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O artista migrante é tema recorrente no trabalho de Alan Adi
O artista migrante é tema recorrente no trabalho de Alan Adi

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Publicada em 14/08/2019 às 22:39:00

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Artista visual, Alan 
Adi não se ocupa 
de comércio, não figura no acervo dos colecionadores mais propensos aos rapapés das colunas sociais. Talvez por isso, ele seja citado tão pouco em letra de imprensa. 
Apesar do relativo silêncio que pesa sobre o seu trabalho, poucos profissionais em atividade na terrinha já ousaram tanto, a ponto de crescer e aparecer nos grandes centros urbanos, onde verdadeiramente viceja um mercado de arte.
Graduado em letras, o artista mantém uma produção constante, participou de exposições em São Paulo, Belém, Brasília, Rio de Janeiro e Fortaleza. Alan foi um dos premiados do III Prêmio EDP nas Artes do Instituto Ohtake e vencedor do Prêmio BNB de Cultura, em 2008, na categoria Artes Integradas. 
Como se não bastasse tanta experiência, Alan Adi se consagrou entre os finalistas do Prêmio Marcantonio Vilaça, o mais prestigiado do País. Em setembro, ele mais 29 colegas dos quatro cantos do Brasil, selecionados entre centenas de inscritos, participam de uma exposição coletiva no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado (MAB - FAAP), em São Paulo. No evento de abertura, serão conhecidos os cinco vencedores agraciados com as portas abertas do mercado nacional e uma bolada de R$ 50 mil.
O leitor abra o olho. Quem acompanha o Jornal do Dia, sabe do talento do cabra há muito tempo.

Artista visual, Alan  Adi não se ocupa  de comércio, não figura no acervo dos colecionadores mais propensos aos rapapés das colunas sociais. Talvez por isso, ele seja citado tão pouco em letra de imprensa. 
Apesar do relativo silêncio que pesa sobre o seu trabalho, poucos profissionais em atividade na terrinha já ousaram tanto, a ponto de crescer e aparecer nos grandes centros urbanos, onde verdadeiramente viceja um mercado de arte.
Graduado em letras, o artista mantém uma produção constante, participou de exposições em São Paulo, Belém, Brasília, Rio de Janeiro e Fortaleza. Alan foi um dos premiados do III Prêmio EDP nas Artes do Instituto Ohtake e vencedor do Prêmio BNB de Cultura, em 2008, na categoria Artes Integradas. 
Como se não bastasse tanta experiência, Alan Adi se consagrou entre os finalistas do Prêmio Marcantonio Vilaça, o mais prestigiado do País. Em setembro, ele mais 29 colegas dos quatro cantos do Brasil, selecionados entre centenas de inscritos, participam de uma exposição coletiva no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado (MAB - FAAP), em São Paulo. No evento de abertura, serão conhecidos os cinco vencedores agraciados com as portas abertas do mercado nacional e uma bolada de R$ 50 mil.
O leitor abra o olho. Quem acompanha o Jornal do Dia, sabe do talento do cabra há muito tempo.