28 sindicatos de Sergipe participam do 13º Congresso Nacional da CUT

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Publicada em 07/10/2019 às 23:06:00

 

Vinte e oito dirigentes sindicais de Sergipe participarão do 13º Congresso Nacional da CUT "Lula Livre" - Sindicatos Fortes, Direitos, Soberania e Democracia, que acontece entre os dias 7 e 10 de outubro, na Praia Grande, em São Paulo. Entre os 25 delegados e 3 observadores, os trabalhadores de Sergipe serão representados por dirigentes do Sindisan (Urbanitários), Sindijus (Judiciário), Sindipema (Professores), Sindtic (Tec. Informação), Sindmina (Mineros), Sindiserv Poço Verde (Servidores Municipais), Oposição Rurais de Aquidabã, Sindsluzi (Servidores Municipais de Santa Luzia do Itanhy) e Sintese (Professores).
A delegação de Sergipe se somará aos mais de dois mil delegados e delegadas, homens e mulheres, do campo e da cidade, de todas as regiões do País que participaram do Congresso, assim como mais de 100 sindicalistas de 50 países do mundo e dos movimentos sociais das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.
Além de eleger nova diretoria, o 13º Concut terá como principais desafios defender direitos ameaçados por Bolsonaro e traçar um plano de lutas para a organização dos trabalhadores neste novo mundo do trabalho.

Vinte e oito dirigentes sindicais de Sergipe participarão do 13º Congresso Nacional da CUT "Lula Livre" - Sindicatos Fortes, Direitos, Soberania e Democracia, que acontece entre os dias 7 e 10 de outubro, na Praia Grande, em São Paulo. Entre os 25 delegados e 3 observadores, os trabalhadores de Sergipe serão representados por dirigentes do Sindisan (Urbanitários), Sindijus (Judiciário), Sindipema (Professores), Sindtic (Tec. Informação), Sindmina (Mineros), Sindiserv Poço Verde (Servidores Municipais), Oposição Rurais de Aquidabã, Sindsluzi (Servidores Municipais de Santa Luzia do Itanhy) e Sintese (Professores).
A delegação de Sergipe se somará aos mais de dois mil delegados e delegadas, homens e mulheres, do campo e da cidade, de todas as regiões do País que participaram do Congresso, assim como mais de 100 sindicalistas de 50 países do mundo e dos movimentos sociais das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.
Além de eleger nova diretoria, o 13º Concut terá como principais desafios defender direitos ameaçados por Bolsonaro e traçar um plano de lutas para a organização dos trabalhadores neste novo mundo do trabalho.