De costas para o nordeste

Opinião

 

O presidente Jair Bolsonaro deu 
as costas para o Nordeste. Pro-
va disso, o Governo Federal não adotou nenhuma medida no sentido de minimizar os efeitos deletérios da imensa mancha de óleo que toma as praias da região.
Segundo o Ministério Público Federal de Sergipe, nem R$ 1 foi liberado para conter os danos da maior tragédia ambiental já ocorrida nestas praia. Em visita ao Estado, o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles garantiu o empenho do governo para remediar o mal. Mas, tudo indica, a promessa do ministro não passou de palavras lançadas ao vento. Até agora, nada.
Por sorte, instituições como o Ministério Público ainda atuam de maneira independente. Sem providências imediatas, o risco de poluição da foz do Rio São Francisco pode se materializar em pouco tempo. As medidas de contenção tardam. Sem liberação de recursos, os órgãos estaduais estão de mãos atadas.
Sobre a responsabilidade da tragédia, ainda pairam todas as dúvidas. Já a falta de sensibilidade do Governo Federal é flagrante. Se for necessário, o MPF/SE está disposto a ir à barra dos tribunais para cobrar medidas concretas. 
Só assim. Empenhado exclusivamente em tirar proveito ideológico do episódio, o presidente negligencia a repercussão da tragédia no ecossistema da região. Tamanha irresponsabilidade assusta, mas não surpreende. Basta lembrar que, para Bolsonaro, a maior ameaça conhecida hoje na região amazônica é a influência das Organizações Não Governamentais voltadas para a proteção da floresta e o meio ambiente.

O presidente Jair Bolsonaro deu  as costas para o Nordeste. Pro- va disso, o Governo Federal não adotou nenhuma medida no sentido de minimizar os efeitos deletérios da imensa mancha de óleo que toma as praias da região.
Segundo o Ministério Público Federal de Sergipe, nem R$ 1 foi liberado para conter os danos da maior tragédia ambiental já ocorrida nestas praia. Em visita ao Estado, o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles garantiu o empenho do governo para remediar o mal. Mas, tudo indica, a promessa do ministro não passou de palavras lançadas ao vento. Até agora, nada.
Por sorte, instituições como o Ministério Público ainda atuam de maneira independente. Sem providências imediatas, o risco de poluição da foz do Rio São Francisco pode se materializar em pouco tempo. As medidas de contenção tardam. Sem liberação de recursos, os órgãos estaduais estão de mãos atadas.
Sobre a responsabilidade da tragédia, ainda pairam todas as dúvidas. Já a falta de sensibilidade do Governo Federal é flagrante. Se for necessário, o MPF/SE está disposto a ir à barra dos tribunais para cobrar medidas concretas. 
Só assim. Empenhado exclusivamente em tirar proveito ideológico do episódio, o presidente negligencia a repercussão da tragédia no ecossistema da região. Tamanha irresponsabilidade assusta, mas não surpreende. Basta lembrar que, para Bolsonaro, a maior ameaça conhecida hoje na região amazônica é a influência das Organizações Não Governamentais voltadas para a proteção da floresta e o meio ambiente.

 


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