População deve evitar locais atingidos pela substância oleosa

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Publicada em 06/10/2019 às 11:02:00

 

As manchas de óleo tomaram as areias das praias da capital sergipana e parte da Grande Aracaju. Equipes da Administração Estadual de Meio Ambiente, Adema, estão percorrendo todo o litoral do estado para avaliar os estragos na costa, causados pela chegada dessa substância oleosa em todo o litoral nordestino. Ontem, enormes manchas de óleo tomaram as areias da Praia da Passarela do Caranguejo, área mais movimentada de Aracaju.
A população reclama porque o número de pessoas fazendo o trabalho de limpeza das praias é muito pequeno, demorando em apresentar uma solução.
O diretor-presidente da Adema, Gilvan Dias, disse que o trabalho do órgão ambiental do Governo do Estado iniciou no dia 24 de setembro, quando foram encontradas as primeiras manchas em Sergipe. "Estamos fazendo a análise da água para testar a balneabilidade de cada uma. As partes das praias onde foram encontradas as manchas serão isoladas. As equipes trabalham sob regime de plantão para fazer a coleta da água e amanhã teremos o resultado da balneabilidade, mas hoje elas ficarão interditadas para que as equipes possam fazer o trabalho no que se refere a esses impactos", explica.
O trabalho é feito em conjunto pela Adema, Ibama, Marinha e as empresas parceiras.  O laboratório da Marinha, que fica no estado do Rio de Janeiro, está fazendo análises diárias das coletas de amostras dos locais afetados pelo óleo. "Temos 20 coletas feitas de todos os estados com alguns resultados preliminares. Segundo os primeiros dados se trata de petróleo cru e não é não é da bacia sedimentar do Brasil. As investigações são comandadas tanto pela Marinha, quanto pela Polícia Federal", finaliza o presidente da Adema.

As manchas de óleo tomaram as areias das praias da capital sergipana e parte da Grande Aracaju. Equipes da Administração Estadual de Meio Ambiente, Adema, estão percorrendo todo o litoral do estado para avaliar os estragos na costa, causados pela chegada dessa substância oleosa em todo o litoral nordestino. Ontem, enormes manchas de óleo tomaram as areias da Praia da Passarela do Caranguejo, área mais movimentada de Aracaju.
A população reclama porque o número de pessoas fazendo o trabalho de limpeza das praias é muito pequeno, demorando em apresentar uma solução.
O diretor-presidente da Adema, Gilvan Dias, disse que o trabalho do órgão ambiental do Governo do Estado iniciou no dia 24 de setembro, quando foram encontradas as primeiras manchas em Sergipe. "Estamos fazendo a análise da água para testar a balneabilidade de cada uma. As partes das praias onde foram encontradas as manchas serão isoladas. As equipes trabalham sob regime de plantão para fazer a coleta da água e amanhã teremos o resultado da balneabilidade, mas hoje elas ficarão interditadas para que as equipes possam fazer o trabalho no que se refere a esses impactos", explica.
O trabalho é feito em conjunto pela Adema, Ibama, Marinha e as empresas parceiras.  O laboratório da Marinha, que fica no estado do Rio de Janeiro, está fazendo análises diárias das coletas de amostras dos locais afetados pelo óleo. "Temos 20 coletas feitas de todos os estados com alguns resultados preliminares. Segundo os primeiros dados se trata de petróleo cru e não é não é da bacia sedimentar do Brasil. As investigações são comandadas tanto pela Marinha, quanto pela Polícia Federal", finaliza o presidente da Adema.