Anoilza é condenada; pai e filho absolvidos

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O Tribunal do Júri da Comarca de Aracaju concluiu, às 21h30 desta sexta-feira, o julgamento dos três réus acusados pela morte do procurador estadual aposentado Antônio de Melo Araújo, atropelado no dia 6 de abril de 2014. A então viúva dele, Anoilza Santos Gama Melo de Araújo, foi condenada a 31 anos e oito meses de prisão, pelo crime de homicídio triplamente qualificado. Já os outros dois réus, Gabriel Ernesto Nogueira de Oliveira, e o pai dele, Manoel Nogueira Neto, acusados respectivamente pelos crimes de homicídio e receptação qualificada, foram absolvidos por falta de provas. 
A decisão foi tomada por maioria dos jurados, após um julgamento que durou três dias. O júri acolheu a tese dos advogados de defesa dos Nogueira, que sustentaram o pedido de absolvição em falhas apontadas nos inquéritos policiais e na falta de elementos concretos que ligassem os réus à morte do ex-procurador. O advogado de Gabriel, Francisco Carlos de Moura, negou que ele tenha participado da organização e da articulação do plano para matar o procurador. E o de Manoel, Ricardo Nogueira de Oliveira, sustentou que o pai de Gabriel não era o proprietário e nem detentor do carro Polo usado para atingir a vítima. 
Quanto a Anoilza, que foi casada com Antônio durante dois anos, foi apontada como a mandante do crime e articuladora de todo o plano, que envolveu um atropelamento considerado nas investigações da polícia como um crime proposital. Segundo a tese do Ministério Público, aceita pelos jurados e corroborada dela família da vítima, a esposa tinha interesse na morte do ex-procurador para possivelmente ficar com os bens e a renda dele. Três agravantes foram considerados na sentença do juiz Alício de Oliveira Rocha Júnior, da 5ª Vara Criminal de Aracaju, que presidiu o julgamento: crime praticado por cônjuge, crime contra pessoa idosa e uso de meio cruel. 
A defesa pode recorrer da sentença ao Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). (Gabriel Damásio)

O Tribunal do Júri da Comarca de Aracaju concluiu, às 21h30 desta sexta-feira, o julgamento dos três réus acusados pela morte do procurador estadual aposentado Antônio de Melo Araújo, atropelado no dia 6 de abril de 2014. A então viúva dele, Anoilza Santos Gama Melo de Araújo, foi condenada a 31 anos e oito meses de prisão, pelo crime de homicídio triplamente qualificado. Já os outros dois réus, Gabriel Ernesto Nogueira de Oliveira, e o pai dele, Manoel Nogueira Neto, acusados respectivamente pelos crimes de homicídio e receptação qualificada, foram absolvidos por falta de provas. 
A decisão foi tomada por maioria dos jurados, após um julgamento que durou três dias. O júri acolheu a tese dos advogados de defesa dos Nogueira, que sustentaram o pedido de absolvição em falhas apontadas nos inquéritos policiais e na falta de elementos concretos que ligassem os réus à morte do ex-procurador. O advogado de Gabriel, Francisco Carlos de Moura, negou que ele tenha participado da organização e da articulação do plano para matar o procurador. E o de Manoel, Ricardo Nogueira de Oliveira, sustentou que o pai de Gabriel não era o proprietário e nem detentor do carro Polo usado para atingir a vítima. 
Quanto a Anoilza, que foi casada com Antônio durante dois anos, foi apontada como a mandante do crime e articuladora de todo o plano, que envolveu um atropelamento considerado nas investigações da polícia como um crime proposital. Segundo a tese do Ministério Público, aceita pelos jurados e corroborada dela família da vítima, a esposa tinha interesse na morte do ex-procurador para possivelmente ficar com os bens e a renda dele. Três agravantes foram considerados na sentença do juiz Alício de Oliveira Rocha Júnior, da 5ª Vara Criminal de Aracaju, que presidiu o julgamento: crime praticado por cônjuge, crime contra pessoa idosa e uso de meio cruel. 
A defesa pode recorrer da sentença ao Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). (Gabriel Damásio)

 


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