Luciano Pimentel reafirma preocupação com fechamento da Petrobras em Sergipe

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Publicada em 18/09/2019 às 23:01:00

 

Desde o primeiro mandato, o deputado estadual Luciano Pimentel tem alertado sobre o possível encerramento das atividades da Petrobras em Sergipe. Na manhã desta quarta-feira, 18, em aparte ao pronunciamento da deputada Maria Mendonça, o parlamentar reafirmou sua preocupação com o tema e ressaltou que o fechamento da sede administrativa da empresa, previsto para 2020, atingirá em cheio a economia sergipana. 
 "Durante quatro anos eu apresentei, nesta Casa, dados que mostravam uma queda constante nos investimentos da Petrobras em Sergipe. Por vezes eu frisei que se nada fosse feito, iríamos nos deparar com uma situação como essa apresentada hoje. Falta de aviso não foi", enfatizou.
Usando a metáfora do sapo que se deixa morrer quando é posto em água fria e ela começa a ferver, Luciano Pimentel asseverou que há tempos a empresa sinaliza o fim dos trabalhos em Sergipe. "Nós demonstramos com números essa política de desinvestimento e a diminuição substancial e progressiva da contribuição dos royalties da Petrobras no Estado. Insistimos no assunto por saber que esses números certamente seriam utilizados como justificativa para saída da empresa de Sergipe", disse o deputado, complementando.
 "A cada ano a produção e o investimento caíam. Estava claro que chegaríamos a um ponto em que a Petrobras iria afirmar ser inviável se manter em Sergipe, devido aos custos operacionais e os baixos índices produtivos. Mas é preciso frisar que tudo isso foi uma coisa extremamente planejada", salientou.
Segundo Luciano Pimentel, além de uma série de exposições acerca da temática, ele participou de reuniões na Petrobras e até protocolou um requerimento convidando o superintendente da empresa em Sergipe para explanar sobre o futuro da companhia no Estado. 
 "Convidei o superintendente, ele não compareceu. Acompanhado do presidente da Alese, Luciano Bispo, estive por duas ocasiões na Petrobras onde debatemos quais seriam as perspectivas para Sergipe. Nessas duas oportunidades, ouvimos que não havia motivo para preocupação e os investimentos seriam retomados. O que não ocorreu", pontuou. 
De acordo com o parlamentar, se não houver uma mobilização para reverter esse quadro, os prejuízos para o Estado serão grandes. "Além de impactar diretamente a vida dos trabalhadores, que precisarão deixar sua rotina e mudar para o Rio Janeiro e Espírito Santo, o  fechamento da unidade administrativa será um caos para economia de Sergipe. São mais de dois mil empregos diretos, fora os indiretos, com um nível salarial acima da renda média sergipana e que representava um incremento significativo para o Estado". 
Para Luciano Pimentel, esse é o momento de somar forças e assegurar a permanência da empresa em Sergipe. "Conclamo, novamente, que todos os parlamentares, estaduais e federais, e o Executivo se unam para garantir que essa decisão seja revista pela Petrobras. Se é necessária uma crise para obter a união, já estamos em crise. Essa é a hora de agir", concluiu.  

Desde o primeiro mandato, o deputado estadual Luciano Pimentel tem alertado sobre o possível encerramento das atividades da Petrobras em Sergipe. Na manhã desta quarta-feira, 18, em aparte ao pronunciamento da deputada Maria Mendonça, o parlamentar reafirmou sua preocupação com o tema e ressaltou que o fechamento da sede administrativa da empresa, previsto para 2020, atingirá em cheio a economia sergipana. 
 "Durante quatro anos eu apresentei, nesta Casa, dados que mostravam uma queda constante nos investimentos da Petrobras em Sergipe. Por vezes eu frisei que se nada fosse feito, iríamos nos deparar com uma situação como essa apresentada hoje. Falta de aviso não foi", enfatizou.
Usando a metáfora do sapo que se deixa morrer quando é posto em água fria e ela começa a ferver, Luciano Pimentel asseverou que há tempos a empresa sinaliza o fim dos trabalhos em Sergipe. "Nós demonstramos com números essa política de desinvestimento e a diminuição substancial e progressiva da contribuição dos royalties da Petrobras no Estado. Insistimos no assunto por saber que esses números certamente seriam utilizados como justificativa para saída da empresa de Sergipe", disse o deputado, complementando.
 "A cada ano a produção e o investimento caíam. Estava claro que chegaríamos a um ponto em que a Petrobras iria afirmar ser inviável se manter em Sergipe, devido aos custos operacionais e os baixos índices produtivos. Mas é preciso frisar que tudo isso foi uma coisa extremamente planejada", salientou.
Segundo Luciano Pimentel, além de uma série de exposições acerca da temática, ele participou de reuniões na Petrobras e até protocolou um requerimento convidando o superintendente da empresa em Sergipe para explanar sobre o futuro da companhia no Estado. 
 "Convidei o superintendente, ele não compareceu. Acompanhado do presidente da Alese, Luciano Bispo, estive por duas ocasiões na Petrobras onde debatemos quais seriam as perspectivas para Sergipe. Nessas duas oportunidades, ouvimos que não havia motivo para preocupação e os investimentos seriam retomados. O que não ocorreu", pontuou. 
De acordo com o parlamentar, se não houver uma mobilização para reverter esse quadro, os prejuízos para o Estado serão grandes. "Além de impactar diretamente a vida dos trabalhadores, que precisarão deixar sua rotina e mudar para o Rio Janeiro e Espírito Santo, o  fechamento da unidade administrativa será um caos para economia de Sergipe. São mais de dois mil empregos diretos, fora os indiretos, com um nível salarial acima da renda média sergipana e que representava um incremento significativo para o Estado". 
Para Luciano Pimentel, esse é o momento de somar forças e assegurar a permanência da empresa em Sergipe. "Conclamo, novamente, que todos os parlamentares, estaduais e federais, e o Executivo se unam para garantir que essa decisão seja revista pela Petrobras. Se é necessária uma crise para obter a união, já estamos em crise. Essa é a hora de agir", concluiu.