Sem folga. Confiança já voltou aos treinos

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Depois da vitória contra o Ypiranga, o Confiança voltou a treinar no Sabino Ribeiro e embarca na quarta-feira à tarde para Chapecó
Depois da vitória contra o Ypiranga, o Confiança voltou a treinar no Sabino Ribeiro e embarca na quarta-feira à tarde para Chapecó

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Publicada em 03/09/2019 às 07:57:00

 

Jogadores do Confian-
ça tiveram apenas o 
domingo para descanso, depois da vitória contra o Ypiranga-RS, no último sábado. Na manhã desta segunda-feira os jogadores voltaram ao Sabino Ribeiro, participaram de um treino regenerativo e à tarde trabalharam fisicamente no gramado do Sabino Ribeiro. Nesta tarde o time volta a trabalhar nesta terça-feira, provavelmente na Arena Batistão.
Já está definida toda logística do time proletário até o dia do jogo de sábado contra o Ypiranga, em Erechim-RS. Na quarta-feira (4) pela manhã, os proletários realizam o último treino em Aracaju, na Arena Batistão. À tarde a delegação embarcar para Chapecó. Por motivo de segurança e tranquilidade para o elenco, a diretoria resolveu levar equipe para Chapecó-SC, que fica a exatamente 100 km de Erechim. 
Lá o time treina na quinta-feira, faz o treino apronto na sexta-feira e no início da noite segue para Erechim, onde ficará concentrado até momentos antes da partida. Em Chapecó, o time proletário contará com toda a infraestrutura da Chapecoense, que colocou estádio e dependências à disposição do time sergipano. Essa logística foi definida no final da última semana e por ela, a diretoria proletária pede desculpa ao torcedor, alegando que não está fugindo da torcida nem da imprensa. "A escolha de Chapecó como base do Confiança para o jogo em Erechim, foi por uma questão de localização da cidade catarinense. 
- A viagem via Porto Alegre nos levaria a percorrer mais de 350 quilômetros por rodovia e isso provocaria um maior desgaste nos jogadores. Chapecó fica a 100 quilômetros de Erechim e lá ainda contaremos com toda estrutura da Chapecoense, colocada à disposição do Confiança. Daí o motivo de pedirmos desculpas à imprensa sergipana e especialmente ao torcedor proletário, que pretendia como de costume ficar ao lado da equipe em Erechim.  - justificou Clay Sá, gerente de futebol do time proletário.

Jogadores do Confian- ça tiveram apenas o  domingo para descanso, depois da vitória contra o Ypiranga-RS, no último sábado. Na manhã desta segunda-feira os jogadores voltaram ao Sabino Ribeiro, participaram de um treino regenerativo e à tarde trabalharam fisicamente no gramado do Sabino Ribeiro. Nesta tarde o time volta a trabalhar nesta terça-feira, provavelmente na Arena Batistão.
Já está definida toda logística do time proletário até o dia do jogo de sábado contra o Ypiranga, em Erechim-RS. Na quarta-feira (4) pela manhã, os proletários realizam o último treino em Aracaju, na Arena Batistão. À tarde a delegação embarcar para Chapecó. Por motivo de segurança e tranquilidade para o elenco, a diretoria resolveu levar equipe para Chapecó-SC, que fica a exatamente 100 km de Erechim. 
Lá o time treina na quinta-feira, faz o treino apronto na sexta-feira e no início da noite segue para Erechim, onde ficará concentrado até momentos antes da partida. Em Chapecó, o time proletário contará com toda a infraestrutura da Chapecoense, que colocou estádio e dependências à disposição do time sergipano. Essa logística foi definida no final da última semana e por ela, a diretoria proletária pede desculpa ao torcedor, alegando que não está fugindo da torcida nem da imprensa. "A escolha de Chapecó como base do Confiança para o jogo em Erechim, foi por uma questão de localização da cidade catarinense. 
- A viagem via Porto Alegre nos levaria a percorrer mais de 350 quilômetros por rodovia e isso provocaria um maior desgaste nos jogadores. Chapecó fica a 100 quilômetros de Erechim e lá ainda contaremos com toda estrutura da Chapecoense, colocada à disposição do Confiança. Daí o motivo de pedirmos desculpas à imprensa sergipana e especialmente ao torcedor proletário, que pretendia como de costume ficar ao lado da equipe em Erechim.  - justificou Clay Sá, gerente de futebol do time proletário.