Dengue preocupa cada vez mais

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Publicada em 21/08/2019 às 23:36:00

 

Passado o período chuvoso, quan-
do o número dos casos de den-
gue tende a aumentar, no embalo da proliferação do mosquito Aedes Aegypti, as notificações da doença em 2019 já superam as de todo o ano anterior. Sinal de que as prefeituras municipais e o Governo de Sergipe dormiram no ponto.
A informação é da Secretaria de Estado da Saúde. Até a 31ª semana epidemiológica - que vai de 30 de dezembro de 2018 a 3 de agosto de 2019 - foram notificados 6.881 casos suspeitos de dengue, com 4.547 classificados como casos prováveis e uma taxa de incidência (TI) de 199,6 casos/100 mil habitantes. Até o momento, 2.742 casos foram confirmados.
Em Aracaju, a situação é preocupante. O quarto Levantamento de Índice Rápido Aedes aegypti (LIRAa), divulgado em julho, apontou que a capital sergipana apresenta um risco de 2,6 pontos, considerado médio. A bem da verdade, no entanto, poucas cidade sergipanas estão a salvo de perigo. 
Mais da metade dos municípios do estado está em situação de risco médio, ou em alerta. Somente Amparo do São Francisco, Japoatã e Santa Rosa de Lima ainda não notificaram nenhum caso suspeito, este ano.
Os dados refletem a impressão corrente, de negligência com a saúde da população. Se em tempos mais prósperos, com fartura de recursos, o combate a endemias não foi prioridade, imagine agora, em plena crise econômica. Apesar das vítimas fatais, perdas irreparáveis, o mosquito da dengue é apenas mais um na fila interminável de problemas que batem à porta dos gestores públicos.

Passado o período chuvoso, quan- do o número dos casos de den- gue tende a aumentar, no embalo da proliferação do mosquito Aedes Aegypti, as notificações da doença em 2019 já superam as de todo o ano anterior. Sinal de que as prefeituras municipais e o Governo de Sergipe dormiram no ponto.
A informação é da Secretaria de Estado da Saúde. Até a 31ª semana epidemiológica - que vai de 30 de dezembro de 2018 a 3 de agosto de 2019 - foram notificados 6.881 casos suspeitos de dengue, com 4.547 classificados como casos prováveis e uma taxa de incidência (TI) de 199,6 casos/100 mil habitantes. Até o momento, 2.742 casos foram confirmados.
Em Aracaju, a situação é preocupante. O quarto Levantamento de Índice Rápido Aedes aegypti (LIRAa), divulgado em julho, apontou que a capital sergipana apresenta um risco de 2,6 pontos, considerado médio. A bem da verdade, no entanto, poucas cidade sergipanas estão a salvo de perigo. 
Mais da metade dos municípios do estado está em situação de risco médio, ou em alerta. Somente Amparo do São Francisco, Japoatã e Santa Rosa de Lima ainda não notificaram nenhum caso suspeito, este ano.
Os dados refletem a impressão corrente, de negligência com a saúde da população. Se em tempos mais prósperos, com fartura de recursos, o combate a endemias não foi prioridade, imagine agora, em plena crise econômica. Apesar das vítimas fatais, perdas irreparáveis, o mosquito da dengue é apenas mais um na fila interminável de problemas que batem à porta dos gestores públicos.