Zanetti disputa Mundial de olho vaga olímpica

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Arthur Zanetti estreia hoje no Mundial de Stuttgart, de olho na vaga para Olimpíada de Tóquio em 2020
Arthur Zanetti estreia hoje no Mundial de Stuttgart, de olho na vaga para Olimpíada de Tóquio em 2020

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Publicada em 06/10/2019 às 10:43:00

 

O primeiro Mundial da carreira do campeão olímpico Arthur Zanetti foi disputado justamente em Stuttgart, na Alemanha, em 2007, onde este ano defenderá a seleção brasileira de ginástica artística, em busca da vaga olímpica por equipe para os Jogos de Tóquio/2020. O Brasil compete a qualificação neste domingo (6), a partir das 14h30 (horário de Brasília), na subdivisão 4, a última do primeiro dia de disputas masculina, no ginásio Hanns Martin Schleyer Halle.
China, Rússia e Japão já estão classificadas pela disputa do Mundial de Doha/2018 para a Olimpíada, mas outras nove vagas estarão em jogo em Stuttgart e o Brasil vai brigar por uma delas. Arthur fará argolas, aparelho em que é especialista, e também solo e salto.
"Vai ser bem disputada essa vaga por equipe. Alguns times cresceram bastante nos últimos anos, como a Holanda e a Ucrânia, além dos adversários que são fortes tradicionalmente", disse Arthur. 
Arthur Zanetti competiu em oito Mundiais, desde o primeiro, justamente em Stuttgart, em 2007. Depois disso, disputou os Mundiais de Londres/2009, Tóquio/2011, Antuérpia/2013 - onde conquistou o título de campeão mundial nas argolas -, Nanning/2014, Glasgow/2015, Montreal/2017 e Doha/2018. Tem uma medalha de ouro, a de Antuérpia, e duas de prata, conquistadas em Nanning e em Doha, todas nas argolas.
"Vamos usar a nossa experiência em favor da equipe. Em 2007, quando eu vi o Diego ser bicampeão mundial, era o meu primeiro Mundial. Fiquei alucinado com o nível técnico dos atletas e vi o quanto eu estava para trás e pensei que quando voltasse para o meu ginásio teria de trabalhar muito. Eu vi o Diego no pódio e disse quero isso para mim também como profissão, inclusive", observou Arthur Zanetti. "
Além de Arthur Zanetti (SERC/AGITH São Caetano), formam a equipe: Arthur Nory (Pinheiros-SP), Caio Souza (São Bernardo-SP), Francisco Barreto (Pinheiros), Lucas Bittencourt (Minas Tênis Clube-MG), Leonardo Mateus de Souza (Minas Tênis Clube), primeiro reserva, e Tomás Rodrigues Florêncio (Sogipa-RS), segundo reserva. Os treinadores são Marcos Goto, Cristiano Albino e Ricardo Yokoyama. O chefe da equipe é Leonardo Finco e o chefe da delegação Henrique Motta.
Marcos Goto acredita que 12 equipes podem conseguir uma das nove vagas em disputa. "O Brasil tem condições, tem equipe para ficar entre as nove, mas tem de competir bem, não dá para aprontar. No Pan, conversamos e fizemos os 250.000 pontos que buscávamos e estamos querendo repetir isso no Mundial", acrescentou Goto que treina Arthur Zanetti há 20 anos, desde que o ginasta tinha 9, em São Caetano. 

O primeiro Mundial da carreira do campeão olímpico Arthur Zanetti foi disputado justamente em Stuttgart, na Alemanha, em 2007, onde este ano defenderá a seleção brasileira de ginástica artística, em busca da vaga olímpica por equipe para os Jogos de Tóquio/2020. O Brasil compete a qualificação neste domingo (6), a partir das 14h30 (horário de Brasília), na subdivisão 4, a última do primeiro dia de disputas masculina, no ginásio Hanns Martin Schleyer Halle.
China, Rússia e Japão já estão classificadas pela disputa do Mundial de Doha/2018 para a Olimpíada, mas outras nove vagas estarão em jogo em Stuttgart e o Brasil vai brigar por uma delas. Arthur fará argolas, aparelho em que é especialista, e também solo e salto.
"Vai ser bem disputada essa vaga por equipe. Alguns times cresceram bastante nos últimos anos, como a Holanda e a Ucrânia, além dos adversários que são fortes tradicionalmente", disse Arthur. 
Arthur Zanetti competiu em oito Mundiais, desde o primeiro, justamente em Stuttgart, em 2007. Depois disso, disputou os Mundiais de Londres/2009, Tóquio/2011, Antuérpia/2013 - onde conquistou o título de campeão mundial nas argolas -, Nanning/2014, Glasgow/2015, Montreal/2017 e Doha/2018. Tem uma medalha de ouro, a de Antuérpia, e duas de prata, conquistadas em Nanning e em Doha, todas nas argolas.
"Vamos usar a nossa experiência em favor da equipe. Em 2007, quando eu vi o Diego ser bicampeão mundial, era o meu primeiro Mundial. Fiquei alucinado com o nível técnico dos atletas e vi o quanto eu estava para trás e pensei que quando voltasse para o meu ginásio teria de trabalhar muito. Eu vi o Diego no pódio e disse quero isso para mim também como profissão, inclusive", observou Arthur Zanetti. "
Além de Arthur Zanetti (SERC/AGITH São Caetano), formam a equipe: Arthur Nory (Pinheiros-SP), Caio Souza (São Bernardo-SP), Francisco Barreto (Pinheiros), Lucas Bittencourt (Minas Tênis Clube-MG), Leonardo Mateus de Souza (Minas Tênis Clube), primeiro reserva, e Tomás Rodrigues Florêncio (Sogipa-RS), segundo reserva. Os treinadores são Marcos Goto, Cristiano Albino e Ricardo Yokoyama. O chefe da equipe é Leonardo Finco e o chefe da delegação Henrique Motta.
Marcos Goto acredita que 12 equipes podem conseguir uma das nove vagas em disputa. "O Brasil tem condições, tem equipe para ficar entre as nove, mas tem de competir bem, não dá para aprontar. No Pan, conversamos e fizemos os 250.000 pontos que buscávamos e estamos querendo repetir isso no Mundial", acrescentou Goto que treina Arthur Zanetti há 20 anos, desde que o ginasta tinha 9, em São Caetano.