Justiça ouve mais quatro testemunhas de defesa da "Indenizar-se"

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Publicada em 27/08/2019 às 22:46:00

 

Mais quatro testemunhas de defesa foram ouvidas nesta terça-feira no Fórum Gumercindo Bessa, dentro do processo judicial que apura os desvios de verbas investigados pela Operação Indenizar-se. O processo tramita em sigilo na Terceira Vara Criminal e tem um total de 19 réus, incluindo 15 ex-vereadores que exerciam mandato em Aracaju entre os anos de 2013 e 2016. Eles são acusados de desviar cerca de R$ 7 milhões em verbas indenizatórias da Câmara Municipal de Aracaju (CMA), através de contratos e notas fiscais que simulavam serviços de locação de veículos e assessoria jurídica. 
As testemunhas arroladas foram indicadas pela defesa do ex-vereador Alcivan Menezes, principal investigado da operação e dono das duas empresas que firmaram contratos com os gabinetes dos vereadores. Na saída, Alcivan não quis adiantar sua estratégia de defesa e chegou a se irritar ao ser questionado por uma repórter. "Estratégia de defesa não se adianta nem para o júri e nem ao público. Acaso você conhece o processo?", disse ele.
Os advogados dos ex-vereadores também preferem não falar sobre o conteúdo dos depoimentos, mas acreditam que eles trouxeram informações favoráveis à inocência dos réus. Foi o que avaliou o advogado Guilherme Maluf, que defende quatro ex-vereadores. "Acho que o processo não irá se prolongar muito, até porque estamos colhendo bons depoimentos, na concepção da defesa, porque eles confirmam a nossa tese de defesa. Todos nós acreditamos na inocência dos nossos clientes e que houve a correta aplicação dos recursos públicos", argumentou, avaliando que o processo já está com um bom andamento e caminhando para as etapas finais. 
Já o promotor Jarbas Adelino Júnior, do Ministério Público Estadual, discorda e reafirma que há provas suficientes para a condenação de todos os réus. Até o momento, o quadro probatório se mantém, no sentido de sustentar o pedido de condenação dos réus, o que será fortalecido com o cotejamento das outras provas que virão. Tocas as provas documentais e testemunhais foram corroboradas em juízo", acredita Jarbas. 

Mais quatro testemunhas de defesa foram ouvidas nesta terça-feira no Fórum Gumercindo Bessa, dentro do processo judicial que apura os desvios de verbas investigados pela Operação Indenizar-se. O processo tramita em sigilo na Terceira Vara Criminal e tem um total de 19 réus, incluindo 15 ex-vereadores que exerciam mandato em Aracaju entre os anos de 2013 e 2016. Eles são acusados de desviar cerca de R$ 7 milhões em verbas indenizatórias da Câmara Municipal de Aracaju (CMA), através de contratos e notas fiscais que simulavam serviços de locação de veículos e assessoria jurídica. 
As testemunhas arroladas foram indicadas pela defesa do ex-vereador Alcivan Menezes, principal investigado da operação e dono das duas empresas que firmaram contratos com os gabinetes dos vereadores. Na saída, Alcivan não quis adiantar sua estratégia de defesa e chegou a se irritar ao ser questionado por uma repórter. "Estratégia de defesa não se adianta nem para o júri e nem ao público. Acaso você conhece o processo?", disse ele.
Os advogados dos ex-vereadores também preferem não falar sobre o conteúdo dos depoimentos, mas acreditam que eles trouxeram informações favoráveis à inocência dos réus. Foi o que avaliou o advogado Guilherme Maluf, que defende quatro ex-vereadores. "Acho que o processo não irá se prolongar muito, até porque estamos colhendo bons depoimentos, na concepção da defesa, porque eles confirmam a nossa tese de defesa. Todos nós acreditamos na inocência dos nossos clientes e que houve a correta aplicação dos recursos públicos", argumentou, avaliando que o processo já está com um bom andamento e caminhando para as etapas finais. 
Já o promotor Jarbas Adelino Júnior, do Ministério Público Estadual, discorda e reafirma que há provas suficientes para a condenação de todos os réus. Até o momento, o quadro probatório se mantém, no sentido de sustentar o pedido de condenação dos réus, o que será fortalecido com o cotejamento das outras provas que virão. Tocas as provas documentais e testemunhais foram corroboradas em juízo", acredita Jarbas.