Zezinho Sobral: "fechamento do escritório da Petrobras em Sergipe é uma irresponsabilidade"

Compartilhar:
Imprimir Aumentar Texto Diminuir Texto

Clique nas imagens para ampliar

Publicada em 18/09/2019 às 23:00:00

 

O deputado estadual Zezinho Sobral (Pode) usou a Tribuna da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira, para, mais uma vez, criticar a possibilidade de fechamento do escritório da Petrobras em Sergipe. Segundo o parlamentar, a atitude é reprovável e representa desrespeito ao povo sergipano e brasileiro.
"Quando falamos em Petrobras, é possível citar os inúmeros equívocos cometidos nos últimos anos, não culpa exclusivamente do atual Governo Federal, mas também do último Governo. O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, que sucede o senhor Pedro Parente, tem praticado atos de absoluta inconsequência na empresa, com o argumento que atende ao conselho de acionistas. Ele precisa lembrar que é o povo brasileiro o maior acionista e a quem ele deve respeito", afirmou.
Sobral destacou que "a Petrobras vem atuando de forma danosa em diversos aspectos, principalmente em relação a Sergipe e a Bahia. A hibernação da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) dos dois estados é uma irresponsabilidade sem precedentes, o que tem causado muitos problemas do ponto de vista de desenvolvimento econômico e emprego, prejuízos para agricultura, agropecuária, na produção e exportação de fertilizantes, bem como na produção de dióxido de carbono (CO2), utilizado na fabricação de bicarbonato de sódio, essencial para tratamento de doenças renais crônicas, entre outros agravos já sentidos na cadeia produtiva", explicou.

O deputado estadual Zezinho Sobral (Pode) usou a Tribuna da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira, para, mais uma vez, criticar a possibilidade de fechamento do escritório da Petrobras em Sergipe. Segundo o parlamentar, a atitude é reprovável e representa desrespeito ao povo sergipano e brasileiro.
"Quando falamos em Petrobras, é possível citar os inúmeros equívocos cometidos nos últimos anos, não culpa exclusivamente do atual Governo Federal, mas também do último Governo. O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, que sucede o senhor Pedro Parente, tem praticado atos de absoluta inconsequência na empresa, com o argumento que atende ao conselho de acionistas. Ele precisa lembrar que é o povo brasileiro o maior acionista e a quem ele deve respeito", afirmou.
Sobral destacou que "a Petrobras vem atuando de forma danosa em diversos aspectos, principalmente em relação a Sergipe e a Bahia. A hibernação da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) dos dois estados é uma irresponsabilidade sem precedentes, o que tem causado muitos problemas do ponto de vista de desenvolvimento econômico e emprego, prejuízos para agricultura, agropecuária, na produção e exportação de fertilizantes, bem como na produção de dióxido de carbono (CO2), utilizado na fabricação de bicarbonato de sódio, essencial para tratamento de doenças renais crônicas, entre outros agravos já sentidos na cadeia produtiva", explicou.