Justiça decreta prisão de homem que matou PM

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Publicada em 27/08/2019 às 22:48:00

 

O preso Luís Fernando Rocha dos Santos, 26 anos, acusado pela morte do policial militar Genézio Monteiro da Cruz, teve a prisão preventiva decretada pelo juízo plantonista da Comarca de Itabaiana. Ele foi detido no fim da noite deste domingo, após ter atirado contra dois militares que estavam de serviço em uma cavalgada no povoado Pedrinhas, em Areia Branca (Agreste). Segundo a PM, ele reagiu à abordagem dos policiais enquanto ameaçava uma mulher e acertou um tiro na boca de Genézio, que morreu de complicações causadas pelo ferimento. Outras duas pessoas, incluindo um sargento que o acompanhava, ficaram feridas.
Fernando foi baleado durante a prisão e permanece internado sob custódia policial no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), onde. A prisão em flagrante foi registrada pela Delegacia Regional de Itabaiana, que funcionava como plantonista, e encaminhada à Justiça. A previsão é de que o acusado seja interrogado assim que receber alta do hospital, a fim de esclarecer os motivos do crime. O preso deve ser indiciado pelos crimes de homicídio qualificado, duas tentativas de homicídio e resistência à prisão.
O corpo do policial Genezio foi enterrado ontem de manhã no Cemitério Paroquial Nossa Senhora da Piedade, às margens da Rodovia SE-170, em Lagarto, cidade onde morava. Ele era lotado na equipe Força Tática do 11º Batalhão de Polícia Militar (11.º BPM), em Tobias Barreto, e era considerado um dos melhores policiais da unidade. O PM foi sepultado com honras militares e seu corpo seguiu para o cemitério no caminhão do Corpo de Bombeiros, sendo acompanhado por colegas de farda e integrantes de outras corporações de segurança da região, além de amigos, parentes e pessoas do povo. 

O preso Luís Fernando Rocha dos Santos, 26 anos, acusado pela morte do policial militar Genézio Monteiro da Cruz, teve a prisão preventiva decretada pelo juízo plantonista da Comarca de Itabaiana. Ele foi detido no fim da noite deste domingo, após ter atirado contra dois militares que estavam de serviço em uma cavalgada no povoado Pedrinhas, em Areia Branca (Agreste). Segundo a PM, ele reagiu à abordagem dos policiais enquanto ameaçava uma mulher e acertou um tiro na boca de Genézio, que morreu de complicações causadas pelo ferimento. Outras duas pessoas, incluindo um sargento que o acompanhava, ficaram feridas.
Fernando foi baleado durante a prisão e permanece internado sob custódia policial no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), onde. A prisão em flagrante foi registrada pela Delegacia Regional de Itabaiana, que funcionava como plantonista, e encaminhada à Justiça. A previsão é de que o acusado seja interrogado assim que receber alta do hospital, a fim de esclarecer os motivos do crime. O preso deve ser indiciado pelos crimes de homicídio qualificado, duas tentativas de homicídio e resistência à prisão.
O corpo do policial Genezio foi enterrado ontem de manhã no Cemitério Paroquial Nossa Senhora da Piedade, às margens da Rodovia SE-170, em Lagarto, cidade onde morava. Ele era lotado na equipe Força Tática do 11º Batalhão de Polícia Militar (11.º BPM), em Tobias Barreto, e era considerado um dos melhores policiais da unidade. O PM foi sepultado com honras militares e seu corpo seguiu para o cemitério no caminhão do Corpo de Bombeiros, sendo acompanhado por colegas de farda e integrantes de outras corporações de segurança da região, além de amigos, parentes e pessoas do povo.