À luta

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Publicada em 22/09/2019 às 09:15:00

 

O espaço ocupado pela Petrobras 
na economia sergipana não é 
nada modesto. Há quem credite à presença da estatal os louros de uma já distante realidade, com oportunidades de emprego e comércio cheio de gente. Hoje, em plena crise, ante a ameaça concreta de a empresa encerrar as atividades em Sergipe, qualquer um com um pingo de juízo treme.
Se a situação já anda ruim com a Petrobras em Sergipe, imagine como a economia ficaria sem ela. Por enquanto, o risco é ventilado em protestos de pura especulação. Mas os indícios existem e mostram o rabo, na forma de um eufemismo descarado, uma controversa política de desinvestimento. 
Por certo, o peso econômico e social da empresa. A história de Sergipe é dividida em antes e depois da Petrobras. A afirmação é do então governador Jackson Barreto, inspirada pelos 50 anos transcorridos desde a perfuração do primeiro poço de petróleo em território sergipano, comemorados em 2013, e não poderia ser mais exata. Sem os postos de trabalho e a renda gerada pela presença da companhia entre os limites de nossas fronteiras, a história contada hoje certamente seria outra, muito diferente.
 A possibilidade de a Petrobras suspender os investimentos e retirar-se do solo sergipano representa mais um duro golpe na situação financeira do Estado. Para evitar o pior é preciso contar com uma mobilização organizada, em todos os espaços possíveis, de caráter supra partidário. É preciso deixar claro para a presidência da empresa e também para o próprio Bolsonaro que os sergipanos não aceitarão tal afronta de braços cruzados.
Para defender os interesses sergipanos é que a classe política local é tão bem paga. À luta, portanto.

O espaço ocupado pela Petrobras  na economia sergipana não é  nada modesto. Há quem credite à presença da estatal os louros de uma já distante realidade, com oportunidades de emprego e comércio cheio de gente. Hoje, em plena crise, ante a ameaça concreta de a empresa encerrar as atividades em Sergipe, qualquer um com um pingo de juízo treme.
Se a situação já anda ruim com a Petrobras em Sergipe, imagine como a economia ficaria sem ela. Por enquanto, o risco é ventilado em protestos de pura especulação. Mas os indícios existem e mostram o rabo, na forma de um eufemismo descarado, uma controversa política de desinvestimento. 
Por certo, o peso econômico e social da empresa. A história de Sergipe é dividida em antes e depois da Petrobras. A afirmação é do então governador Jackson Barreto, inspirada pelos 50 anos transcorridos desde a perfuração do primeiro poço de petróleo em território sergipano, comemorados em 2013, e não poderia ser mais exata. Sem os postos de trabalho e a renda gerada pela presença da companhia entre os limites de nossas fronteiras, a história contada hoje certamente seria outra, muito diferente.
 A possibilidade de a Petrobras suspender os investimentos e retirar-se do solo sergipano representa mais um duro golpe na situação financeira do Estado. Para evitar o pior é preciso contar com uma mobilização organizada, em todos os espaços possíveis, de caráter supra partidário. É preciso deixar claro para a presidência da empresa e também para o próprio Bolsonaro que os sergipanos não aceitarão tal afronta de braços cruzados.
Para defender os interesses sergipanos é que a classe política local é tão bem paga. À luta, portanto.