Na sabatina de Aras, Rogério Carvalho cobra isenção da instituição

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Publicada em 25/09/2019 às 22:16:00

 

Com artigos da Constituição Federal em mãos, que informam sobre as atribuições do Ministério Público na sociedade, o senador Rogério Carvalho, vice-líder do PT no Senado, se manifestou na sabatina ao indicado à PGR Augusto Aras.
"Eu vejo que o Ministério Público perdeu, nos últimos tempos, a capacidade de cuidar dos interesses da sociedade, aqueles que guardam relação com o direito que materializa a nossa cidadania. O Ministério Público é o instrumento mais relevante na garantia dos nossos direitos", apontou o senador.
Os questionamentos do senador Rogério Carvalho destacaram os problemas que são noticiados diariamente nas manchetes nacionais. "Nós temos visto nos últimos tempos que os povos originais do Brasil, da Amazônia e das diversas regiões o país, estão sob ataque… De governos que não têm a menor compreensão do papel e do que significam esses povos originais e o que eles representam para a nossa história", disse se referindo aos povos indígenas.
A situação da violência foi lembrada pelo parlamentar através das recentes vítimas registradas na cidade do Rio de Janeiro. Chegou a citar que são cinco pessoas mortas por dia por policiais. "O que nós vimos esta semana e nos últimos dias é um governador que patrocina o assassinato, que está pior trás de assassinatos que precisam ser investigados porque é sob o comando dele que age a polícia e, portanto, cabe ao Ministério Público fiscalizar esta questão". "
Também foi alvo de cobrança do senador Rogério Carvalho uma postura mais efetiva do Ministério Público em promover medidas que coíbam o abuso de autoridade dos procuradores.
O senador chegou a citar que o presidente Bolsonaro admitiu para o mundo a atuação política do então juiz Sérgio Moro. "Ontem (terça-feira) me chamou a atenção no discurso do presidente da República, na assembleia geral da ONU, quando ele disse que o Moro, um agente público, um juiz foi responsável par evitar o socialismo do Brasil, que o socialismo tomasse conta do país. Ou seja, o presidente denunciou o ministro Sérgio Moro de ter assumido uma posição política, eleitoral de forma explícita, no que diz respeito a impedir o que ele chama se socialismo, marxismo cultural, de uma visão completamente ultrapassada ", conclui Rogério.

Com artigos da Constituição Federal em mãos, que informam sobre as atribuições do Ministério Público na sociedade, o senador Rogério Carvalho, vice-líder do PT no Senado, se manifestou na sabatina ao indicado à PGR Augusto Aras.
"Eu vejo que o Ministério Público perdeu, nos últimos tempos, a capacidade de cuidar dos interesses da sociedade, aqueles que guardam relação com o direito que materializa a nossa cidadania. O Ministério Público é o instrumento mais relevante na garantia dos nossos direitos", apontou o senador.
Os questionamentos do senador Rogério Carvalho destacaram os problemas que são noticiados diariamente nas manchetes nacionais. "Nós temos visto nos últimos tempos que os povos originais do Brasil, da Amazônia e das diversas regiões o país, estão sob ataque… De governos que não têm a menor compreensão do papel e do que significam esses povos originais e o que eles representam para a nossa história", disse se referindo aos povos indígenas.
A situação da violência foi lembrada pelo parlamentar através das recentes vítimas registradas na cidade do Rio de Janeiro. Chegou a citar que são cinco pessoas mortas por dia por policiais. "O que nós vimos esta semana e nos últimos dias é um governador que patrocina o assassinato, que está pior trás de assassinatos que precisam ser investigados porque é sob o comando dele que age a polícia e, portanto, cabe ao Ministério Público fiscalizar esta questão". "
Também foi alvo de cobrança do senador Rogério Carvalho uma postura mais efetiva do Ministério Público em promover medidas que coíbam o abuso de autoridade dos procuradores.
O senador chegou a citar que o presidente Bolsonaro admitiu para o mundo a atuação política do então juiz Sérgio Moro. "Ontem (terça-feira) me chamou a atenção no discurso do presidente da República, na assembleia geral da ONU, quando ele disse que o Moro, um agente público, um juiz foi responsável par evitar o socialismo do Brasil, que o socialismo tomasse conta do país. Ou seja, o presidente denunciou o ministro Sérgio Moro de ter assumido uma posição política, eleitoral de forma explícita, no que diz respeito a impedir o que ele chama se socialismo, marxismo cultural, de uma visão completamente ultrapassada ", conclui Rogério.