Novas praias voltam a receber manchas de óleo

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A PF instaurou um inquérito para apurar a origem da substância, de aspecto oleoso, encontrada em praias nordestinas
A PF instaurou um inquérito para apurar a origem da substância, de aspecto oleoso, encontrada em praias nordestinas

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Publicada em 02/10/2019 às 23:08:00

 

Subiu para cinco o número de praias com mancha de óleo na faixa litorânea do Estado de Sergipe. Conforme anunciado na manhã de ontem pela Administração Estadual do Meio Ambiente de Sergipe (Adema), os novos registros de poluição foram flagrados na Praia da Costa, município de Barra dos Coqueiros, e em uma localidade praiana de Pirambu. Dos nove estados nordestinos, oito - incluindo Sergipe - foram atingidos pelas camadas de de óleo. Na perspectiva de identificar a origem do produto tóxico, a Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH), que investiga o problema, acredita que o petróleo tenha vindo de navios que passam pela região.
Segundo analise técnica realizada ainda no início da manhã de ontem, as manchas apresentadas essa semana, apesar de gerarem mais preocupação aos órgãos de monitoramento e proteção ao meio ambiente, são inferiores se comparado aos registros dos últimos 15 dias. De acordo com o diretor-presidente da Adema, Gilvan Dias, estudos em amoatras desses produtos estão sendo realizados frequentemente a fim de vistoriar a qualidade da água, e se as praias apresentam restrições. Apesar dos registros, um relatório de balneabilidade foi realizado e constatou que as 20 praias, do litoral sul e do norte do estado, estão próprias para banho.
 "Desde o final do mês passado percebemos que essa substância oleosa foi detectada em todo litoral sergipano, mas com mais representatividade nas praias do litoral norte; região onde realmente foi possível se deparar com a irregularidade de forma mais intensa. Foi feito o procedimento de raspagem nos locais afetados, que é a retirada da parte poluída, e depois fizemos a coleta da água dessas praias e a balneabilidade foi atestada, ou seja, essas praias estão próprias para banho", declarou Gilvan Dias. Caso não surjam novos pontos de presença do óleo, os órgãos de fiscalização devem se pronunciar sobre o caso até o próximo dia 15. (Milton Alves Júnior)

Subiu para cinco o número de praias com mancha de óleo na faixa litorânea do Estado de Sergipe. Conforme anunciado na manhã de ontem pela Administração Estadual do Meio Ambiente de Sergipe (Adema), os novos registros de poluição foram flagrados na Praia da Costa, município de Barra dos Coqueiros, e em uma localidade praiana de Pirambu. Dos nove estados nordestinos, oito - incluindo Sergipe - foram atingidos pelas camadas de de óleo. Na perspectiva de identificar a origem do produto tóxico, a Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH), que investiga o problema, acredita que o petróleo tenha vindo de navios que passam pela região.
Segundo analise técnica realizada ainda no início da manhã de ontem, as manchas apresentadas essa semana, apesar de gerarem mais preocupação aos órgãos de monitoramento e proteção ao meio ambiente, são inferiores se comparado aos registros dos últimos 15 dias. De acordo com o diretor-presidente da Adema, Gilvan Dias, estudos em amoatras desses produtos estão sendo realizados frequentemente a fim de vistoriar a qualidade da água, e se as praias apresentam restrições. Apesar dos registros, um relatório de balneabilidade foi realizado e constatou que as 20 praias, do litoral sul e do norte do estado, estão próprias para banho.
 "Desde o final do mês passado percebemos que essa substância oleosa foi detectada em todo litoral sergipano, mas com mais representatividade nas praias do litoral norte; região onde realmente foi possível se deparar com a irregularidade de forma mais intensa. Foi feito o procedimento de raspagem nos locais afetados, que é a retirada da parte poluída, e depois fizemos a coleta da água dessas praias e a balneabilidade foi atestada, ou seja, essas praias estão próprias para banho", declarou Gilvan Dias. Caso não surjam novos pontos de presença do óleo, os órgãos de fiscalização devem se pronunciar sobre o caso até o próximo dia 15. (Milton Alves Júnior)