Mais quatro mortos em confronto com a Polícia

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Publicada em 17/09/2019 às 22:31:00

 

Milton Alves Júnior
Cinco presos, quatro 
mortos em confron-
to e dois feridos. Esse é o balanço até o final da noite de ontem em torno dos suspeitos de envolvimento no crime de triplo homicídio registrado no último domingo (15), no município sergipano de Cristinápolis, distante a 115 km da capita. Segundo esclarecimentos apresentados na manhã de ontem pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), o grupo criminoso, com ligação com a facção Primeiro Comando da Capital (PCC), é, de fato, o responsável pela morte de dois homens e uma mulher. Os detalhes da operação foram apresentados também por profissionais do Policiamento Militar do Interior (CPMI).
De acordo com o setor de inteligência da Polícia Civil, um dos motivos para o atentado criminoso está na possível resistência de uma das vítimas em utilizar a respectiva unidade habitacional para transforma-la em um novo ponto de comercialização de entorpecentes. Essa atitude já havia sido procedida por Rosicleide (uma das vítimas do domingo), mas foi logo desarticulada pelo chefe do tráfico na região, vulgo João Preto, um dos suspeitos foragidos. Após o confronto, os quatro suspeitos atingidos e mortos foram encaminhados para a sede do Instituto Médico Legal (IML), em Aracaju, enquanto os demais cinco, presos, foram encaminhados para a Delegacia Regional.
Os presos foram identificados como: Queila Sales Silva, Lucas Pinheiro dos Santos, Alexandro Pinheiro dos Santos, Luciano Farias Almeida, vulgo 'Banquinho', o moto-taxista do crime, e Cleverson de Jesus Fonseca, preso no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse). Esse último acusado foi preso após ser atingido acidentalmente no confronto e ter sido encaminhado à unidade hospitalar para receber atendimento especializado. Entre os mortos estavam: John Lucas que portava um revólver calibre 'ponto 32'; Lucas, vulgo 'Luquinhas', o qual estava armado com revólver calibre 38, e Juliano [de sobrenome e/ou apelido não oficializado pela SSP]. O quarto suspeito atingido trata-se de Kevin Kairan de Jesus que no momento do confronto estava em posse de uma escopeta de calibre 12.
Segundo esclarecimentos apresentados pelo coronel Fábio Rollemberg, comandante do Policiamento Militar do Interior (CPMI), o paradeiro do grupo foi possível se identificado após o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) 190, ter recebido denúncias anônimas. A perspectiva agora fica por conta da localização dos demais envolvidos. "dos 11, nove já foram encontrados. Lamentavelmente quatro resistiram a prisão e entraram em confronto com os agentes policiais, e outros cinco foram detidos. Os outros dois seguem foragidos e nós estamos em diligência à sua procura. Esperamos que a população possa novamente nos ajudar nessa missão e acabar com as suas ações criminais realizadas na região Sul de Sergipe", disse.
O Governo do Estado de Sergipe, por meio da Secretaria de Segurança Pública pede que, caso algum popular possua informações sobre a identidade e o possível paradeiro dos suspeitos, entrem em contato com Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), 190, e os denunciem. A SSP garante sigilo absoluto sobre a origem das denúncias. Novas informações sobre esse caso devem ser apresentadas após a elucidação do crime.

Milton Alves Júnior

Cinco presos, quatro  mortos em confron- to e dois feridos. Esse é o balanço até o final da noite de ontem em torno dos suspeitos de envolvimento no crime de triplo homicídio registrado no último domingo (15), no município sergipano de Cristinápolis, distante a 115 km da capita. Segundo esclarecimentos apresentados na manhã de ontem pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), o grupo criminoso, com ligação com a facção Primeiro Comando da Capital (PCC), é, de fato, o responsável pela morte de dois homens e uma mulher. Os detalhes da operação foram apresentados também por profissionais do Policiamento Militar do Interior (CPMI).
De acordo com o setor de inteligência da Polícia Civil, um dos motivos para o atentado criminoso está na possível resistência de uma das vítimas em utilizar a respectiva unidade habitacional para transforma-la em um novo ponto de comercialização de entorpecentes. Essa atitude já havia sido procedida por Rosicleide (uma das vítimas do domingo), mas foi logo desarticulada pelo chefe do tráfico na região, vulgo João Preto, um dos suspeitos foragidos. Após o confronto, os quatro suspeitos atingidos e mortos foram encaminhados para a sede do Instituto Médico Legal (IML), em Aracaju, enquanto os demais cinco, presos, foram encaminhados para a Delegacia Regional.
Os presos foram identificados como: Queila Sales Silva, Lucas Pinheiro dos Santos, Alexandro Pinheiro dos Santos, Luciano Farias Almeida, vulgo 'Banquinho', o moto-taxista do crime, e Cleverson de Jesus Fonseca, preso no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse). Esse último acusado foi preso após ser atingido acidentalmente no confronto e ter sido encaminhado à unidade hospitalar para receber atendimento especializado. Entre os mortos estavam: John Lucas que portava um revólver calibre 'ponto 32'; Lucas, vulgo 'Luquinhas', o qual estava armado com revólver calibre 38, e Juliano [de sobrenome e/ou apelido não oficializado pela SSP]. O quarto suspeito atingido trata-se de Kevin Kairan de Jesus que no momento do confronto estava em posse de uma escopeta de calibre 12.
Segundo esclarecimentos apresentados pelo coronel Fábio Rollemberg, comandante do Policiamento Militar do Interior (CPMI), o paradeiro do grupo foi possível se identificado após o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) 190, ter recebido denúncias anônimas. A perspectiva agora fica por conta da localização dos demais envolvidos. "dos 11, nove já foram encontrados. Lamentavelmente quatro resistiram a prisão e entraram em confronto com os agentes policiais, e outros cinco foram detidos. Os outros dois seguem foragidos e nós estamos em diligência à sua procura. Esperamos que a população possa novamente nos ajudar nessa missão e acabar com as suas ações criminais realizadas na região Sul de Sergipe", disse.
O Governo do Estado de Sergipe, por meio da Secretaria de Segurança Pública pede que, caso algum popular possua informações sobre a identidade e o possível paradeiro dos suspeitos, entrem em contato com Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), 190, e os denunciem. A SSP garante sigilo absoluto sobre a origem das denúncias. Novas informações sobre esse caso devem ser apresentadas após a elucidação do crime.