Aumento no preço dos combustíveis gera reclamação

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Publicada em 25/09/2019 às 22:25:00

 

Milton Aves Júnior
Novo reajuste nos valores dos combustíveis tem tirado o sossego dos contribuintes sergipanos que se deparam com a necessidade de continuar abastecendo-nos respectivos vesículas, mesmo diante dos sucessivos reajustes. Em Aracaju, o último balanço realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), mostra que o preço médio da gasolina comum tem sido revendido em média por R$ 4,36. O preço mais em conta encontrado pelo JORNAL DO DIA na tarde de ontem foi de R$ 4,29 em um posto de combustíveis na região central da capital sergipana; já o mais caro ultrapassava a casa dos R$ 4,50 na região Sul.
A tendência é que essa tabela de preços já criticados pela população sofra uma nova alteração ainda essa semana. Essa perspectiva acontece em virtude de a Petrobras ter elevado o preço médio do diesel nas refinarias em 4,2%, e o da gasolina em 3,5%. Essa mudança foi anunciada na quarta-feira da semana passada, dia 18, e ter liberado para acréscimo já na quinta, 19. Apesar do reajuste, o Governo Federal enaltece que o repasse, ou não do aumento para os consumidores, fica a critério das distribuidoras e postos. A empresa estatal esclareceu ainda que o reajuste se fez necessário após aumento nos preços do barril do petróleo.
"O que tem nos deixado realmente pensativo é sobre toda aquela promessa de redução gradativa do preço do combustível se o atual presidente fosse eleito. Estou esperando o anúncio de paralisação dos caminhoneiros, dos transportes por aplicativos, taxistas e outros setores para também me unir à causa. Foi assim que no ano passado os preços foram, no mínimo, congelados. Está tudo muito pacífico; parece que somente eu estou revoltado com esses valores cada vez mais absurdos", declarou o assessor jurídico Joel Torres. O Sindicato dos Postos de Combustíveis não se pronunciou sobre a perspectiva de aumento nas bombas.

Milton Aves Júnior

Novo reajuste nos valores dos combustíveis tem tirado o sossego dos contribuintes sergipanos que se deparam com a necessidade de continuar abastecendo-nos respectivos vesículas, mesmo diante dos sucessivos reajustes. Em Aracaju, o último balanço realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), mostra que o preço médio da gasolina comum tem sido revendido em média por R$ 4,36. O preço mais em conta encontrado pelo JORNAL DO DIA na tarde de ontem foi de R$ 4,29 em um posto de combustíveis na região central da capital sergipana; já o mais caro ultrapassava a casa dos R$ 4,50 na região Sul.
A tendência é que essa tabela de preços já criticados pela população sofra uma nova alteração ainda essa semana. Essa perspectiva acontece em virtude de a Petrobras ter elevado o preço médio do diesel nas refinarias em 4,2%, e o da gasolina em 3,5%. Essa mudança foi anunciada na quarta-feira da semana passada, dia 18, e ter liberado para acréscimo já na quinta, 19. Apesar do reajuste, o Governo Federal enaltece que o repasse, ou não do aumento para os consumidores, fica a critério das distribuidoras e postos. A empresa estatal esclareceu ainda que o reajuste se fez necessário após aumento nos preços do barril do petróleo.
"O que tem nos deixado realmente pensativo é sobre toda aquela promessa de redução gradativa do preço do combustível se o atual presidente fosse eleito. Estou esperando o anúncio de paralisação dos caminhoneiros, dos transportes por aplicativos, taxistas e outros setores para também me unir à causa. Foi assim que no ano passado os preços foram, no mínimo, congelados. Está tudo muito pacífico; parece que somente eu estou revoltado com esses valores cada vez mais absurdos", declarou o assessor jurídico Joel Torres. O Sindicato dos Postos de Combustíveis não se pronunciou sobre a perspectiva de aumento nas bombas.