Escolas de Pirambu ficam sem aulas até segunda

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Publicada em 18/09/2019 às 22:46:00

 

Milton Alves Júnior
Dez escolas da rede municipal de ensino do município sergipano de Pirambu ficam sem receber os estudantes até a manhã da próxima segunda-feira (23). A suspensão das atividades educacionais atinge mais de 1.800 alunos em virtude da paralisação coordenada pelos professores que denunciam sucessivos atrasos salariais, falta de alimentação escolar, material didático e manutenção nos prédios das unidades municipais. Ontem, primeiro dia de ato, houveram mobilizações em povoados e em frente à sede da prefeitura. O prefeito Élio José Lima Martins (PSC), e os diretores da Secretaria Municipal da Educação (Semed), não se manifestaram oficialmente sobre o movimento da classe trabalhadora.
O silêncio dos gestores públicos, inclusive, também é alvo de críticas por parte dos servidores e de dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese). Para o professor Eduardo Bezerra, a pasta responsável por administrar o sistema educacional no município enfrenta uma 'agravante situação de desorganização funcional'. Para o educador, a fim de mudar esse cenário é preciso que os estudantes, os pais e/ou responsáveis, bem como a sociedade em geral se unam à luta dos professores e ajudem, de forma unida, a qualificar o serviço; a começar com o cumprimento dos deveres junto aos trabalhadores.

Milton Alves Júnior

Dez escolas da rede municipal de ensino do município sergipano de Pirambu ficam sem receber os estudantes até a manhã da próxima segunda-feira (23). A suspensão das atividades educacionais atinge mais de 1.800 alunos em virtude da paralisação coordenada pelos professores que denunciam sucessivos atrasos salariais, falta de alimentação escolar, material didático e manutenção nos prédios das unidades municipais. Ontem, primeiro dia de ato, houveram mobilizações em povoados e em frente à sede da prefeitura. O prefeito Élio José Lima Martins (PSC), e os diretores da Secretaria Municipal da Educação (Semed), não se manifestaram oficialmente sobre o movimento da classe trabalhadora.
O silêncio dos gestores públicos, inclusive, também é alvo de críticas por parte dos servidores e de dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese). Para o professor Eduardo Bezerra, a pasta responsável por administrar o sistema educacional no município enfrenta uma 'agravante situação de desorganização funcional'. Para o educador, a fim de mudar esse cenário é preciso que os estudantes, os pais e/ou responsáveis, bem como a sociedade em geral se unam à luta dos professores e ajudem, de forma unida, a qualificar o serviço; a começar com o cumprimento dos deveres junto aos trabalhadores.