Orquestra Sinfônica vai retomar o projeto Cantos do Brasil

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Publicada em 13/08/2019 às 22:53:00

 

Na próxima quinta-feira, 15 de agosto, a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a regência de seu diretor artístico maestro Guilherme Mannis,  retoma o projeto "Cantos do Brasil": concerto inteiramente dedicado à música nacional. 
Nesta edição, o grupo concentrará suas performances na obra do mais importante compositor brasileiro de todos os tempos, Heitor Villa-Lobos, com a interpretação de duas de suas mais importantes obras: Bachianas Brasileiras nº4 e 5, em versão para grande orquestra de John Krance. Completam o programa a abertura da ópera "O Garatuja", de Alberto Nepomuceno, e a obra "Alá", do compositor baiano e professor da Universidade Federal da Bahia Paulo Costa Lima.
O concerto, com início às 20h30, será realizado no Teatro Atheneu, e os ingressos, a preços populares, já estão disponíveis em sua bilheteria. 
O programa - As Bachianas Brasileiras, de Heitor Villa-Lobos, reúnem nove composições escritas a partir de 1922. Nesse conjunto de obras, escritas para diversas formações, Villa-Lobos fundiu material folclórico brasileiro, em especial a música caipira, às formas pré-clássicas no estilo de Bach, com a intenção de se construir uma versão brasileira dos Concertos de Brandemburgo. Todos os movimentos das Bachianas, inclusive, receberam dois títulos: um bachiano, outro brasileiro. São trechos famosos de Bachianas, além da Toccata, também chamada de "O Trenzinho do Caipira" (nº2), o Coral (O Canto do Sertão) e a Dança (Miudinho) (nº4), e a Ária (Cantilena), que abre as Bachianas nº5.
Já em relação à peça "Alá", do compositor baiano Paulo Costa Lima, a obra se inspira num tradicional gesto afro-baiano, algumas vezes presente na Festa do Bonfim (Oxalá): a utilização de um pano branco como dossel, dando destaque e reverência às pessoas que caminham sob ele. Sendo assim, a partir de gestos (fragmentos) melódicos também derivados de cantigas afro-brasileiras, vai se compondo um painel sonoro buscando fluidez e vibração de cordas simpáticas.
Completa o programa a peça "O Garatuja" (1904), uma abertura de ópera inacabada do compositor Alberto Nepomuceno, cuja proposta principal, nesta obra, é a de mesclar características da música popular brasileira aos cânones românticos de composição e orquestração.

Na próxima quinta-feira, 15 de agosto, a Orquestra Sinfônica de Sergipe, sob a regência de seu diretor artístico maestro Guilherme Mannis,  retoma o projeto "Cantos do Brasil": concerto inteiramente dedicado à música nacional. 
Nesta edição, o grupo concentrará suas performances na obra do mais importante compositor brasileiro de todos os tempos, Heitor Villa-Lobos, com a interpretação de duas de suas mais importantes obras: Bachianas Brasileiras nº4 e 5, em versão para grande orquestra de John Krance. Completam o programa a abertura da ópera "O Garatuja", de Alberto Nepomuceno, e a obra "Alá", do compositor baiano e professor da Universidade Federal da Bahia Paulo Costa Lima.
O concerto, com início às 20h30, será realizado no Teatro Atheneu, e os ingressos, a preços populares, já estão disponíveis em sua bilheteria. 

O programa - As Bachianas Brasileiras, de Heitor Villa-Lobos, reúnem nove composições escritas a partir de 1922. Nesse conjunto de obras, escritas para diversas formações, Villa-Lobos fundiu material folclórico brasileiro, em especial a música caipira, às formas pré-clássicas no estilo de Bach, com a intenção de se construir uma versão brasileira dos Concertos de Brandemburgo. Todos os movimentos das Bachianas, inclusive, receberam dois títulos: um bachiano, outro brasileiro. São trechos famosos de Bachianas, além da Toccata, também chamada de "O Trenzinho do Caipira" (nº2), o Coral (O Canto do Sertão) e a Dança (Miudinho) (nº4), e a Ária (Cantilena), que abre as Bachianas nº5.
Já em relação à peça "Alá", do compositor baiano Paulo Costa Lima, a obra se inspira num tradicional gesto afro-baiano, algumas vezes presente na Festa do Bonfim (Oxalá): a utilização de um pano branco como dossel, dando destaque e reverência às pessoas que caminham sob ele. Sendo assim, a partir de gestos (fragmentos) melódicos também derivados de cantigas afro-brasileiras, vai se compondo um painel sonoro buscando fluidez e vibração de cordas simpáticas.
Completa o programa a peça "O Garatuja" (1904), uma abertura de ópera inacabada do compositor Alberto Nepomuceno, cuja proposta principal, nesta obra, é a de mesclar características da música popular brasileira aos cânones românticos de composição e orquestração.