A empresários alemães, Mourão reafirma compromisso com Amazônia

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto
O presidente em exercício, Hamilton Mourão, reafirmou, em Natal, o compromisso do governo brasileiro com a preservação da Amazônia
O presidente em exercício, Hamilton Mourão, reafirmou, em Natal, o compromisso do governo brasileiro com a preservação da Amazônia

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 16/09/2019 às 22:14:00

 

Andreia Verdélio 
Agência Brasil  
O presidente em exercício, Hamilton Mourão, reafirmou ontem (16) o compromisso do governo brasileiro com a preservação da Amazônia. Durante participação na abertura do 37º Encontro Empresarial Brasil-Alemanha (EEBA), em Natal (RN), Mourão disse que o resgate da economia é prioritário e que é responsabilidade de todos os brasileiros proteger e preservar as florestas.
"Estamos na era da economia do conhecimento, a economia 4.0. E aqui destaco, mais uma vez, que a nossa agricultura é 4.0, extremamente desenvolvida. E cada um dos nossos produtores rurais tem consciência perfeita que a preservação do solo é fundamental para o progresso e também para a preservação da vida na terra", disse a empresários brasileiros e alemães.
A Alemanha é um dos países doadores do Fundo Amazônia, projeto de cooperação internacional para preservação da floresta, ao lado da Noruega, mas interrompeu o repasse de recursos em agosto após a divulgação das taxas de desmatamento na região.
Governadores dos estados da Amazônia Legal e o setor produtivo temem sanções a produtos brasileiros por causa da imagem do país na questão ambiental.
O EEBA será realizado até hoje (17) e é organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Indústrias Alemãs (BDI), com o apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern). O evento anual tem o objetivo de fortalecer as relações bilaterais e aprofundar a parceria estratégica entre os dois países.
Ambiente global - Para o presidente em exercício, governo, empresas e sociedade precisam estar em constante interação e coordenação para sobreviver no ambiente global complexo, instável e competitivo.
"O Brasil está emergindo de uma crise econômica, política e psicossocial. A economia brasileira não está em sintonia com seu tempo, as instituições públicas ainda estão distantes dos anseios e necessidades da população", disse.
"A América do Sul, nosso contexto regional, apresenta ainda vulnerabilidades, a dependência da exportação de produtos primários e a defasagem tecnológica convivem com a instabilidade dos nossos governos" afirmou.
Mourão destacou o compromisso do governo de restabelecer a confiança no país e nas instituições, por meio de reformas estruturantes, como da Previdência, tributária e o pacote anticrime, da abertura comercial, privatizações, desvinculação do orçamento e modernização do Estado. E, para ele, a reinserção internacional do Brasil é "fundamental para a próxima etapa do processo de desenvolvimento".
A Alemanha é o quarto maior parceiro comercial do Brasil, atrás da China, dos Estados Unidos e da Argentina. A participação da potência europeia na corrente de comércio do Brasil em 2018 foi de 3,75%.
Mais de 54% dos produtos brasileiros exportados para a Alemanha são industrializados, incluindo máquinas mecânicas, automóveis, máquinas elétricas e produtos farmacêuticos. Em relação às importações, 99% das mercadorias que o Brasil compra do país europeu são bens industriais.

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, reafirmou ontem (16) o compromisso do governo brasileiro com a preservação da Amazônia. Durante participação na abertura do 37º Encontro Empresarial Brasil-Alemanha (EEBA), em Natal (RN), Mourão disse que o resgate da economia é prioritário e que é responsabilidade de todos os brasileiros proteger e preservar as florestas.
"Estamos na era da economia do conhecimento, a economia 4.0. E aqui destaco, mais uma vez, que a nossa agricultura é 4.0, extremamente desenvolvida. E cada um dos nossos produtores rurais tem consciência perfeita que a preservação do solo é fundamental para o progresso e também para a preservação da vida na terra", disse a empresários brasileiros e alemães.
A Alemanha é um dos países doadores do Fundo Amazônia, projeto de cooperação internacional para preservação da floresta, ao lado da Noruega, mas interrompeu o repasse de recursos em agosto após a divulgação das taxas de desmatamento na região.Governadores dos estados da Amazônia Legal e o setor produtivo temem sanções a produtos brasileiros por causa da imagem do país na questão ambiental.
O EEBA será realizado até hoje (17) e é organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Indústrias Alemãs (BDI), com o apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern). O evento anual tem o objetivo de fortalecer as relações bilaterais e aprofundar a parceria estratégica entre os dois países.

Ambiente global - Para o presidente em exercício, governo, empresas e sociedade precisam estar em constante interação e coordenação para sobreviver no ambiente global complexo, instável e competitivo.
"O Brasil está emergindo de uma crise econômica, política e psicossocial. A economia brasileira não está em sintonia com seu tempo, as instituições públicas ainda estão distantes dos anseios e necessidades da população", disse.
"A América do Sul, nosso contexto regional, apresenta ainda vulnerabilidades, a dependência da exportação de produtos primários e a defasagem tecnológica convivem com a instabilidade dos nossos governos" afirmou.
Mourão destacou o compromisso do governo de restabelecer a confiança no país e nas instituições, por meio de reformas estruturantes, como da Previdência, tributária e o pacote anticrime, da abertura comercial, privatizações, desvinculação do orçamento e modernização do Estado. E, para ele, a reinserção internacional do Brasil é "fundamental para a próxima etapa do processo de desenvolvimento".
A Alemanha é o quarto maior parceiro comercial do Brasil, atrás da China, dos Estados Unidos e da Argentina. A participação da potência europeia na corrente de comércio do Brasil em 2018 foi de 3,75%.
Mais de 54% dos produtos brasileiros exportados para a Alemanha são industrializados, incluindo máquinas mecânicas, automóveis, máquinas elétricas e produtos farmacêuticos. Em relação às importações, 99% das mercadorias que o Brasil compra do país europeu são bens industriais.