Sinfonia Renana, de Schumann, e outras grandes obras serão destaque da Temporada da Orsse

Cultura

 

Na próxima quinta-feira, 05 de setembro, a Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse), sob a batuta de seu diretor artístico, maestro Guilherme Mannis, retorna aos palcos do Teatro Atheneu para a performance de importantes obras do repertório orquestral ocidental. Em destaque, a famosa Sinfonia nº3, Renana, do compositor romântico alemão Robert Schumann, além da Abertura "Festival Acadêmico", de Johannes Brahms, e da brasileira Sinfonietta nº1, de Heitor Villa-Lobos.
A Sinfonia nº 3 de Schumann é um marco, tanto na carreira pessoal do compositor quanto em sua concepção de música e temática.
Considerada por Tchaikovsky o ponto máximo da produção de Schumann, esta obra foi composta entre os dias 2 de novembro e 9 de dezembro de 1850. Atesta Wasielewski, regente da orquestra de Düsseldorf, que a obra é inspirada na catedral de Colônia, que o compositor visitou em setembro de 1850 e no início de novembro do mesmo ano, nesta última vez para a elevação do Arcebispo de Colônia ao título de Cardeal. O último movimento da peça, Lebhaft, retoma a vivacidade e a energia dos trechos iniciais, com o intuito de se traduzir, musicalmente, o fluxo e a turbulência das opulentas águas do Reno.

Na próxima quinta-feira, 05 de setembro, a Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse), sob a batuta de seu diretor artístico, maestro Guilherme Mannis, retorna aos palcos do Teatro Atheneu para a performance de importantes obras do repertório orquestral ocidental. Em destaque, a famosa Sinfonia nº3, Renana, do compositor romântico alemão Robert Schumann, além da Abertura "Festival Acadêmico", de Johannes Brahms, e da brasileira Sinfonietta nº1, de Heitor Villa-Lobos.
A Sinfonia nº 3 de Schumann é um marco, tanto na carreira pessoal do compositor quanto em sua concepção de música e temática.
Considerada por Tchaikovsky o ponto máximo da produção de Schumann, esta obra foi composta entre os dias 2 de novembro e 9 de dezembro de 1850. Atesta Wasielewski, regente da orquestra de Düsseldorf, que a obra é inspirada na catedral de Colônia, que o compositor visitou em setembro de 1850 e no início de novembro do mesmo ano, nesta última vez para a elevação do Arcebispo de Colônia ao título de Cardeal. O último movimento da peça, Lebhaft, retoma a vivacidade e a energia dos trechos iniciais, com o intuito de se traduzir, musicalmente, o fluxo e a turbulência das opulentas águas do Reno.

 


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