Restaurante Universitário volta a funcionar em outubro

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Publicada em 12/09/2019 às 22:39:00

 

Milton Alves Júnior
Depois de quatro meses com as atividades operacionais suspensas por uma serie de impasses administrativos, em outubro o restaurante da Universidade Federal de Sergipe volta a funcionar. Ao menos essa é a promessa feita pela empresa MA Refeições e eventos LTDA, recém qualificada para assumir o serviço após vencer o processo licitatório do Pregão nº 29/2019. Em virtude do final de período, até o próximo dia 14 de outubro a empresa segue atendendo as exigências legais previstas no processo, bem como, de forma paralela, qualificando as estruturas do Restaurante Universitário (Resun), campus São Cristóvão. Não foi anunciado ainda o valor a ser cobrado pela alimentação.
Até o fechamento do restaurante, o valor cobrado por cada refeição era de R$ 1. Entretanto, de acordo com a Pró-reitoria de Assuntos Estudantis (Proest), os estudantes com vulnerabilidade socioeconômica podem fazer suas refeições de forma gratuita. De acordo com Thiago Brandão, gerente de contratos e implantações, profissionais da empresa e da própria instituição federal de ensino superior têm multiplicado os esforços para atender as demandas e solucionar o problema. "Trata-se de uma luta defendida por todos aqueles que desejam, sobretudo, atender aos anseios dos estudantes. A sequencia das açoes nos leva a crer que antes mesmo de reiniciar os trabalhos pedagógicos a instituição estará com o Resun pronto para atender a comunidade acadêmica."
Ao JORNAL DO DIA a estudante de psicologia, Thainá Ramos, declarou que é preciso que o poder judiciário seja rígido a fim de evitar novos contratempos administrativos. A declaração da jovem faz alusão ao fato de a empresa RMP Romero, contratada no último mês de agosto para assumir a administração do restaurante ter encaminhado um ofício desistindo do serviço. A desistência acarretou em mais dois meses de fornecimento alimentício suspenso. Por pedidos semelhantes ao apresentado por Thainá Ramos, centros e diretórios acadêmicos seguem pressionando a direção institucional para minimizar os riscos de novas desistências e consecutiva continuidade dos transtornos.
 "É preciso compreender que essa nossa luta é digna de acompanhamento do poder público, pelos órgãos de fiscalização, e justiça para com o consumidor. Estamos há quase um semestre inteiro sem os fornecimentos do Resun e isso tem impactado demais na vida de muita gente", declarou a acadêmica que concluiu dizendo: "sabemos que os últimos casos não ocorreram por causa da UFS em si, mas precisamos que o Ministério Público Federal e o Tribunal de Justiça estejam de olhos bem abertos para esses tramites. Somente com esse apoio será possível evitar que outras desistências acabem nos prejudicando novamente. Voltar às aulas com o Resun fechado não dá."

Milton Alves Júnior

Depois de quatro meses com as atividades operacionais suspensas por uma serie de impasses administrativos, em outubro o restaurante da Universidade Federal de Sergipe volta a funcionar. Ao menos essa é a promessa feita pela empresa MA Refeições e eventos LTDA, recém qualificada para assumir o serviço após vencer o processo licitatório do Pregão nº 29/2019. Em virtude do final de período, até o próximo dia 14 de outubro a empresa segue atendendo as exigências legais previstas no processo, bem como, de forma paralela, qualificando as estruturas do Restaurante Universitário (Resun), campus São Cristóvão. Não foi anunciado ainda o valor a ser cobrado pela alimentação.
Até o fechamento do restaurante, o valor cobrado por cada refeição era de R$ 1. Entretanto, de acordo com a Pró-reitoria de Assuntos Estudantis (Proest), os estudantes com vulnerabilidade socioeconômica podem fazer suas refeições de forma gratuita. De acordo com Thiago Brandão, gerente de contratos e implantações, profissionais da empresa e da própria instituição federal de ensino superior têm multiplicado os esforços para atender as demandas e solucionar o problema. "Trata-se de uma luta defendida por todos aqueles que desejam, sobretudo, atender aos anseios dos estudantes. A sequencia das açoes nos leva a crer que antes mesmo de reiniciar os trabalhos pedagógicos a instituição estará com o Resun pronto para atender a comunidade acadêmica."
Ao JORNAL DO DIA a estudante de psicologia, Thainá Ramos, declarou que é preciso que o poder judiciário seja rígido a fim de evitar novos contratempos administrativos. A declaração da jovem faz alusão ao fato de a empresa RMP Romero, contratada no último mês de agosto para assumir a administração do restaurante ter encaminhado um ofício desistindo do serviço. A desistência acarretou em mais dois meses de fornecimento alimentício suspenso. Por pedidos semelhantes ao apresentado por Thainá Ramos, centros e diretórios acadêmicos seguem pressionando a direção institucional para minimizar os riscos de novas desistências e consecutiva continuidade dos transtornos.
 "É preciso compreender que essa nossa luta é digna de acompanhamento do poder público, pelos órgãos de fiscalização, e justiça para com o consumidor. Estamos há quase um semestre inteiro sem os fornecimentos do Resun e isso tem impactado demais na vida de muita gente", declarou a acadêmica que concluiu dizendo: "sabemos que os últimos casos não ocorreram por causa da UFS em si, mas precisamos que o Ministério Público Federal e o Tribunal de Justiça estejam de olhos bem abertos para esses tramites. Somente com esse apoio será possível evitar que outras desistências acabem nos prejudicando novamente. Voltar às aulas com o Resun fechado não dá."