Alan Adi é finalista do Sergipe em prêmio nacional de artes plásticas

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Publicada em 14/08/2019 às 22:38:00

 

O sergipano Alan Adi é um dos 30 finalistas da 7ª edição do Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça, considerado o mais importante e tradicional das artes visuais no País. Com um trabalho focado na condição do artista migrante nordestino, Adi se junta aos trabalhos dos demais finalistas em uma exposição no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (MAB FAAP), em São Paulo, a partir do dia 13 de setembro. Cinco vencedores serão anunciados durante cerimônia em 12 de setembro. Eles receberão uma bolsa de trabalho no valor de R$ 50.000,00 e serão acompanhados por um curador de arte durante um ano. Além disso, terão suas obras apresentadas em exposições itinerantes em cinco capitais brasileiras.
Paralelamente à exposição dos 30 finalistas, serão exibidas obras de mais 11 artistas do Projeto Arte e Indústria, que nesta edição presta homenagem a Anna Bella Geiger e reúne nomes como Brígida Baltar, Carlos Mélo, Cristina Canale, Frida Baranek, Karin Lambrecht, Leda Catunda, Nelly Gutmacher, Paola Junqueira, Rosângela Rennó e Walmor Correa.
Considerado o mais tradicional e relevante das artes visuais do Brasil, o Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça recebeu 687 inscrições de 24 Estados e do Distrito Federal. O júri - composto pelos curadores Ana Avelar, Bernardo Mosqueira, Clarissa Diniz, Gabriela Motta, Josué Mattos e Marcus Lontra, e pela artista Rochelle Costi - selecionou 30 finalistas de gerações e trajetórias diversas, contemplando tanto artistas consagrados quanto emergentes. "O prêmio busca identificar, premiar e promover trajetórias artísticas, independente da faixa etária. Contemplamos tanto jovens, que possuem trajetória expressiva nas suas regiões e precisam desse prêmio para desenvolver suas carreiras, quanto artistas mais experientes e conhecidos, que merecem o reconhecimento nacional proporcionado pela premiação", comenta o curador Marcus Lontra.
Esta edição da premiação foi pautada pela proposta curatorial de trazer à luz o protagonismo feminino em todas as suas instâncias, incluindo a do júri, que levou a proposta como premissa para a seleção dos 30 finalistas. "A presença feminina é enorme na arte brasileira e pode ser percebida com muita clareza, especialmente na passagem do moderno para o contemporâneo; porém, nem sempre há o reconhecimento devido. Como o prêmio tem abrangência nacional, deve refletir, dentro do possível, as características da produção artística brasileira", comenta o curador.
Os cinco premiados receberão uma bolsa de trabalho no valor de R$ 50.000,00 e serão acompanhados por um curador de arte durante um ano. Além disso, terão suas obras apresentadas em exposições itinerantes em cinco capitais brasileiras.

O sergipano Alan Adi é um dos 30 finalistas da 7ª edição do Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça, considerado o mais importante e tradicional das artes visuais no País. Com um trabalho focado na condição do artista migrante nordestino, Adi se junta aos trabalhos dos demais finalistas em uma exposição no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (MAB FAAP), em São Paulo, a partir do dia 13 de setembro. Cinco vencedores serão anunciados durante cerimônia em 12 de setembro. Eles receberão uma bolsa de trabalho no valor de R$ 50.000,00 e serão acompanhados por um curador de arte durante um ano. Além disso, terão suas obras apresentadas em exposições itinerantes em cinco capitais brasileiras.
Paralelamente à exposição dos 30 finalistas, serão exibidas obras de mais 11 artistas do Projeto Arte e Indústria, que nesta edição presta homenagem a Anna Bella Geiger e reúne nomes como Brígida Baltar, Carlos Mélo, Cristina Canale, Frida Baranek, Karin Lambrecht, Leda Catunda, Nelly Gutmacher, Paola Junqueira, Rosângela Rennó e Walmor Correa.
Considerado o mais tradicional e relevante das artes visuais do Brasil, o Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça recebeu 687 inscrições de 24 Estados e do Distrito Federal. O júri - composto pelos curadores Ana Avelar, Bernardo Mosqueira, Clarissa Diniz, Gabriela Motta, Josué Mattos e Marcus Lontra, e pela artista Rochelle Costi - selecionou 30 finalistas de gerações e trajetórias diversas, contemplando tanto artistas consagrados quanto emergentes. "O prêmio busca identificar, premiar e promover trajetórias artísticas, independente da faixa etária. Contemplamos tanto jovens, que possuem trajetória expressiva nas suas regiões e precisam desse prêmio para desenvolver suas carreiras, quanto artistas mais experientes e conhecidos, que merecem o reconhecimento nacional proporcionado pela premiação", comenta o curador Marcus Lontra.
Esta edição da premiação foi pautada pela proposta curatorial de trazer à luz o protagonismo feminino em todas as suas instâncias, incluindo a do júri, que levou a proposta como premissa para a seleção dos 30 finalistas. "A presença feminina é enorme na arte brasileira e pode ser percebida com muita clareza, especialmente na passagem do moderno para o contemporâneo; porém, nem sempre há o reconhecimento devido. Como o prêmio tem abrangência nacional, deve refletir, dentro do possível, as características da produção artística brasileira", comenta o curador.
Os cinco premiados receberão uma bolsa de trabalho no valor de R$ 50.000,00 e serão acompanhados por um curador de arte durante um ano. Além disso, terão suas obras apresentadas em exposições itinerantes em cinco capitais brasileiras.