Mais um preso em nova fase da 'Operação Narke'

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
Drogas sintéticas e objetos apreendidos pela Polícia Federal
Drogas sintéticas e objetos apreendidos pela Polícia Federal

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 20/08/2019 às 22:51:00

 

Gabriel Damásio
A Polícia Federal defla-
grou ontem, em Ara-
caju, a segunda fase da 'Operação Narke', que investiga um grupo responsável pela prática de crimes de contrabando, corrupção, falsificação de medicamentos e tráfico de drogas sintéticas e anabolizantes. A diligência foi um desdobramento da análise do material apreendido durante a primeira fase da operação, ocorrida em 18 de julho. 
As equipes policiais estiveram em dois endereços da capital, em cumprimento a dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal de Sergipe (JFSE), e apreenderam um carro, um artefato explosivo, anabolizantes de origem estrangeira, embalagens vazias e rótulos da substância oxandrolona, que é vendida sob controle especial. Segundo a PF, um homem tentou destruir seu telefone celular, na tentativa de ocultar provas, mas acabou preso em flagrante.
Além de comprovar a comercialização dos produtos proibidos, de origem estrangeira e sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as investigações indicaram que o homem detido falsificava medicamentos, ou seja, vendia a substância "melatonina" como se fosse "oxandrolona".
O trabalho de investigação da PF teve início em outubro de 2018, quando um rapaz de 32 anos foi preso por agentes federais no Distrito Industrial (zona sul), ao ser flagrado com 100 ampolas de anabolizantes que seriam despachados pelo correio. De acordo com a PF, confirmou-se que um dos investigados atuava na distribuição de anabolizantes no estado de Sergipe e outro era responsável pela distribuição de drogas sintéticas em festas de música eletrônica. Há ainda a estimativa de que o grupo tenha movimentado valores superiores a R$ 200 mil somente no ano de 2018.
Os envolvidos responderão pelos crimes de contrabando e falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de capitais. O nome 'Narke', usado para batizar a operação, é uma palavra grega que quer dizer 'torpor' ou 'entorpecimento', e serve de base etimológica para a palavra 'narcótico', que é sinônimo de droga.

Gabriel Damásio

A Polícia Federal defla- grou ontem, em Ara- caju, a segunda fase da 'Operação Narke', que investiga um grupo responsável pela prática de crimes de contrabando, corrupção, falsificação de medicamentos e tráfico de drogas sintéticas e anabolizantes. A diligência foi um desdobramento da análise do material apreendido durante a primeira fase da operação, ocorrida em 18 de julho. 
As equipes policiais estiveram em dois endereços da capital, em cumprimento a dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal de Sergipe (JFSE), e apreenderam um carro, um artefato explosivo, anabolizantes de origem estrangeira, embalagens vazias e rótulos da substância oxandrolona, que é vendida sob controle especial. Segundo a PF, um homem tentou destruir seu telefone celular, na tentativa de ocultar provas, mas acabou preso em flagrante.
Além de comprovar a comercialização dos produtos proibidos, de origem estrangeira e sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as investigações indicaram que o homem detido falsificava medicamentos, ou seja, vendia a substância "melatonina" como se fosse "oxandrolona".
O trabalho de investigação da PF teve início em outubro de 2018, quando um rapaz de 32 anos foi preso por agentes federais no Distrito Industrial (zona sul), ao ser flagrado com 100 ampolas de anabolizantes que seriam despachados pelo correio. De acordo com a PF, confirmou-se que um dos investigados atuava na distribuição de anabolizantes no estado de Sergipe e outro era responsável pela distribuição de drogas sintéticas em festas de música eletrônica. Há ainda a estimativa de que o grupo tenha movimentado valores superiores a R$ 200 mil somente no ano de 2018.
Os envolvidos responderão pelos crimes de contrabando e falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de capitais. O nome 'Narke', usado para batizar a operação, é uma palavra grega que quer dizer 'torpor' ou 'entorpecimento', e serve de base etimológica para a palavra 'narcótico', que é sinônimo de droga.