Renúncia consequente

Opinião

 

O governo de Sergipe acerta ao 
diminuir a carga tributária, com 
o fim de tornar o estado mais atraente para investimentos. A redução das alíquotas de ICMS incidindo sobre o consumo de gás natural das indústrias em operação no estado tem o potencial de aumentar o capital de giro das empresas, redundando na geração de renda e empregos. Ainda não foi calculado de quanto se abriu mão, em números exatos. Mas, com certeza, não foi pouco.
Neste caso, a política de renúncia fiscal não foi empregada de qualquer jeito, como ocorre mais das vezes, em prejuízo da receita depositada nos cofres públicos. Convém mencionar que o gás natural é uma matéria prima farta no estado. Prova disso, há poucos meses, a Petrobras descobriu seis novos campos prontos para a exploração em território sergipano. 
Na ocasião, o governador Belivaldo Chagas comemorou a descoberta como se tivesse achado um bilhete premiado. "Sergipe se tornará a estrela do gás no Brasil. É uma descoberta extremamente promissora para o futuro de Sergipe, significa dizer que seremos um dos maiores produtores de gás desse país. Com certeza, nós teremos, nessa cadeia produtiva, vários empreendimentos que virão a Sergipe. Será realmente um divisor de águas".
A promessa continua valendo. Já há casos em que a produção aumentou em 50%, desde quando o Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial (PSDI) foi colocado em prática, há dois meses. Há também a justa expectativa de novas indústrias resolverem se instalar no estado, atraídas por condições tão favoráveis. Com as fábricas operando a todo vapor, todo mundo sai ganhando.

O governo de Sergipe acerta ao  diminuir a carga tributária, com  o fim de tornar o estado mais atraente para investimentos. A redução das alíquotas de ICMS incidindo sobre o consumo de gás natural das indústrias em operação no estado tem o potencial de aumentar o capital de giro das empresas, redundando na geração de renda e empregos. Ainda não foi calculado de quanto se abriu mão, em números exatos. Mas, com certeza, não foi pouco.
Neste caso, a política de renúncia fiscal não foi empregada de qualquer jeito, como ocorre mais das vezes, em prejuízo da receita depositada nos cofres públicos. Convém mencionar que o gás natural é uma matéria prima farta no estado. Prova disso, há poucos meses, a Petrobras descobriu seis novos campos prontos para a exploração em território sergipano. 
Na ocasião, o governador Belivaldo Chagas comemorou a descoberta como se tivesse achado um bilhete premiado. "Sergipe se tornará a estrela do gás no Brasil. É uma descoberta extremamente promissora para o futuro de Sergipe, significa dizer que seremos um dos maiores produtores de gás desse país. Com certeza, nós teremos, nessa cadeia produtiva, vários empreendimentos que virão a Sergipe. Será realmente um divisor de águas".
A promessa continua valendo. Já há casos em que a produção aumentou em 50%, desde quando o Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial (PSDI) foi colocado em prática, há dois meses. Há também a justa expectativa de novas indústrias resolverem se instalar no estado, atraídas por condições tão favoráveis. Com as fábricas operando a todo vapor, todo mundo sai ganhando.

 


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