Ginastas da GR comemoram medalhas

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
Atletas da Ginástica Rítmica exibem com orgulho, as três medalhas conquistadas no Pan de Lima. Uma delas de ouro
Atletas da Ginástica Rítmica exibem com orgulho, as três medalhas conquistadas no Pan de Lima. Uma delas de ouro

A técnica Camila Ferezin comemora a conquista do Pan, mas já está de olho nos pré-olímpicos
A técnica Camila Ferezin comemora a conquista do Pan, mas já está de olho nos pré-olímpicos

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 17/08/2019 às 16:36:00

 

O título de campeão 
geral da GR nos Jo-
gos Pan-Americanos de Lima, não veio como era esperado. Mas o Brasil esteve três vezes no pódio, nas três modalidades em que participou. O país conquistou duas medalhas de bronze e uma de ouro, coroando a atuação da equipe na competição continental.
Agora, de volta aos trabalhos no Centro Nacional de Ginástica em Aracaju, as meninas trabalham sério, visando as competições que terão nesse segundo semestre. "Mas o foco mesmo são os pré-olímpicos, onde o Brasil vai lutar para conquistar a vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2000", revelou Camila Ferezin, coordenadora de Ginastica Rítmica da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) e técnica da seleção brasileira de GR-Conjunto.
Esta semana, a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), promoveu uma janela de imprensa, disponibilizando as ginastas e técnicas para entrevistas e apresentação das duas medalhas de bronze e a de ouro, que com orgulho elas carregavam no peito. Muito desinibidas, Déborah Medrado, Camila Godinho, Nicole Pircio, Beatriz Linhares e Vitória Borges demonstraram uma experiência acima da comum, ao falarem nas entrevistas, das conquistas em Lima.
A capitã Débora Medrado, disse que no momento em que a serie se encaixou, saiu certinha, a medalha de ouro chegou e foi muito comemorada.
- Poderíamos ter conquistado um pouco mais. No entanto, a inexperiência contribuiu para alguns erros nas apresentações. Cometemos algumas falhas e isso foi prejudicial.  No aparelho maça, foi onde cometemos a falha. Faltou um pouco de experiência para resolver mais rápido. Mas mesmo assim, conseguimos segurar e levamos a série até o final - comentou a capitã, Deborah Medrado. 
Essa é a seleção mais jovem formada pela CBG, 17 anos é a média de idade, mas tem ginastas ainda com 16 anos e com muita estrada pela frente. Das meninas que estiveram no Pan, Camila Godinho é a mais experiente e tem apenas 19 anos.  
Para a técnica Camila Ferezin, o título geral não veio, mas a participação foi extremamente positiva e o Brasil esteve no pódio nas três modalidades disputadas. Ela diz que ainda está comemorando os resultados, mas já está com o foco nas próximas competições.
- Foi um resultado altamente positivo. Estivemos no pódio por três vezes. Nas três modalidades disputadas, o Brasil esteve no pódio em todas as três. Desde 1999, quando eu era uma das ginastas, que o Brasil sempre esteve no pódio do Pan-Americano. Voltamos bem felizes e muito satisfeitas com o resultado. É uma equipe jovem, muito promissora e elas conseguiram na última entrada na quadra, encaixar a coreografia e trazer essa medalha de ouro para o Brasil - comemora Camila Ferezin.
A presidente da CBG, Luciene Resende, considera a participação da ginastica do Brasil no Pan-Americano simplesmente fantástica. Não foi só a GR quem se destacou, o Brasil conquistou muitas medalhas também na Ginástica Olímpica. Não medalhou no Trampolim, mas tivemos muitas revelações.
- Tivemos uma participação histórica nesses Jogos Pan-Americanos em Lima. Conquistamos medalhas inéditas. Foram 16 medalhas ao todo. Tivemos êxito na GR, na Olímpica e até em Trampolim. São as três modalidades olímpicas onde o Brasil teve participações excelentes- avaliou Luciene Resende. 
Além das ginastas que formam a seleção principal e estiveram no Pan a técnica Camila com ainda com Maria Eduarda Arakaki, Bárbara Galvão, Maiara Cândido, Victória Borges e Victória Kamily.   
Mas para a técnica Camila Ferezin, o Pan já ficou para trás. O foco agora são as competições que virão nesse segundo semestre, onde o foco principal são os pré-olímpicos. E tudo já começa no mês de setembro, na Copa no Mundial em Kazan, na Rússia, na Copa do Mundo em Portugal e no pré-olímpico em Baku, no Azerbaijão, primeira oportunidade de se tentar uma vaga olímpica. A segunda será em 2020, na Pan-Americano de GR, em maio nos Estados Unidos.   
- A gente é referência nas Américas e estamos entre os melhores do mundo. Estamos trabalhando bastante o emocional. Mas sabendo que além do pré-olímpico temos a última competição, que será em maio de 2020 nos EUA. Lá é nossa grande oportunidade. Mas o ideal seria conquistar essa vaga já agora, no pré-olímpico. Seria uma consagração - admite Camila.
Camila destaca que a renovação na seleção foi satisfatória e esses resultados dentro da quadra tem uma equipe multidisciplinar que trabalha diuturnamente para o sucesso da Ginastica Rítmica do Brasil.
- Esses profissionais merecem os nossos respeitos e consideração, pois nos dão um forte apoio e retaguarda.  A orientação nutricional das atletas é realizada pela Professora a Dra. Renata Rebello Mendes, por meio de parceria com a UFS temos também trabalha a nutricionista Carolina Aragão, O massoterapeuta Leonardo Carneiro e Penha Leal, a Clínica de Fisioterapia REAB, com o Fisioterapeuta responsável Paulo Márcio a equipe médica com Dr. Reutheman Madruga, Dr. Mário Costa e Dra Karina Hatano. A equipe de psicólogos é formada por Erasmo Teixeira, Sarah Castro e Marcus Vinícius. O treinador físico o João Gomes a assistente técnica Bruna Martins e o Colégio Millennium, que nos fornecem as bolsas de estudo - lembrou Camila Ferezin.
- A CBG teve uma marca histórica nesse Pan. Tivemos medalhas inéditas. Foram 16 ao todo. Isso faz com que o nosso país tenha tido um excelente resultado - ressaltou Luciene Resende.
O Mundial de Baku, em setembro, é o próximo passo na busca da classificação olímpica. Além dele, o título no Campeonato Pan-Americano de 2020 pode garantir a vaga continental nos Jogos de Tóquio 2020.

O título de campeão  geral da GR nos Jo- gos Pan-Americanos de Lima, não veio como era esperado. Mas o Brasil esteve três vezes no pódio, nas três modalidades em que participou. O país conquistou duas medalhas de bronze e uma de ouro, coroando a atuação da equipe na competição continental.
Agora, de volta aos trabalhos no Centro Nacional de Ginástica em Aracaju, as meninas trabalham sério, visando as competições que terão nesse segundo semestre. "Mas o foco mesmo são os pré-olímpicos, onde o Brasil vai lutar para conquistar a vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2000", revelou Camila Ferezin, coordenadora de Ginastica Rítmica da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) e técnica da seleção brasileira de GR-Conjunto.
Esta semana, a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), promoveu uma janela de imprensa, disponibilizando as ginastas e técnicas para entrevistas e apresentação das duas medalhas de bronze e a de ouro, que com orgulho elas carregavam no peito. Muito desinibidas, Déborah Medrado, Camila Godinho, Nicole Pircio, Beatriz Linhares e Vitória Borges demonstraram uma experiência acima da comum, ao falarem nas entrevistas, das conquistas em Lima.
A capitã Débora Medrado, disse que no momento em que a serie se encaixou, saiu certinha, a medalha de ouro chegou e foi muito comemorada.
- Poderíamos ter conquistado um pouco mais. No entanto, a inexperiência contribuiu para alguns erros nas apresentações. Cometemos algumas falhas e isso foi prejudicial.  No aparelho maça, foi onde cometemos a falha. Faltou um pouco de experiência para resolver mais rápido. Mas mesmo assim, conseguimos segurar e levamos a série até o final - comentou a capitã, Deborah Medrado. 
Essa é a seleção mais jovem formada pela CBG, 17 anos é a média de idade, mas tem ginastas ainda com 16 anos e com muita estrada pela frente. Das meninas que estiveram no Pan, Camila Godinho é a mais experiente e tem apenas 19 anos.  
Para a técnica Camila Ferezin, o título geral não veio, mas a participação foi extremamente positiva e o Brasil esteve no pódio nas três modalidades disputadas. Ela diz que ainda está comemorando os resultados, mas já está com o foco nas próximas competições.
- Foi um resultado altamente positivo. Estivemos no pódio por três vezes. Nas três modalidades disputadas, o Brasil esteve no pódio em todas as três. Desde 1999, quando eu era uma das ginastas, que o Brasil sempre esteve no pódio do Pan-Americano. Voltamos bem felizes e muito satisfeitas com o resultado. É uma equipe jovem, muito promissora e elas conseguiram na última entrada na quadra, encaixar a coreografia e trazer essa medalha de ouro para o Brasil - comemora Camila Ferezin.
A presidente da CBG, Luciene Resende, considera a participação da ginastica do Brasil no Pan-Americano simplesmente fantástica. Não foi só a GR quem se destacou, o Brasil conquistou muitas medalhas também na Ginástica Olímpica. Não medalhou no Trampolim, mas tivemos muitas revelações.
- Tivemos uma participação histórica nesses Jogos Pan-Americanos em Lima. Conquistamos medalhas inéditas. Foram 16 medalhas ao todo. Tivemos êxito na GR, na Olímpica e até em Trampolim. São as três modalidades olímpicas onde o Brasil teve participações excelentes- avaliou Luciene Resende. 
Além das ginastas que formam a seleção principal e estiveram no Pan a técnica Camila com ainda com Maria Eduarda Arakaki, Bárbara Galvão, Maiara Cândido, Victória Borges e Victória Kamily.   
Mas para a técnica Camila Ferezin, o Pan já ficou para trás. O foco agora são as competições que virão nesse segundo semestre, onde o foco principal são os pré-olímpicos. E tudo já começa no mês de setembro, na Copa no Mundial em Kazan, na Rússia, na Copa do Mundo em Portugal e no pré-olímpico em Baku, no Azerbaijão, primeira oportunidade de se tentar uma vaga olímpica. A segunda será em 2020, na Pan-Americano de GR, em maio nos Estados Unidos.   
- A gente é referência nas Américas e estamos entre os melhores do mundo. Estamos trabalhando bastante o emocional. Mas sabendo que além do pré-olímpico temos a última competição, que será em maio de 2020 nos EUA. Lá é nossa grande oportunidade. Mas o ideal seria conquistar essa vaga já agora, no pré-olímpico. Seria uma consagração - admite Camila.
Camila destaca que a renovação na seleção foi satisfatória e esses resultados dentro da quadra tem uma equipe multidisciplinar que trabalha diuturnamente para o sucesso da Ginastica Rítmica do Brasil.
- Esses profissionais merecem os nossos respeitos e consideração, pois nos dão um forte apoio e retaguarda.  A orientação nutricional das atletas é realizada pela Professora a Dra. Renata Rebello Mendes, por meio de parceria com a UFS temos também trabalha a nutricionista Carolina Aragão, O massoterapeuta Leonardo Carneiro e Penha Leal, a Clínica de Fisioterapia REAB, com o Fisioterapeuta responsável Paulo Márcio a equipe médica com Dr. Reutheman Madruga, Dr. Mário Costa e Dra Karina Hatano. A equipe de psicólogos é formada por Erasmo Teixeira, Sarah Castro e Marcus Vinícius. O treinador físico o João Gomes a assistente técnica Bruna Martins e o Colégio Millennium, que nos fornecem as bolsas de estudo - lembrou Camila Ferezin.
- A CBG teve uma marca histórica nesse Pan. Tivemos medalhas inéditas. Foram 16 ao todo. Isso faz com que o nosso país tenha tido um excelente resultado - ressaltou Luciene Resende.
O Mundial de Baku, em setembro, é o próximo passo na busca da classificação olímpica. Além dele, o título no Campeonato Pan-Americano de 2020 pode garantir a vaga continental nos Jogos de Tóquio 2020.