Edvaldo solicita mais equipes para o combate às manchas de óleo das praias

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O prefeito Edvaldo durante encontro com o ministro Ricardo Sales
O prefeito Edvaldo durante encontro com o ministro Ricardo Sales

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Publicada em 07/10/2019 às 23:01:00

 

O prefeito Edvaldo Nogueira participou, na tarde desta segunda-feira, da reunião com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, para discutir o avanço da mancha de óleo sobre o litoral aracajuano. O representante do governo federal veio a Aracaju para sobrevoar as áreas afetadas e anunciar medidas de combate aos efeitos do vazamento, que já atingiu os nove estados do Nordeste.
Ao longo do fim de semana, a Prefeitura de Aracaju, através da Secretaria do Meio Ambiente e da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), atuou nas praias removendo as manchas numa força-tarefa conjunta com Petrobras, Administração Estadual do Meio Ambiente, Ibama e voluntários.
"Reputo como muito importante a ação que a Prefeitura realizou através da Emsurb e da Secretaria do Meio Ambiente na retirada das manchas de óleo das praias desde a sexta-feira. Vamos continuar este trabalho. É um grande desastre e todos devem se unir para combater os efeitos do vazamento. Ao ministro, eu solicitei que sejam enviadas mais equipes e equipamentos maiores e melhores da Petrobras para que possamos fazer este trabalho de maneira célere", afirmou Edvaldo.
O ministro Ricardo Salles informou que o governo federal tem tomado medidas para identificar a origem do óleo, que já se sabe não ser brasileiro, e atuar na remoção das manchas da costa nordestina. "Ainda não sabemos, com precisão, o alcance deste acidente. As manchas têm aparecido em picos de volume de óleo. Nossa preocupação é verificar a origem deste óleo. O Ibama fez uma varredura de todo o litoral com uma aeronave com sensores horizontais, câmera ótica de grande resolução, mas não tem sido possível fazer a detecção, porque este é um óleo mais pesado que vem por baixo do nível do mar e só percebido quando toca a costa. Temos que agir com rapidez para retirada do que está na areia", disse ele, ressaltando que enviará equipes e equipamentos adicionais para intensificar o recolhimento do material.
O governador Belivaldo Chagas afirmou que, pelo sobrevoo, foi possível verificar que há uma dissipação das manchas, o que pode sinalizar uma diminuição da chegada do material ao litoral sergipano. "Nosso esforço deve ser agora o recolhimento imediato do material em terra. Decretamos situação de emergência para que as medidas possam ser tomadas de maneira rápida, sem burocracias", explicou.
Mancha de óleo - Desde que a mancha de óleo chegou ao litoral sergipano, os órgãos municipais, estaduais e de viés ambiental têm somado forças para conter e monitorar os danos causados pelo ocorrido. Assim, já na sexta-feira, uma força-tarefa começou a percorrer as praias atingidas com o intuito de tomar as primeiras medidas para a mitigação do acidente ambiental. No sábado, 5, e no domingo, 6, os trabalhos tiveram continuação.
De acordo com análise feita pela Petrobras, a substância densa, viscosa e de coloração preta é petróleo cru e não provém do Brasil, embora a origem ainda não tenha sido esclarecida. A equipe de fiscalização ambiental da Sema está levantando, inicialmente, uma estimativa do dano, do impacto ambiental da situação, e verificando o que pode ser feito para mitigar o efeito do óleo.

O prefeito Edvaldo Nogueira participou, na tarde desta segunda-feira, da reunião com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, para discutir o avanço da mancha de óleo sobre o litoral aracajuano. O representante do governo federal veio a Aracaju para sobrevoar as áreas afetadas e anunciar medidas de combate aos efeitos do vazamento, que já atingiu os nove estados do Nordeste.
Ao longo do fim de semana, a Prefeitura de Aracaju, através da Secretaria do Meio Ambiente e da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), atuou nas praias removendo as manchas numa força-tarefa conjunta com Petrobras, Administração Estadual do Meio Ambiente, Ibama e voluntários.
"Reputo como muito importante a ação que a Prefeitura realizou através da Emsurb e da Secretaria do Meio Ambiente na retirada das manchas de óleo das praias desde a sexta-feira. Vamos continuar este trabalho. É um grande desastre e todos devem se unir para combater os efeitos do vazamento. Ao ministro, eu solicitei que sejam enviadas mais equipes e equipamentos maiores e melhores da Petrobras para que possamos fazer este trabalho de maneira célere", afirmou Edvaldo.
O ministro Ricardo Salles informou que o governo federal tem tomado medidas para identificar a origem do óleo, que já se sabe não ser brasileiro, e atuar na remoção das manchas da costa nordestina. "Ainda não sabemos, com precisão, o alcance deste acidente. As manchas têm aparecido em picos de volume de óleo. Nossa preocupação é verificar a origem deste óleo. O Ibama fez uma varredura de todo o litoral com uma aeronave com sensores horizontais, câmera ótica de grande resolução, mas não tem sido possível fazer a detecção, porque este é um óleo mais pesado que vem por baixo do nível do mar e só percebido quando toca a costa. Temos que agir com rapidez para retirada do que está na areia", disse ele, ressaltando que enviará equipes e equipamentos adicionais para intensificar o recolhimento do material.
O governador Belivaldo Chagas afirmou que, pelo sobrevoo, foi possível verificar que há uma dissipação das manchas, o que pode sinalizar uma diminuição da chegada do material ao litoral sergipano. "Nosso esforço deve ser agora o recolhimento imediato do material em terra. Decretamos situação de emergência para que as medidas possam ser tomadas de maneira rápida, sem burocracias", explicou.

Mancha de óleo - Desde que a mancha de óleo chegou ao litoral sergipano, os órgãos municipais, estaduais e de viés ambiental têm somado forças para conter e monitorar os danos causados pelo ocorrido. Assim, já na sexta-feira, uma força-tarefa começou a percorrer as praias atingidas com o intuito de tomar as primeiras medidas para a mitigação do acidente ambiental. No sábado, 5, e no domingo, 6, os trabalhos tiveram continuação.
De acordo com análise feita pela Petrobras, a substância densa, viscosa e de coloração preta é petróleo cru e não provém do Brasil, embora a origem ainda não tenha sido esclarecida. A equipe de fiscalização ambiental da Sema está levantando, inicialmente, uma estimativa do dano, do impacto ambiental da situação, e verificando o que pode ser feito para mitigar o efeito do óleo.