Suspeito por morte de menina morre em confronto

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Publicada em 15/08/2019 às 22:42:00

 

Gabriel Damásio
A polícia chegou a 
mais um dos cinco 
suspeitos de envolvimento com a morte da menina Mariana Karina de Jesus Silva, de oito anos, que aconteceu na madrugada desta quarta-feira em Cristinápolis (Sul). A menina foi assassinada por um grupo de cinco criminosos armados que entraram na casa família e procuraram por um tio da vítima, que é usuário de drogas. Na madrugada de ontem, o terceiro suspeito do crime, Leonardo Francisco de Aquino, morreu em uma troca de tiros com policiais civis e militares que cercaram a casa onde ele se encontrava, periferia de Estância. 
O cerco aconteceu por volta das 2h da madrugada. Durante o confronto, um soldado da Polícia Militar foi ferido com um tiro na perna, disparado pelo acusado. O militar foi socorrido ao Hospital Regional Jessé Fontes, em Estância, e transferido para o Hospital da Polícia Militar (HPM), na capital. O estado de saúde dele é considerado bom. Leonardo, por sua vez, foi baleado pelos policiais e também foi levado ao hospital local, mas morreu a caminho. 
De acordo com o delegado de Cristinápolis, Edson Nixon, a localização de Leonardo se deu a partir da prisão dos dois primeiros suspeitos envolvidos: José da Hora Costa Santos e Maiara Nascimento Cardoso, que foram detidos na manhã de anteontem, horas depois da invasão à casa da família de Mariana, e autuados por associação ao tráfico. Um deles foi apontado como o autor dos tiros que mataram a garota. 
"Desde as primeiras horas da manhã, trabalhamos para identificar os integrantes desse grupo criminoso aqui de Cristinápolis. Ainda tem mais dois indivíduos para localizar, fizemos diligências até a madrugada, e vamos insistir até que todos estejam presos", disse o delegado. Um quarto envolvido no caso, Denisson Batista Silva, se entregou à polícia ontem à tarde na Delegacia de Cristinápolis, onde esteve acompanhado por um advogado. 
Os investigadores da unidade estão ouvindo os depoimentos de testemunhas e de familiares da menina, para entender a dinâmica do crime. O coordenador de Polícia do Interior, Jonathas Evangelista, disse que todos os suspeitos são membros de uma quadrilha de traficantes que atua na região. "É uma quadrilha envolvida com os crimes de tráfico de drogas e de homicídio em toda a região. Identificamos três pessoas que fizeram a execução direta do crime e outras duas que colaboraram. As investigações continuam no sentido de identificar outros crimes que eles tenham executado e outros prováveis participantes dessa organização", afirmou. 
O corpo da menina Mariana foi enterrado ontem de manhã no cemitério de Cristinápolis, sob clima de muita revolta dos amigos e parentes. A ação de buscas aos matadores da menina envolveu, além da Delegacia de Cristinápolis, equipes da Delegacia Regional de Tobias Barreto, do 11º Batalhão de Polícia Militar (11º BPM) e da Companhia Independente de Operações Policiais em Área de Caatinga (Ciopac). A polícia pede ajuda da população para localizar o último suspeito foragido, através do Disque Denúncia (181).

Gabriel Damásio

A polícia chegou a  mais um dos cinco  suspeitos de envolvimento com a morte da menina Mariana Karina de Jesus Silva, de oito anos, que aconteceu na madrugada desta quarta-feira em Cristinápolis (Sul). A menina foi assassinada por um grupo de cinco criminosos armados que entraram na casa família e procuraram por um tio da vítima, que é usuário de drogas. Na madrugada de ontem, o terceiro suspeito do crime, Leonardo Francisco de Aquino, morreu em uma troca de tiros com policiais civis e militares que cercaram a casa onde ele se encontrava, periferia de Estância. 
O cerco aconteceu por volta das 2h da madrugada. Durante o confronto, um soldado da Polícia Militar foi ferido com um tiro na perna, disparado pelo acusado. O militar foi socorrido ao Hospital Regional Jessé Fontes, em Estância, e transferido para o Hospital da Polícia Militar (HPM), na capital. O estado de saúde dele é considerado bom. Leonardo, por sua vez, foi baleado pelos policiais e também foi levado ao hospital local, mas morreu a caminho. 
De acordo com o delegado de Cristinápolis, Edson Nixon, a localização de Leonardo se deu a partir da prisão dos dois primeiros suspeitos envolvidos: José da Hora Costa Santos e Maiara Nascimento Cardoso, que foram detidos na manhã de anteontem, horas depois da invasão à casa da família de Mariana, e autuados por associação ao tráfico. Um deles foi apontado como o autor dos tiros que mataram a garota. 
"Desde as primeiras horas da manhã, trabalhamos para identificar os integrantes desse grupo criminoso aqui de Cristinápolis. Ainda tem mais dois indivíduos para localizar, fizemos diligências até a madrugada, e vamos insistir até que todos estejam presos", disse o delegado. Um quarto envolvido no caso, Denisson Batista Silva, se entregou à polícia ontem à tarde na Delegacia de Cristinápolis, onde esteve acompanhado por um advogado. 
Os investigadores da unidade estão ouvindo os depoimentos de testemunhas e de familiares da menina, para entender a dinâmica do crime. O coordenador de Polícia do Interior, Jonathas Evangelista, disse que todos os suspeitos são membros de uma quadrilha de traficantes que atua na região. "É uma quadrilha envolvida com os crimes de tráfico de drogas e de homicídio em toda a região. Identificamos três pessoas que fizeram a execução direta do crime e outras duas que colaboraram. As investigações continuam no sentido de identificar outros crimes que eles tenham executado e outros prováveis participantes dessa organização", afirmou. 
O corpo da menina Mariana foi enterrado ontem de manhã no cemitério de Cristinápolis, sob clima de muita revolta dos amigos e parentes. A ação de buscas aos matadores da menina envolveu, além da Delegacia de Cristinápolis, equipes da Delegacia Regional de Tobias Barreto, do 11º Batalhão de Polícia Militar (11º BPM) e da Companhia Independente de Operações Policiais em Área de Caatinga (Ciopac). A polícia pede ajuda da população para localizar o último suspeito foragido, através do Disque Denúncia (181).