Universidade Federal de Sergipe apresentaram a peça teatral "O Futuro da Humanidade", uma adaptação do livro homônimo do psiquiatra Augusto Cury, no Teatro Atheneu.
Para ter acesso à peça, os espectadores realizaram a doação de 2 kg de alimentos não-perecíveis que totalizaram meia tonelada e que foram doados as instituições Mulheres de Peito, Associação dos Amigos da Oncologia (AMO) e Associação de Apoio ao Adulto com Câncer do Estado de Sergipe (AAACASE).
O professor e presidente da Somese,  José Aderval Aragão, agradeceu todo o empenho dos alunos e a presença dos familiares que foram assistir à peça teatral. "A realização desse evento tem o intuito de unir a turma em prol de uma atividade e fazer com que eles entendam a importância da humanização do médico", pontuou Dr. Aderval.
A presidente da AMO, Conceição Balbino, parabenizou os alunos pela brilhante apresentação e explicou que é importante sair da caixinha. "A gente da área da saúde, precisa aprender a reaprender e foi isso que a peça trouxe, que é necessário sair de dentro da caixinha e aprender de novo. Acredito que teremos no final do período alunos mais humanos e comprometidos do que quando entraram na Universidade", destacou Conceição.
Henrique Batista, que faz parte do Conselho Federal de Medicina e da Comissão de Humanidades Médicas, parabenizou a Somese e os alunos pela magnífica apresentação. "Esses alunos apresentaram uma lição primorosa de como o médico deve ser nesses tempos em que existem o imperativo técnico-científico. Se não existir a humanização e a sensibilidade de que devemos ajudar, a medicina perde o sentido", esclareceu Dr. Henrique.
Segundo o estudante de medicina, Lucas Costa, a peça foi muito importante porque tiveram que trabalhar em equipe. "Pudemos conhecer melhor a turma composta por 50 pessoas e conseguimos interagir com cada um e saber que futuramente trabalharemos em equipe, mas como médicos", explicou Lucas.

Na noite dessa terça-feira (6), a Somese em parceria com os estudantes de medicina da turma 106 da Universidade Federal de Sergipe apresentaram a peça teatral "O Futuro da Humanidade", uma adaptação do livro homônimo do psiquiatra Augusto Cury, no Teatro Atheneu.
Para ter acesso à peça, os espectadores realizaram a doação de 2 kg de alimentos não-perecíveis que totalizaram meia tonelada e que foram doados as instituições Mulheres de Peito, Associação dos Amigos da Oncologia (AMO) e Associação de Apoio ao Adulto com Câncer do Estado de Sergipe (AAACASE).
O professor e presidente da Somese,  José Aderval Aragão, agradeceu todo o empenho dos alunos e a presença dos familiares que foram assistir à peça teatral. "A realização desse evento tem o intuito de unir a turma em prol de uma atividade e fazer com que eles entendam a importância da humanização do médico", pontuou Dr. Aderval.
A presidente da AMO, Conceição Balbino, parabenizou os alunos pela brilhante apresentação e explicou que é importante sair da caixinha. "A gente da área da saúde, precisa aprender a reaprender e foi isso que a peça trouxe, que é necessário sair de dentro da caixinha e aprender de novo. Acredito que teremos no final do período alunos mais humanos e comprometidos do que quando entraram na Universidade", destacou Conceição.
Henrique Batista, que faz parte do Conselho Federal de Medicina e da Comissão de Humanidades Médicas, parabenizou a Somese e os alunos pela magnífica apresentação. "Esses alunos apresentaram uma lição primorosa de como o médico deve ser nesses tempos em que existem o imperativo técnico-científico. Se não existir a humanização e a sensibilidade de que devemos ajudar, a medicina perde o sentido", esclareceu Dr. Henrique.
Segundo o estudante de medicina, Lucas Costa, a peça foi muito importante porque tiveram que trabalhar em equipe. "Pudemos conhecer melhor a turma composta por 50 pessoas e conseguimos interagir com cada um e saber que futuramente trabalharemos em equipe, mas como médicos", explicou Lucas.

 


COMPARTILHAR NAS REDES SOCIAIS