Aracaju é a capital do NE e quarta cidade do país que mais investe, revela o Valor Econômico

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
Obra de pavimentação e drenagem no Pantanal
Obra de pavimentação e drenagem no Pantanal

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 03/09/2019 às 23:58:00

 

Enquanto a maioria das capitais brasileiras reduz o valor de investimento público, Aracaju apresenta aumento de 87%. O dado foi divulgado pelo jornal Valor Econômico e coloca Aracaju como a capital nordestina que mais mais investiu. No raking nacional, ela figura em quarto lugar. A reportagem faz um comparativo entre o primeiro semestre de 2019, terceiro ano da atual administração, com igual período de 2015.
De acordo com os dados apurados pelo Valor, a capital sergipana fica atrás apenas de Goiânia, com 89,08%; Curitiba, com 102,58%, e Boa Vista, com crescimento de 134,40%. "Treze capitais tiveram desinvestimento, ao contrário de Aracaju, que aumentou seus investimentos", ressalta o prefeito Edvaldo Nogueira.
De acordo com Edvaldo, esse reconhecimento é fruto do trabalho desenvolvido pela equipe da administração. "Do planejemanto estratégico, da economia do primeiro ano de governo, quando apertamos os cintos; dos esforços para mudar a classificação de Aracaju perante o Tesouro Nacional para conseguir recursos, dentre outras medidas", destaca. 
O prefeito chama a atenção para o montante já investido na capital sergipana nesses dois anos e meio de gestão: cerca de R$510 milhões. "Se conseguirmos os R$300 milhões que estamos pleiteando para a construção da avenida Perimetral, serão R$810 milhões, valor que em toda a história da Prefeitura de Aracaju nunca foi investido na cidade", reforça Edvaldo, que está em Brasília, nesta terça, 3, a fim de debater a necessidade dos recursos junto a parlamentares sergipanos. 
O secretário municipal da Fazenda (Semfaz), Jeferson Passos, também considera bastante positiva a posição de Aracaju no ranking do jornal Valor Econômico.  "Mostra que a nossa capital está na contramão da maioria das capitais brasileiras. Em alguns casos, a queda nos investimentos foi superior a 50% e em outros houve um aumento muito pequeno. Aracaju está no caminho certo, buscando melhorar a cidade, e, consequentemente, a qualidade de vida dos aracajuanos", destaca o secretário municipal da Fazenda (Semfaz), Jeferson Passos.
De acordo com o secretário, esses números são reflexo do programa de ajuste fiscal posto em prática pela gestão, em 2017. "Criamos esse programa para colocarmos as finanças em ordem e, isso permitiu a captação de recursos, a exemplo da operação de R$50 milhões do Cepac para reiniciar obras que se encontravam paralisadas. Esses recursos permitiram que a gestão retomasse um elenco de serviços importantes que estão sendo executados, como as obras dos loteamentos Moema Meire e Barroso, da avenida Euclides Figueiredo e do canal 3 no Augusto Franco", pontua. 
A expectativa da gestão municipal é de que o segundo semestre deste ano seja ainda melhor. A meta é fechar o ano com aproximadamente R$90 milhões em investimentos.  "De janeiro a junho deste ano foram investidos pela Prefeitura Municipal de Aracaju 38 milhões de reais em obras. Nós estamos em um ritmo de aceleração desses investimentos. Boa parte dos recursos já foi captada e está disponível. Agora, a gente espera fazer essas entregas para a sociedade. Com certeza, isso irá ocorrer nos próximos meses", afirma o secretário.
Avanços - A Prefeitura de Aracaju trabalhou para recuperar a capacidade de contratar empréstimos com bancos públicos e instituições financeiras internacionais. As medidas adotadas, como cortes significativos com despesas de pessoal, redução de cargos comissionados, redução de despesas de custeio, economias significativas nos contratos de telefonia e processamento de dados foram primordiais.
Além disso, todos os contratos deixados pela gestão anterior foram revisados, os débitos renegociados, reduzindo bastante os montantes e alongando o seu perfil, ou seja, criando melhores condições para quitar essas despesas. Todo esse esforço contribuiu para a mudança de classificação da capital sergipana perante o Tesouro Nacional: o município passou de "C", com dificuldade para contrair empréstimos, para "B", apto a receber esses recursos.  Isso significa que Aracaju ficou com o "nome limpo" para captar financiamentos.

Enquanto a maioria das capitais brasileiras reduz o valor de investimento público, Aracaju apresenta aumento de 87%. O dado foi divulgado pelo jornal Valor Econômico e coloca Aracaju como a capital nordestina que mais mais investiu. No raking nacional, ela figura em quarto lugar. A reportagem faz um comparativo entre o primeiro semestre de 2019, terceiro ano da atual administração, com igual período de 2015.
De acordo com os dados apurados pelo Valor, a capital sergipana fica atrás apenas de Goiânia, com 89,08%; Curitiba, com 102,58%, e Boa Vista, com crescimento de 134,40%. "Treze capitais tiveram desinvestimento, ao contrário de Aracaju, que aumentou seus investimentos", ressalta o prefeito Edvaldo Nogueira.
De acordo com Edvaldo, esse reconhecimento é fruto do trabalho desenvolvido pela equipe da administração. "Do planejemanto estratégico, da economia do primeiro ano de governo, quando apertamos os cintos; dos esforços para mudar a classificação de Aracaju perante o Tesouro Nacional para conseguir recursos, dentre outras medidas", destaca. 
O prefeito chama a atenção para o montante já investido na capital sergipana nesses dois anos e meio de gestão: cerca de R$510 milhões. "Se conseguirmos os R$300 milhões que estamos pleiteando para a construção da avenida Perimetral, serão R$810 milhões, valor que em toda a história da Prefeitura de Aracaju nunca foi investido na cidade", reforça Edvaldo, que está em Brasília, nesta terça, 3, a fim de debater a necessidade dos recursos junto a parlamentares sergipanos. 
O secretário municipal da Fazenda (Semfaz), Jeferson Passos, também considera bastante positiva a posição de Aracaju no ranking do jornal Valor Econômico.  "Mostra que a nossa capital está na contramão da maioria das capitais brasileiras. Em alguns casos, a queda nos investimentos foi superior a 50% e em outros houve um aumento muito pequeno. Aracaju está no caminho certo, buscando melhorar a cidade, e, consequentemente, a qualidade de vida dos aracajuanos", destaca o secretário municipal da Fazenda (Semfaz), Jeferson Passos.
De acordo com o secretário, esses números são reflexo do programa de ajuste fiscal posto em prática pela gestão, em 2017. "Criamos esse programa para colocarmos as finanças em ordem e, isso permitiu a captação de recursos, a exemplo da operação de R$50 milhões do Cepac para reiniciar obras que se encontravam paralisadas. Esses recursos permitiram que a gestão retomasse um elenco de serviços importantes que estão sendo executados, como as obras dos loteamentos Moema Meire e Barroso, da avenida Euclides Figueiredo e do canal 3 no Augusto Franco", pontua. 
A expectativa da gestão municipal é de que o segundo semestre deste ano seja ainda melhor. A meta é fechar o ano com aproximadamente R$90 milhões em investimentos.  "De janeiro a junho deste ano foram investidos pela Prefeitura Municipal de Aracaju 38 milhões de reais em obras. Nós estamos em um ritmo de aceleração desses investimentos. Boa parte dos recursos já foi captada e está disponível. Agora, a gente espera fazer essas entregas para a sociedade. Com certeza, isso irá ocorrer nos próximos meses", afirma o secretário.

Avanços - A Prefeitura de Aracaju trabalhou para recuperar a capacidade de contratar empréstimos com bancos públicos e instituições financeiras internacionais. As medidas adotadas, como cortes significativos com despesas de pessoal, redução de cargos comissionados, redução de despesas de custeio, economias significativas nos contratos de telefonia e processamento de dados foram primordiais.
Além disso, todos os contratos deixados pela gestão anterior foram revisados, os débitos renegociados, reduzindo bastante os montantes e alongando o seu perfil, ou seja, criando melhores condições para quitar essas despesas. Todo esse esforço contribuiu para a mudança de classificação da capital sergipana perante o Tesouro Nacional: o município passou de "C", com dificuldade para contrair empréstimos, para "B", apto a receber esses recursos.  Isso significa que Aracaju ficou com o "nome limpo" para captar financiamentos.