Juiz ouve testemunhas da morte de advogado

Cidades

 

Começou ontem a fase de instrução do processo que apura o assassinato do advogado Jarbas Feitoza de Carvalho Filho, que foi morto a tiros no dia 11 de março deste ano, em uma fazenda na zona rural de Aquidabã (Baixo São Francisco). O juiz da comarca local, Raphael Silva Reis, ouviu os depoimentos de parte das testemunhas arroladas pelas bancas de acusação e defesa. Só o Ministério Público arrolou um total de 16 testemunhas. 
A audiência foi acompanhada pelo réu Gutemberg Barreto, o 'Papá', que era motorista de Jarbas e foi apontado nas investigações da polícia como mandante do crime. Ele chegou ao Fórum Juarez Figueiredo, em Aquidabã, sob um forte esquema de segurança. A denúncia do Ministério Público aponta que 'Papá' tramou a morte do advogado por receio de que ele descobrisse um desfalque na cobrança de empréstimos de dinheiro que eram negociados pela vítima. 
Jarbas foi executado em uma emboscada no povoado Papel, em Aquidabã, quando estava negociando a compra de um cavalo. Um homem chegou de moto ao local e atirou na cabeça do advogado. A princípio, o caso foi tratado como possível latrocínio (assalto com morte), mas o rumo da investigação mudou com a prisão de Gutemberg e de outros dois envolvidos no crime - os quais respondem a processo em liberdade, monitorados com tornozeleira. 

Começou ontem a fase de instrução do processo que apura o assassinato do advogado Jarbas Feitoza de Carvalho Filho, que foi morto a tiros no dia 11 de março deste ano, em uma fazenda na zona rural de Aquidabã (Baixo São Francisco). O juiz da comarca local, Raphael Silva Reis, ouviu os depoimentos de parte das testemunhas arroladas pelas bancas de acusação e defesa. Só o Ministério Público arrolou um total de 16 testemunhas. 
A audiência foi acompanhada pelo réu Gutemberg Barreto, o 'Papá', que era motorista de Jarbas e foi apontado nas investigações da polícia como mandante do crime. Ele chegou ao Fórum Juarez Figueiredo, em Aquidabã, sob um forte esquema de segurança. A denúncia do Ministério Público aponta que 'Papá' tramou a morte do advogado por receio de que ele descobrisse um desfalque na cobrança de empréstimos de dinheiro que eram negociados pela vítima. 
Jarbas foi executado em uma emboscada no povoado Papel, em Aquidabã, quando estava negociando a compra de um cavalo. Um homem chegou de moto ao local e atirou na cabeça do advogado. A princípio, o caso foi tratado como possível latrocínio (assalto com morte), mas o rumo da investigação mudou com a prisão de Gutemberg e de outros dois envolvidos no crime - os quais respondem a processo em liberdade, monitorados com tornozeleira. 


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