Policiais civis decidem não aceitar encaminhamento da "mesa de negociação" do Governo

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Publicada em 24/09/2019 às 07:09:00

 

Os policiais civis de Sergipe estão sendo enganados pelo Governo. Esse foi o sentimento pontuado por agentes, escrivães e agentes auxiliares reunidos na noite desta sexta-feira, 20, em Assembleia Geral Extraordinária realizada no auditório da Academia de Polícia Civil (Acadepol). Como resultado, na próxima segunda-feira, 23, às 15h30, na Secretaria de Estado da Administração (Sead), o Sinpol/SE deixará de integrar a "mesa de negociação" proposta pelo Governo.
Com base no pontuado durante a Assembleia, os policiais civis sabem exatamente do que precisam e não vão aceitar encaminhamentos autoritários apresentados na "mesa de negociação", tendo em vista que buscam como ponto prioritário a aprovação do Projeto Oficial de Polícia Civil (OPC), nascido do entendimento do próprio governador Belivaldo Chagas e do secretário de Segurança Pública, João Eloy, e que não envolve necessariamente investimentos financeiros para o Estado de Sergipe.
"Nesta segunda-feira acompanharemos o encerramento dos trabalhos na Sead deixando evidente que o projeto que será encaminhado ao governador Belivaldo Chagas nada tem a ver com a proposta da categoria. Toda ação provoca uma reação e essa atitude da mesa apenas aumentou a insatisfação de uma categoria que não tolera mais esse tipo de manobra. Iremos aguardar os encaminhamentos do governador Belivaldo Chagas até o dia 30 de setembro para a partir dessa data mudarmos o tom da nossa luta se assim for necessário. Até essa data continuaremos confiando no cumprimento da palavra do governador. Entretanto, com os últimos acontecimentos, a categoria passou para um estado de alerta máximo", destacou Adriano Bandeira, presidente do Sinpol/SE.
Os policiais civis demonstraram insatisfação e revolta com o Governo durante a Assembleia. Além de votarem pela não aprovação do projeto contraproposto pela "mesa de negociação", referente à redução dos interstícios, pretendem realizar na primeira semana de outubro um Ato de Alerta ao povo sergipano. "Nossa categoria permanece unida, mobilizada e atenta. Aguardaremos qual projeto o governador Belivaldo Chagas encaminhará para aprovação na Alese até o dia 30 de setembro, prazo que ele mesmo estabeleceu, mas já estamos organizando um ato para o dia 2 de outubro como forma de esclarecer à sociedade pontos importantes da nossa luta. Estamos dispostos a tudo para defender nossos direitos e ter o reconhecimento profissional devido por parte do Governo de Sergipe", completou o presidente do Sinpol/SE.
"Nosso projeto foi apresentado com aval do secretário de Segurança Pública, João Eloy, e com o compromisso de encaminhamento para a Assembleia Legislativa por parte do governador Belivaldo. Acreditamos que eles sejam maiores do que qualquer tentativa de enganar nossa categoria. É nesse ponto da negociação que estamos agora", finalizou Adriano Bandeira.

Os policiais civis de Sergipe estão sendo enganados pelo Governo. Esse foi o sentimento pontuado por agentes, escrivães e agentes auxiliares reunidos na noite desta sexta-feira, 20, em Assembleia Geral Extraordinária realizada no auditório da Academia de Polícia Civil (Acadepol). Como resultado, na próxima segunda-feira, 23, às 15h30, na Secretaria de Estado da Administração (Sead), o Sinpol/SE deixará de integrar a "mesa de negociação" proposta pelo Governo.
Com base no pontuado durante a Assembleia, os policiais civis sabem exatamente do que precisam e não vão aceitar encaminhamentos autoritários apresentados na "mesa de negociação", tendo em vista que buscam como ponto prioritário a aprovação do Projeto Oficial de Polícia Civil (OPC), nascido do entendimento do próprio governador Belivaldo Chagas e do secretário de Segurança Pública, João Eloy, e que não envolve necessariamente investimentos financeiros para o Estado de Sergipe.
"Nesta segunda-feira acompanharemos o encerramento dos trabalhos na Sead deixando evidente que o projeto que será encaminhado ao governador Belivaldo Chagas nada tem a ver com a proposta da categoria. Toda ação provoca uma reação e essa atitude da mesa apenas aumentou a insatisfação de uma categoria que não tolera mais esse tipo de manobra. Iremos aguardar os encaminhamentos do governador Belivaldo Chagas até o dia 30 de setembro para a partir dessa data mudarmos o tom da nossa luta se assim for necessário. Até essa data continuaremos confiando no cumprimento da palavra do governador. Entretanto, com os últimos acontecimentos, a categoria passou para um estado de alerta máximo", destacou Adriano Bandeira, presidente do Sinpol/SE.
Os policiais civis demonstraram insatisfação e revolta com o Governo durante a Assembleia. Além de votarem pela não aprovação do projeto contraproposto pela "mesa de negociação", referente à redução dos interstícios, pretendem realizar na primeira semana de outubro um Ato de Alerta ao povo sergipano. "Nossa categoria permanece unida, mobilizada e atenta. Aguardaremos qual projeto o governador Belivaldo Chagas encaminhará para aprovação na Alese até o dia 30 de setembro, prazo que ele mesmo estabeleceu, mas já estamos organizando um ato para o dia 2 de outubro como forma de esclarecer à sociedade pontos importantes da nossa luta. Estamos dispostos a tudo para defender nossos direitos e ter o reconhecimento profissional devido por parte do Governo de Sergipe", completou o presidente do Sinpol/SE.
"Nosso projeto foi apresentado com aval do secretário de Segurança Pública, João Eloy, e com o compromisso de encaminhamento para a Assembleia Legislativa por parte do governador Belivaldo. Acreditamos que eles sejam maiores do que qualquer tentativa de enganar nossa categoria. É nesse ponto da negociação que estamos agora", finalizou Adriano Bandeira.