Alese atribui nomeações a "reformulação administrativa"

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Publicada em 07/10/2019 às 23:06:00

 

A Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) atribuiu as nomeações realizadas no começo do ano a uma "reformulação" em seu quadro funcional, causada pela renovação da legislatura e pela entrada de novos deputados estaduais. A Casa divulgou uma nota oficial em resposta à reportagem publicada neste domingo pelo JORNAL DO DIA, que noticiou a abertura de inquéritos civis do Ministério Público Estadual (MPE) sobre a nomeação de cargos comissionados para gabinetes de deputados. 
Entre as suspeitas denunciadas, estão a provável nomeação de servidores 'fantasmas' e a suposta divisão de salários dos comissionados com os parlamentares. Um levantamento preliminar do MP, divulgado na semana passada pela imprensa, aponta que mais de 1.100 nomeações foram feitas entre janeiro e agosto deste ano.
No comunicado, a Alese esclarece que uma nova legislatura começou neste ano, com a posse de 12 novos deputados estaduais, eleitos em outubro de 2018. "Além disso, fizemos uma completa reformulação, num constante diálogo com o MPE, no sentido de organizar a estrutura administrativa da Casa Legislativa. Neste sentido, no início do exercício de 2019, foram exonerados todos os servidores, e nomeados os novos integrantes das assessorias parlamentares dos 24 deputados eleitos e reeleitos".
A Assembleia afirmou ainda que procura manter sempre "um diálogo aberto e transparente com o Ministério Público de Sergipe, sempre visando ajustar todos os procedimentos", e que o "promotor responsável pela área administrativa tem tido por parte da Assembleia Legislativa toda a atenção e mantemos um excelente diálogo".

A Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) atribuiu as nomeações realizadas no começo do ano a uma "reformulação" em seu quadro funcional, causada pela renovação da legislatura e pela entrada de novos deputados estaduais. A Casa divulgou uma nota oficial em resposta à reportagem publicada neste domingo pelo JORNAL DO DIA, que noticiou a abertura de inquéritos civis do Ministério Público Estadual (MPE) sobre a nomeação de cargos comissionados para gabinetes de deputados. 
Entre as suspeitas denunciadas, estão a provável nomeação de servidores 'fantasmas' e a suposta divisão de salários dos comissionados com os parlamentares. Um levantamento preliminar do MP, divulgado na semana passada pela imprensa, aponta que mais de 1.100 nomeações foram feitas entre janeiro e agosto deste ano.
No comunicado, a Alese esclarece que uma nova legislatura começou neste ano, com a posse de 12 novos deputados estaduais, eleitos em outubro de 2018. "Além disso, fizemos uma completa reformulação, num constante diálogo com o MPE, no sentido de organizar a estrutura administrativa da Casa Legislativa. Neste sentido, no início do exercício de 2019, foram exonerados todos os servidores, e nomeados os novos integrantes das assessorias parlamentares dos 24 deputados eleitos e reeleitos".
A Assembleia afirmou ainda que procura manter sempre "um diálogo aberto e transparente com o Ministério Público de Sergipe, sempre visando ajustar todos os procedimentos", e que o "promotor responsável pela área administrativa tem tido por parte da Assembleia Legislativa toda a atenção e mantemos um excelente diálogo".