Codevasf e Ufal estudam cultivo consorciado de camarão e tilápia em Sergipe

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  • A ação é realizada no Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Betume

 

O cultivo consorciado de tilápia e camarão gigante da Malásia pode se tornar realidade no Baixo São Francisco Sergipano. Nesta terça-feira (20), um grupo de produtores conheceu o trabalho experimental desenvolvido pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), para incentivar a atividade na região. A ação é realizada no Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Betume.
Durante a visita, que teve a presença do superintendente regional da Codevasf César Mandarino, produtores dos projetos públicos de irrigação Propriá, Cotinguiba/Pindoba e Betume conheceram a unidade demonstrativa de produção de tilápia e camarão gigante da Malásia e tiraram dúvidas sobre a criação consorciada dessas espécies. A visita foi tratada como pontapé inicial para discutir a adoção desse modelo de cultivo nos projetos irrigados da região.
 "O nosso objetivo aqui é apresentar esse trabalho, que ainda está em fase de desenvolvimento, para que possam ser estudadas novas alternativas econômicas para os perímetros irrigados. A criação de camarão é muito rentável e, portanto, pode ser uma fonte de renda importante para os produtores da região", explicou o superintendente regional César Mandarino.
O cultivo experimental é realizado em um viveiro com 2 mil m², onde foram inseridos 3 mil pós-larvas de camarão e 3 mil alevinos de tilápia, cultivados há oito meses. Os testes devem ser realizados por um total de dois anos. A proposta é fomentar esse cultivo entre produtores familiares da região.
O trabalho experimental realizado em conjunto com a Ufal integra um acordo de cooperação técnica firmado entre a Codevasf e a instituição de ensino. A parceria também viabilizou projetos de produção experimental de camarão-pitu e de pacamã com o objetivo de recompor os estoques pesqueiros dessas espécies, ambas consideradas em extinção no rio São Francisco.

O cultivo consorciado de tilápia e camarão gigante da Malásia pode se tornar realidade no Baixo São Francisco Sergipano. Nesta terça-feira (20), um grupo de produtores conheceu o trabalho experimental desenvolvido pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), para incentivar a atividade na região. A ação é realizada no Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Betume.
Durante a visita, que teve a presença do superintendente regional da Codevasf César Mandarino, produtores dos projetos públicos de irrigação Propriá, Cotinguiba/Pindoba e Betume conheceram a unidade demonstrativa de produção de tilápia e camarão gigante da Malásia e tiraram dúvidas sobre a criação consorciada dessas espécies. A visita foi tratada como pontapé inicial para discutir a adoção desse modelo de cultivo nos projetos irrigados da região.
 "O nosso objetivo aqui é apresentar esse trabalho, que ainda está em fase de desenvolvimento, para que possam ser estudadas novas alternativas econômicas para os perímetros irrigados. A criação de camarão é muito rentável e, portanto, pode ser uma fonte de renda importante para os produtores da região", explicou o superintendente regional César Mandarino.
O cultivo experimental é realizado em um viveiro com 2 mil m², onde foram inseridos 3 mil pós-larvas de camarão e 3 mil alevinos de tilápia, cultivados há oito meses. Os testes devem ser realizados por um total de dois anos. A proposta é fomentar esse cultivo entre produtores familiares da região.
O trabalho experimental realizado em conjunto com a Ufal integra um acordo de cooperação técnica firmado entre a Codevasf e a instituição de ensino. A parceria também viabilizou projetos de produção experimental de camarão-pitu e de pacamã com o objetivo de recompor os estoques pesqueiros dessas espécies, ambas consideradas em extinção no rio São Francisco.

 


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